Arquivos para a Categoria ‘Planeamento e Ordenamento’

Vauban, a comunidade do futuro

Junho 7, 2009

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Na cidade de Freiburg, na Alemanha, existe uma comunidade que deve ser encarada como um caso sério a aplicar em mais locais. Na comunidade de Vauban, à excepção da rua principal que vai dar ao centro de Freiburg, as estradas não têm carros a circular ou estacionados. Estima-se em 70% a percentagem de familias sem carros nesta comunidade (e não é por falta de dinheiro). Há inclusive casos de pessoas que venderam o seu carro e foram viver para Vauban! A opinião geral é que agora vivem melhor e com menos stress. Isto já para não referir os óbvios beneficios ambientais que desta forma de estar advêm.

As casas não podem ter garagens e quem quiser ter o seu carro guardado, para quando se tem que deslocar a outros locais, aluga um espaço em duas grandes garagens que existem na periferia da comunidade. Para quem abdicou de ter um carro e quer passar um fim de semana fora ou simplesmente transportar algo, pode alugar um para o efeito necessário.

Para verem mais imagens da comunidade de Vauban, cliquem para ler o resto do post.

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Novo Terreiro do Paço

Maio 8, 2009

Os carros vão «desaparecer» do Terreiro do Paço. O novo projecto de requalificação vai reduzir a circulação automóvel que actualmente é de 40 por cento, mas vai passar a ser de 11 por cento, segundo o projecto apresentado esta sexta-feira pelo arquitecto responsável. (Clique na imagem)

«Quarenta por cento da área da praça é destinada à circulação automóvel. O objectivo é reduzir drasticamente esta opção», assumiu, à agência Lusa, o arquitecto Bruno Soares, referindo que o tráfego não deverá tomar mais do que 11 por cento do espaço.

Esta concepção de mobilidade no Terreiro do Paço vai ao encontro do plano elaborado pela autarquia lisboeta e que foi recentemente submetido a discussão pública.

A placa central do Terreiro do Paço será alargada, as vias laterais serão interditas ao trânsito, os passeios junto às arcadas alargados e o pavimento assumirá um tom amarelado.

O trânsito frente ao rio fazer-se-á apenas com uma faixa de rodagem e na rua paralela ao arco da Rua Augusta será reservado a transportes públicos, mantendo-se as paragens de eléctrico existentes.

Fonte: IOL Diário

6.ª alteração ao Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (D.L. 555/99, de 16 de Dezembro)

Março 3, 2008

Entra hoje em vigor a 6.ª alteração ao D.L.555/99. Já li e ouvi muita coisa sobre o assunto na comunicação social, falada e escrita. No entanto, nem tudo aquilo que é dito ou escrito se conforma com o espírito da alteração à lei. Algumas delas ouvidas nas rádios e vistas nas tv´s, configuram autênticas balelas. As várias interpretações sucedem-se umas às outras como as cerejas nas conversas de café. Porém, nas alterações que mais facilmente terão consequências na vida do cidadão comum que quer obter aprovação, junto das Câmaras Municipais, para o seu barracão ou o seu muro de suporte/vedação, ou seja, obras de escassa relevância urbanística (esse jargão subjectivo), ou até de reconstrução de fachadas ou de construção/ampliação em loteamentos, convém que se clarifique o seguinte:

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Estudos novo aeroporto – Ota, Alcochete, Rio Frio e Portela

Janeiro 20, 2008

Apresenta-se neste post alguns dos estudos que foram realizados durante todo este tempo de indecisão e com os quais fomos “bombardeados” diariamente através dos meios de comunicação social. Como nem sempre estes os apresentam em todos os seus contornos, apresentamos aqui esses estudos para que cada um os consulte e possa falar com conhecimento dos factos por inteiro. (Apresenta-se os quatro estudos que relacionam Ota com Alcochete e os que relativos ao desenvolvimento da capacidade da Portela, outros estudos podem consultar no link “Restantes Estudos”)

Fonte: NAER

Estudo prévio para requalificar marina de Cascais exclui torre de 30 pisos

Abril 12, 2007

O novo estudo prévio de remodelação da marina de Cascais exclui uma torre de 30 pisos e cem metros de altura, abdica “completamente da orientação hoteleira” e cria uma vertente “comercial e de habitação turística”, disse hoje o presidente da Câmara de Cascais.

