O Erro da Ota e o Futuro de Portugal

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Será editado na primeira quinzena de Maio, pela Tribuna, o livro «O Erro da Ota e o Futuro de Portugal: a Posição da Sociedade Civil».

a ota

O panorama traçado pelos autores revela que não está apenas em jogo decidir se o novo aeroporto de Lisboa deve ser grande e substituir o da Portela; se deve ser mais pequeno e servir os voos de Baixo Custo e combinar-se com o actual, na solução Portela +1; ou se deve haver um novo aeroporto na grande banda de território plano entre Tejo e Sado que vai desde o Campo de Tiro de Alcochete até à Marateca. O que está em jogo exige começar por “sentir o território”; tentar perceber a geografia da região metropolitana de Lisboa; quais as potencialidades dos grandes estuários e a ligação dos corredores do Tejo e Sado; as vulnerabilidades da expansão a Norte do Tejo; a abrangência e as ameaças ambientais ao aquífero da península de Setúbal; a rede de ligações mar e terra, os portos e o transporte ferroviário e rodoviário.

Em segundo lugar, os autores deste livro rejeitam a Ota. Foi uma decisão mal preparada por sucessivos governos; mal fundamentada do ponto de vista técnico; acompanhada da ocultação e da manipulação de estudos; e desacompanhada por precauções relativamente à especulação fundiária: rejeitam o erro da Ota que contraria toda e qualquer normalidade de procedimentos de “bom senso”.

Em terceiro lugar, aceitam que a Portela tem de ser complementada por um novo Aeroporto que deverá surgir de uma perspectiva de implementação faseada. O novo Aeroporto Internacional terá de reservar espaço de desenvolvimento para todo o século XXI. Para isso, o território em que se implanta deve ser bem compreendido, e as ligações com portos e ferrovias bem estabelecidas porque, em futuro próximo, as contingências ambientais limitarão a correcção de trajectória.

Os comentários de quem ler este livro, para futura apreciação neste blog são bem vindos.

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33 Respostas to “O Erro da Ota e o Futuro de Portugal”

  1. Carlos Reforço Says:

    Margem Sul e Alentejo, marginalizados pelo poder central.

    No antigo regime político era a opressão e a ditadura que condicionavam a nossa sociedade e a nossa economia. A seguir os sucessivos governos após 25 de Abril de 1974, marginalizaram a região sul do Tejo e o Alentejo o que é um facto consumado e para prová-lo temos as palavras ditas pelo sr. ministro das obras públicas Eng. Mário Lino que em 23 de Maio de 2007 ridiculizou toda a região referida, ao proferir que não há escolas,hospitais,hotéis,pessoas…, ao ponto de comparar esta região a um deserto. Houve apenas um governo que contrariou esta tendência, que foi o executivo liderado pelo economista Professor, Aníbal Cavaco Silva, ao conseguir trazer para a margem sul do Tejo a Auto-Europa e ao executar a construção da ponte Vasco da Gama. Aqui temos também de recordar o papel do ministro das obras públicas da altura o Engenheiro, Joaquim Ferreira do Amaral, que foi um homem que lutou pela melhoria das condições de vida da margem sul ao defender acérrimamente estas obras que em muito melhoraram o nível de vida da região, que os outros governos sempre ignoraram.
    Esta polémica toda por causa de uma obra faraónica sim, mas no local onde os governos do PS (eng.Guterres e eng.Sócrates), o querem construir. Não é que eu defenda o aeroporto no Rio Frio, mas na Ota é que realmente está desfazado no espaço e no contexto económico-social do país. Então faz sentido,estar-se a construir um complexo turístico em Tróia, margem sul do estuário do Sado e o governo do país ir deslocalizar o aeroporto internacional de Lisboa 70 Km para norte e ainda por cima numa zona de relevo acidentado (montanhoso) com várias ribeiras e riachos que afluem à margem direita do Tejo. Os próprios autarcas da margem direita do Tejo ou seja margem norte não são muito adeptos do aeroporto ser construído na Ota. O país para crescer económicamente, tem que se desenvolver harmoniosa e equilibradamente e o governo da nação não pode esquecer as regiões mais desfavorecidas (Alentejo e Trás-os-Montes). A capital, tem que funcionar como elo e motor de desenvolvimento das regiões mais atrasadas. Se o aeroporto for construído na Ota vai acontecer em relação ao Alentejo o efeito contrário, em vez de progredir vai continuar estagnado. A própria cidade de Lisboa vai sofrer um revés no que diz respeito ao turismo se a construção do aeroporto na Ota fôr para a frente. Aliás toda esta região de Sintra a Sines vai sofrer com o efeito afastamento do centro de decisão aeroportuária se o aeroporto fôr deslocalizado os tais 70 Km para norte. Depois mais grave do que isso será a estagnação e a morte de uma região que já foi considerada o celeiro de Portugal (Alentejo).
    Então é bom que os ministros do Estado (Portugal), pensem e reflictam antes que cometam um grave erro chamado: Ota. Das soluções alternativas que se ouvem falar (Rio Frio,Porto Alto,Faias,Poceirão…), na minha opinião a melhor é o Poceirão, porque não só é estratégicamente a melhor situada como será em termos logísticos o terminal de contentores (mercadorias e afins), para além de que serviria perfeitamente (complexo deTróia,Lisboa,Alenquer-Ota,Oeste,Ribatejo,Alentejo e já me estava a esquecer da marginalizada Margem Sul do Tejo, mais conhecida actualmente por península de Setúbal).
    Sem mais termino com um apelo, para que quem tiver que decidir, não se esqueça que o país é um todo e esse todo não se desenvolve sem o desenvolvimento das partes e se o aeroporto fôr para a Ota de certeza que algumas dessas partes não se irão desenvolver:Margem Sul e Alentejo.

