Arquivos para a Categoria ‘Fisica das Construções’

Seminário sobre Reabilitação Energética dos Edifícios

Março 26, 2009

Vai-se realizar um seminário sobre a temática da reabilitação energética dos edifícios que, como todos sabem, é um assunto bastante actual na nossa área. Segue-se a apresentação do evento:

O Grupo STAP em parceria com o GECoRPA, o Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve e a Netos Construtores, anuncia a  realização, na Universidade do Algarve, do seminário sobre  REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS, cujo programa e ficha de inscrição se anexam.


Data: Sexta-feira, 24 de Abril de 2009.

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Solterm, imposição legal?

Outubro 23, 2008

Como já alguns saberão, pela legislação em vigor (DL 80/2006), ao quantificar-se a contribuição dos paineis solares para efeitos do RCCTE tem que se usar o software Solterm. Não há alternativa pois a legislação refere explicitamente que este é o software que deve ser usado para o efeito.

Se isto só por si não é muito comum, mais estranho fica quando o software é comercializado pelo INETI, que é um instituto público. Ou seja, o estado, através de legislação, impõe o uso de um software comercializado por um instituto… do estado. O programa custa cerca de 162€ (já incluindo IVA e portes). Sendo este um software obrigatório para qualquer projecto de térmica e não havendo sequer hipótese de aparecer uma alternativa, não será este preço um abuso por parte do INETI?

Deixem também a vossa opinião nos comentários do post…

Faseamento da entrada em vigor do RCCTE e RSECE no SCE

Fevereiro 22, 2008
A entrada em vigor do Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) decorre de acordo com a calendarização definida na Portaria 461/2007 de 5 de Junho. Esta define que ficam abrangidos pelo sistema:
faseamentodaentradaemvigor.jpg

·         os novos edifícios destinados à habitação com área útil* superior a 1000 m² e os edifícios de serviços, novos ou que sejam objecto de grandes obras de remodelação, cuja área útil* seja superior aos limites mínimos estabelecidos nos n.ºs 1 ou 2 do artigo 27º do RSECE, de 1000 m² ou de 500 m², consoante a respectiva tipologia, cujos pedidos de licenciamento ou autorização de edificação sejam apresentados à entidade competente a partir de 1 de Julho de 2007;

·         todos os edifícios novos, independentemente da sua área ou fim, cujos pedidos de licenciamento ou autorização de edificação sejam apresentados à entidade competente a partir de 1 de Julho de 2008;

·         todos os edifícios, a partir de 1 de Janeiro de 2009

* Conjunto das fracções autónomas cuja soma das respectivas áreas úteis seja superior a 1.000 m²

Universidade do Minho – Residência Loyd melhora desempenho energético

Novembro 20, 2007

A Residência Lloyd, da Universidade do Minho, em Braga, investiu cerca de 520 mil euros em obras de melhoramento que visaram, essencialmente, a melhoria do desempenho energético do edifício.

A intervenção esteve a cargo da Casais, e permitiu um aumento do conforto aos 300 estudantes que, anualmente, ocupam os seis pisos. O bom desempenho energético foi conseguido através da colocação de 48 painéis solares para aquecimento de águas sanitárias; revestimento exterior com sistema “capoto” para eliminação de perdas térmicas; instalação de vidros duplos nas caixilharias e supressão da grelha de ventilação e substituição dos irradiadores a óleo existentes nos quartos por acumuladores eléctricos estáticos. (mais…)

Chão radiante:Técnica cada vez mais usada na construção

Novembro 2, 2007

O chão radiante não é mais que uma rede de tubagens, instaladas por baixo do soalho da habitação. 

Ligado ao sistema de aquecimento central da habitação, o piso radiante permite a distribuição da temperatura, de modo uniforme e controlada individualmente, divisão a divisão, através dos termóstatos.

O sistema de piso radiante pode ser instalado em qualquer tipo de infra-estrutura, de preferência em fase de construcção ou remodelação, pois irá ser colocado debaixo do soalho e coberto por cimento.

O piso radiante requer uma altura de cerca de 6 a 8 centímetros.
Por cima da placa de cimento deverá ser colocado isolamento junto às paredes (isolamento periférico).
Na parte superior colocam-se as tubagens, que serão depois recobertas por cimento.