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O estudo, apresentado pela Marcascais – concessionária da infra-estrutura -, exclui a construção de uma torre de vidro que gerou alguma polémica local.

Segundo o autarca, esta intervenção vai permitir “o reequilíbrio financeiro” da marina de Cascais.

O estudo vai agora ser trabalhado no departamento de Urbanismo, regressando depois às mãos do presidente para eventuais “acertos e correcções” com o promotor da obra.

A torre de cem metros de altura estava prevista localizar-se virada para o mar, à entrada do porto de recreio, mas o projecto foi abandonado devido a forte contestação dos munícipes.

O projecto de requalificação da marina de Cascais está estimado em 170 milhões de euros, suportados exclusivamente por entidades exteriores à autarquia, e foi reconhecido como projecto de potencial interesse nacional pela comissão de avaliação e acompanhamento dos projectos, presidida pela Agência Portuguesa de Desenvolvimento.

O projecto de requalificação da marina de Cascais foi apresentado em Julho de 2006 pelo arquitecto Pedro Appleton, que liderava a equipa escolhida pela concessionária da marina, a MarCascais, a quem a marina foi concessionada em 1999 por um período de 50 anos.

A obra, cuja conclusão está prevista para 2009 e só começa após o Campeonato do Mundo de Vela, a realizar em Junho, prevê a demolição dos actuais edifícios e contempla um centro de congressos e um edifício destinado a eventos e espectáculos e vários edifícios de dois e três pisos para comércio (restaurantes, lojas e um supermercado) e apartamentos turísticos.

A requalificação prevê ainda a proibição de circulação automóvel no interior da marina, sendo o transporte assegurado por veículos não poluentes.

Polis XXI alargado com três novos programas até 2015

Abril 11, 2007

O programa de cidades Polis XXI vai ser alargado até 2015 com mais três programas específicos – um de regeneração urbana, outro de competitividade e diferenciação de cidades ou redes de cidades e um de integração regional.

O anúncio foi feito hoje pelo secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, no encerramento do ciclo de conferências integrado na exposição “Viver as Cidades – Programa Polis”, que decorreu no Pavilhão de Portugal, em Lisboa.

O programa destinado à regeneração urbana está vocacionado para espaços intra-urbanos específicos e visa a coesão e coerência do conjunto de cidade e envolve diferentes componentes como habitação, reabilitação e revitalização urbanas, coesão social, ambiente, mobilidade, etc.

O programa depende de propostas locais a contratualizar com o Estado e que serão comparticipadas por verbas comunitárias.

João Ferrão acrescentou estimar que, até 2015, este programa venha a abranger 60 projectos de regeneração urbana.

Investimento em competitividade para 31 cidades

O outro projecto destina-se a aumentar a competitividade e diferenciação entre cidades ou redes de cidades e a meta até 2015 é que venha a abranger 31 cidades ou redes de cidades, acrescentou.

A operacionalização deste projecto passa igualmente pelas autarquias através de parcerias, pela contratualização com o Estado e pelo financiamento comunitário, disse.

Ao nível deste programa, o secretário de Estado revelou que o Estado vai abrir concurso para apoiar seis acções preparatórias para este programa a que podem concorrer “vários actores de uma mesma cidade ou várias cidades”.

João Ferrão sublinhou que este programa é intersectorial, vai mobilizar a economia, cultura, ensino superior, ciência e transportes e comunicações, pelo que envolverá os ministérios do Ambiente e do Ordenamento do Território, da Economia, da Cultura e do Ensino Superior e Ciência.

Serviços de proximidade e ambiente urbano

Por último, haverá um programa de integração regional, destinado à apresentação de projectos inovadores para o desenvolvimento urbano que, segundo o secretário de Estado, visa estimular novas soluções para os problemas.

Estão abrangidos por este programa projectos de prestação de serviços de proximidade, acessibilidades e mobilidade, de segurança e prevenção de risco, de gestão de espaço público, ambiente urbano e construção sustentável, numa lógica de infra-estrutura ou de cidade-região.

Podem concorrer a este programa entidades públicas, associativas e privadas sem fins lucrativos ou integradas em parcerias público-privadas ou municípios associados.

A meta de projectos em curso até 2015 é de 75 projectos, disse também o secretário de Estado.

O financiamento de todos os projectos está assegurado nos programas operacionais do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN).

  • Fonte: Jornal Publico