  2. Carlos Reforço Says:

    Quando há uns meses (Maio de 2007) deixei neste blog: “O Erro da Ota e o futuro de Portugal «Engenharia Civil»” o meu comentário sobre o novo aeroporto de Lisboa e a sua localização referi que das hipóteses que se falavam a melhor é o Poceirão devido à sua localização na Área Metropolitana de Lisboa e futura plataforma logística de depósito de mercadorias e afins, não falei no Pinhal Novo, mas no Plano Integrado pode perfeitamente falar-se no eixo Pinhal Novo-Poceirão a Norte da linha ferroviária e cujo triângulo onde os vértices podem perfeitamente ser o campo de tiro de Alcochete, o Pinhal Novo e o Poceirão, são de facto como o Engenheiro, Silvino Pompeu dos Santos apresenta no seu estudo a melhor localização num Plano Integrado de desenvolvimento de Portugal, país que não pode mais esbanjar dinheiro mal gasto como seria o grave erro da opção Ota (dos Eng.Guterres e Eng.João Cravinho). A melhor solução será pois a margem Sul, porque para além da economia de custos também a melhor solução para o TGV,ferrovia convencional e rodovia é a construção da ponte Chelas-Barreiro e não ir fazer uma travessia só para o TGV. O Plano Integrado do Conselheiro Pompeu dos Santos é portanto o melhor estudo integrado para a rede de transportes e para o desenvolvimento de Portugal.

  3. Carlos Reforço Says:

    Finalmente após 9 anos de fricção, em torno de uma polémica da qual se pode dizer que o governo da época foi o culpado devido a uma má decisão política e da qual não havia consenso nacional, o actual governo teve a coragem política de tomar uma decisão que agrada a 99,9 % dos portugueses. Estou a falar como é óbvio da localização do futuro Aeroporto Internacional de Lisboa que desde Quinta-feira,10 de Janeiro de 2008 e após comunicação de sua Ex.ª o Sr. Primeiro Ministro, Engenheiro José Sócrates que após reunião do Conselho de Ministros comunicou ao país e ao mundo que a melhor localização para o futuro Aeroporto Internacional de Lisboa é a zona do Campo de Tiro de Alcochete. Na sequência deste anúncio e ainda no mesmo comunicado o Sr. Primeiro Ministro comunicou que o Governo do país aprovou também a Terceira Travessia do Tejo na zona de Lisboa, que ligará Chelas ao Barreiro, e que será uma travessia com as valências de TGV,ferrovia convencional e rodovia.
    É de facto a melhor decisão política, porque estas duas localizações (Novo aeroporto e Nova ponte), são as melhores para o desenvolvimento económico do País em geral e da Capital de Portugal (Lisboa), da Península de Setúbal e Alentejo em particular, porque quer uma quer outra, são as melhores localizações possíveis e equilibradas para o tecido económico e social desta grande região, que pode vir a ter um papel importante na concorrência equilibrada com os outros Estados da União Europeia e do resto do Mundo. Portugal precisa que estas obras avancem o mais rápidamente possível para que o país saia deste impasse de crescimento económico e comece a crescer quer do ponto de vista económico quer do ponto de vista social.
    Aqueles que defendem que a ligação para a Terceira Travessia do Tejo em Lisboa não deve ser Chelas-Barreiro mas Beato-Montijo estão equivocados e não tomam em conta a via férrea existente no Barreiro, para além de que a rodovia da Ponte Vasco da Gama no corredor nascente (Sacavém-Montijo) já articula a valência rodoviária para a zona do Montijo, agora não faz sentido ir-se entroncar ou articular outra ponte com este modo ou valência de transporte (rodovia) para o Montijo. Também o Montijo não tem o modo de transporte ferroviário ao contrário do Barreiro que possui este modo de transporte (ferrovia), que é uma valência de crucial importância para o desenvolvimento de uma região e de um país. Portanto e por isto tudo a melhor localização para a Terceira Travessia do Tejo em Lisboa, é a ponte Chelas-Barreiro (corredor central) como o Sr. Primeiro Ministro, Engenheiro José Sócrates muito bem anunciou ao país na Quinta-feira,10 de Janeiro de 2008. Assim como a localização para o futuro Aeroporto Internacional de Lisboa é a melhor, no Campo de Tiro de Alcochete, porque está estratégicamente bem situado, não afecta já naquela área a Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo e os terrenos do Campo de Tiro de Alcochete são do Estado Português.
    Tinha em Maio de 2007 defendido o Poceirão no Blog “O Erro da Ota e o futuro de Portugal«Engenharia Civil»” e no Jornal do Pinhal Novo, mas o campo de Tiro de Alcochete é uma localização com maior espaço para o Aeroporto Internacional de Lisboa se expandir no futuro e não tem tanto impacte ambiental. Portanto sem mais, em frente Portugal avance-se com estas obras independentemente de politiquises.