  • Vantagens:

- Como está debaixo do soalho, não ocupa espaço.
- Este sistema de aquecimento é practicamente invisível.
- Por estar coberto, não ressaca o ar nem queima poeiras.
- amigo do ambiente, pois não gera fumos, não liberta gases, não provoca odores nem ruídos.
- Temperatura uniforme. como está distribuído pelo chão, a temperatura é igual igual em toda a divisão.
- Possibilidade de controlar a temperatura divisão a divisão, através de termóstatos individuais.
- É o sistema que melhor serve as necessidades dos espaços públicos, como bibliotecas, museus, escolas e igrejas, pois pode-se estabelecer um programa de conforto para os dias e horas de funcionamento. Não há qualquer elemento que esteja à disposição dos utentes.
- Não provoca o envelhecimento prematuro dos materiais.

 

O piso radiante é já considerado pela maioria dos técnicos como solução ideal para o aquecimento de qualquer empreendimento.Seja uma vivenda, apartamentos, lojas, escolas, lares de idosos ou outro equipamento, continua a configurar-se como a melhor solução.Com o aquecimento por piso radiante pode contar com todo o espaço e toda a liberdade. O piso radiante é saudável, uma vez que não resseca o ar/oxigénio e não carboniza poeiras. O piso radiante apresenta-se como o sistema de aquecimento mais confortável, económico, saudável, ecológico, funcional e seguro.

Fonte:Enat

Madeira de Média Densidade (MDF)

Outubro 17, 2007

A placa de fibra de madeira de média densidade, mais conhecida como MDF (Medium-density fiberboard ) é um material derivado da madeira. É fabricado através da aglutinação de fibras de madeira com resinas sintéticas e outros aditivos e moldado em painéis lisos sob alta temperatura e pressão.

Este material foi fabricado pela primeira vez nos anos 60 nos Estados Unidos e na década de 70 chegou à Europa.

O MDF possui boa consistência e algumas características mecânicas que se aproximam às da madeira maciça. A maioria dos seus parâmetros físicos de resistência são superiores aos da madeira aglomerada.

A homogeneidade proporcionada pela distribuição uniforme das fibras possibilita ao MDF acabamentos do tipo envernizado, pinturas em geral ou revestimentos com papéis decorativos, lâminas de madeira ou PVC. Podem também ser executadas junções com vantagens em relação à madeira natural, já que não possui nós, veios reversos e imperfeições típicas do produto natural. É um material com várias aplicações e substitui com vantagens o aglomerado e muitas vezes a própria madeira.

Apesar disso, existe uma preocupação quanto ao uso de formaldeído nas resinas empregadas na confecção de MDF e os riscos de saúde envolvidos. Por esse motivo há pesquisas em andamento para o desenvolvimento de novas resinas menos nocivas.

O MDF destina-se, principalmente, à indústria dos móveis. Destaca-se a fabricação de pés de mesa, componentes frontais, internos e laterais de móveis, fundos de gaveta e tampos de mesa.

Na construção civil, pode ser utilizado como pisos finos, rodapés, divisórias, batentes, balaústres ou peças torneadas.

  • Fonte: Wikipédia

Instalações Sanitárias e Climatização

Setembro 12, 2007

Apresenta-se aqui alguns manuais de instalações.

  • Instalações Sanitárias e Aquecimento
  • Aquecimento radiante e Climatização

Formação RCCTE

Julho 2, 2007

No âmbito da certificação Energética dos Edifícios, a Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa está a promover um conjunto de edições de cursos de Formação de Peritos Qualificados em RCCTE, num 1º módulo no âmbito do projecto de Térmica visando a aplicação da nova legislação em vigor (DL 78/2007 e DL 80/2007, de 4 de Abril). Segue em anexo o press-release da FA.

Está também agendada uma acção de sensibilização “Exigências Regulamentares do RCCTE – SCE” para profissionais da área da construção e autarquias, no recinto da Faculdade de Arquitectura, dia 12 de Julho pelas 15h. A participação é gratuita, mas carece de inscrição prévia através do envio de um mail a confirmar a presença (até 10 de Julho), contendo os seguintes dados:
- Nome;
- Profissão;
- Entidade Patronal.

Formação RCCTE

Junho 8, 2007

Um curso de formação acelerado, feito em 6 horas. Tem o apoio da Argex, Preceram, Presdouro e Zanet.

Programa de Cálculo do RCCTE

Junho 8, 2007

A ACEPE coloca à disposição dos técnicos um programa de cálculo do RCCTE. Este programa permite efectuar a verificação das necessidades de aquecimento e arrefecimento dum edifício segundo os requisitos do RCCTE, bem como imprimir as fichas justificativas para entrega no processo de licenciamento. Este programa é enviado sem encargos.

 

Nota: Se alguém já tiver utilizado, pede-se que deixe um comentário ao programa.

Sistema Capotto – ETICS

Maio 21, 2007

ETICS significa External Thermal Insulation Composite System – Sistema de Isolamento Térmico pelo exterior  

Para responder às crescentes exigências de conforto higrotérmico, que estão intimamente associadas às preocupações com o consumo de energia e protecção ambiental, é necessário isolar termicamente a envolvente dos edifícios, de modo a minimizar as trocas de calor com o exterior.


O sistema ETICS apresenta vantagens no caso de edifícios com isolamento térmico insuficiente, infiltrações ou aspecto degradado. Além disto, pode diminuir o risco de ocorrência de condensações, tratando de certo modo as pontes térmicas.
Têm sido desenvolvidos diversos sistemas de isolamento térmico de fachadas pelo exterior que são de utilização corrente em diversos países europeus, quer na reabilitação de edifícios cuja envolvente vertical apresente índices de isolamento térmico insatisfatórios, infiltrações ou aspecto degradado, quer em novas construções. Estes sistemas constituem uma óptima solução, tanto do ponto de vista energético como do ponto de vista construtivo.
De um modo geral, os sistemas de isolamento pelo exterior são constituídos por uma camada de isolamento térmico aplicada sobre o suporte e um paramento exterior para protecção, em particular, das solicitações climáticas e mecânicas.

Vantagens do Sistema ETICS

O isolamento térmico pelo exterior é hoje reconhecido, de forma incontestável, como uma solução técnica de alta qualidade, pois permite:

  • Redução das pontes térmicas, o que se traduz por uma espessura de isolamento térmico mais reduzido para a obtenção de um mesmo coeficiente de transmissão térmica global da envolvente;
  • Diminuição do risco de condensações;
  • Aumento da inércia térmica interior dos edifícios, dado que a maior parte da massa das paredes se encontra pelo interior do isolamento térmico. Este facto traduz-se na melhoria do conforto térmico de Inverno, por aumento dos ganhos solares úteis, e também de Verão devido à capacidade de regulação da temperatura interior;
  • Economia de energia devido à redução das necessidades de aquecimento e de arrefecimento do ambiente interior;
  • Diminuição da espessura das paredes exteriores, aumentando a área habitável;
  • Redução do peso das paredes e das cargas permanentes sobre a estrutura;
  • Aumento da protecção conferida ao tosco das paredes face às solicitações dos agentes atmosféricos (choque térmico, água líquida, radiação solar, etc.);
  • Diminuição do gradiente de temperaturas a que são sujeitas as camadas interiores das paredes;
  • Melhoria da impermeabilidade das paredes;
  • Possibilidade de mutação do aspecto das fachadas e colocação em obra sem perturbar os ocupantes dos edifícios, o que torna esta técnica de isolamento particularmente adequada na reabilitação de fachadas degradadas;
  • Grande variedade de soluções de acabamento;
  • Poupança energética e conforto interior.

  Aplicação do Sistema

A aplicação do sistema ETICS envolve várias fases, conforme indicadas em seguida:

1. Montagem dos perfis de arranque e laterais
2. Preparação da cola
3. Aplicação da cola
4. Colocação do isolamento
5. Reforço dos pontos singulares
6. Aplicação da camada de base armada
7. Aplicação da camada de primário
8. Aplicação do revestimento final

Grupo Hydro desenvolve sistema de fachada auto sustentável

Abril 13, 2007

O grupo Hydro, ao qual pertence a marca Technal, desenvolveu um conceito inovador de fachada auto sustentável designado por TEmotion. Esta tecnologia, explica a empresa, permite reduzir em quase 45 por cento a necessidade de energia primária, quando comparada com os habituais sistemas de fachadas.

«A TEmotion reduz para quase metade as necessidades em energia primária para aquecimento, arrefecimento, ventilação e iluminação. Além disso, reduz em 80 por cento as perdas «stand by», devido à integração de componentes electrónicos, uma vez que diminui em quantidade as unidades de controlo electrónico normalmente instaladas», explica a empresa.

Todos os componentes desta tecnologia são baseados num design modular e, por isso, fáceis de instalar. Esta particularidade permite que sejam instaladas posteriormente outras funções. Por exemplo, uma unidade descentralizada de ar condicionado poderá ser instalada apenas quando for necessária.

Materializando a necessidade de uma maior consciência ecológica, «este conceito inovador está de acordo com a directiva europeia sobre desempenho energético dos edifícios e cuja implementação em Portugal está regulada desde Abril de 2006», recorda o grupo Hydro.

Apontamentos de Térmica

Março 2, 2007

Universidade do Minho

Feup

Brasil

Quem tiver mais informação é favor enviar.

Segurança contra Incêndio

Março 2, 2007

EDIFÍCIOS DE HABITAÇÃO

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS

  • DECRETO-LEI Nº 368/99, de 18SET – Aprova o regime de protecção contra risco de incêndio em estabelecimentos comerciais (DR Nº 219/99, I-A, 18SET99)
  • PORTARIA Nº 1299/2001, de 21NOV - Aprova as medidas de segurança contra risco de incêndio a observar nos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços com área inferior a 300 m2 (DR Nº 270, I-B, 21NOV2001)

EDIFÍCIOS DE SERVIÇOS PÚBLICOS

CENTROS URBANOS ANTIGOS

PARQUES DE ESTACIONAMENTO COBERTOS

EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS E ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO E DE BEBIDAS

  • PORTARIA Nº 1063/97, de 21OUT – Aprova as medidas de segurança contra risco de incêndio aplicáveis na construção, instalação e funcionamento dos empreendimentos turísticos e dos estabelecimentos de restauração e de bebidas (DR Nº 244, I-B, 21OUT97)

EDIFÍCIOS DE TIPO HOSPITALAR

  • DECRETO-LEI Nº 409/98, de 23DEZ – Aprova o Regulamento de Segurança contra Incêndio em Edifícios de Tipo Hospitalar (DR Nº 295, I-A, 23DEZ98)
  • PORTARIA Nº 1275/2002, de 19SET – Aprova as normas de segurança contra incêndio a observar na exploração de estabelecimentos de tipo hospitalar (DR Nº 217, I-B, 19SET2002)

EDIFÍCIOS DE TIPO ADMINISTRATIVO

  • DECRETO-LEI Nº 410/98, de 23DEZ – Aprova o Regulamento de Segurança contra Incêndio em Edifícios de Tipo Administrativo (DR Nº 295, I-A, 23DEZ98)
  • PORTARIA Nº 1276/2002, de 19SET – Aprova as normas de segurança contra incêndio a observar na exploração de estabelecimentos de tipo administrativo (DR Nº 217, I-B, 19SET2002)

EDIFÍCIOS ESCOLARES

POSTOS DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS

  • PORTARIA Nº 362/2005, de 04ABR – Altera o Regulamento de Construção e Exploração de Postos de Abastecimento de Combustíveis, anexo à Portaria nº 131/2002, de 09FEV (DR Nº 65, I-B, 04ABR2005)
  • PORTARIA Nº 131/2002, de 09FEV – Aprova o Regulamento de Construção e Exploração de Postos de Abastecimento de Combustíveis (DR Nº 34, I-B, 09FEV2002)
  • DECRETO-LEI Nº 302/2001, de 23NOV - Estabelece o novo quadro legal para a aplicação do Regulamento de Construção e Exploração de Postos de Abastecimento de Combustíveis (DR Nº 272, I-A, 23NOV2001)