  4. Carlos Reforço Says:

    O Sr. Presidente do LNEC, Eng.Carlos Matias Ramos tem razão ao afirmar que não se deve condicionar o TGV ao futuro Aeroporto, mas se se poder juntar o útil ao agradável pode minimizar-se a discrepância se como ele diz se deslocalizar a aerogare o mais a sudoeste possível (6Km a SW) do Campo de Tiro de Alcochete. Para além de ficar mais perto do centro da cidade de Lisboa aproxima-se do traçado principal da linha de TGV que ligará Lisboa a Madrid.

  5. Carlos Reforço Says:

    A localização do futuro Aeroporto Internacional de Lisboa na zona do Campo de Tiro de Alcochete não deve ser condicionada pelo traçado do TGV, nem o traçado do TGV deve ser condicionado pela localização do aeroporto, mas concordo com o Sr. Presidente do LNEC, Eng. Carlos Matias Ramos quando recomenda que se deve localizar a aerogare o mais a sudoeste possível do Campo de Tiro de Alcochete (6 Km a SW).Desta forma fica mais perto dos acessos à ponte Vasco da Gama e do centro da cidade de Lisboa.
    Quanto ao TGV, a melhor solução e que tinha sido apresentada pela Secretaria de Estado dos Transportes e Comunicações em Março de 2007 tal como a Terceira Travessia do Tejo (TTT) em Lisboa, é a articulação pela ligação central através de uma ponte Chelas-Barreiro (que deverá incluir o modo rodoviário e ferroviário convencional) e o trajecto a partir do Barreiro sensivelmente paralelo ao da linha do Alentejo. A partir deste troço principal é que deverá ser feita a ligação ao futuro aeroporto com linha férrea de acesso.
    É certo que isto são obras complexas, mas não deve extrapolar-se muito à volta destes assuntos porque os prazos são curtos e o tempo urge para que estas obras avancem.
    Penso que esta minhas ideias, convergem com as do LNEC, e não deve andar-se a meter entraves para que esta obras avancem como alguns que defendem outras ligações por túnel ou outras pontes imaginárias (Beato-Montijo) e mesmo nos aspectos ambientais não há razão para que não se avance com estas obras. Aquando da construção da ponte Vasco da Gama foi uma controvérsia por causa dos flamingos, afinal de contas depois da construção da ponte ainda existem mais flamingos do que os que existiam antes da construção da ponte.
    A utilização da ponte 25 de Abril pelo TGV enquanto a ponte Chelas-Barreiro não fica pronta, não me parece boa ideia, porque implicaria ter que fazer obras na ponte 25 de Abril, porque a bitola do TGV é diferente da bitola da ferrovia convencional. O melhor mesmo é avançar-se o mais depressa possível, com ponderação é certo, mas com determinação conforme a comunicação ao país do Sr. Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates na Quinta-Feira, 10 de Janeiro de 2008, que confirmou a decisão das localizações quer do Aeroporto (Zona do Campo de Tiro de Alcochete), quer da Terceira Travessia do Tejo em Lisboa (Chelas-Barreiro). Quero aqui deixar uma palavra de apreço e de agradecimento para o Sr. Presidente da República, Professor Aníbal Cavaco Silva, que afirmou recentemente estar contente com estas decisões do Governo, também uma palavra de apreço e agradecimento para o Sr.Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates e também ao Sr. Presidente do LNEC, Eng. Carlos Matias Ramos e a toda a equipa que trabalhou e continua a trabalhar para que este projectos vão para a frente, pois parece que finalmente reunem consenso nacional, embora alguns não muitos continuem a arranjar argumentos que não me parecem sustentáveis para que não se avance com confiança e determinação num futuro mais próspero.

  6. Carlos Reforço Says:

    A localização do futuro Aeroporto Internacional de Lisboa na zona do Campo de Tiro de Alcochete não deve ser condicionada pelo traçado do TGV, nem o traçado do TGV deve ser condicionado pela localização do aeroporto, mas concordo com o Sr. Presidente do LNEC, Eng. Carlos Matias Ramos quando recomenda que se deve localizar a aerogare o mais a sudoeste possível do Campo de Tiro de Alcochete (6 Km a SW).Desta forma fica mais perto dos acessos à ponte Vasco da Gama e do centro da cidade de Lisboa.
    Quanto ao TGV, a melhor solução e que tinha sido apresentada pela Secretaria de Estado dos Transportes e Comunicações em Março de 2007 tal como a Terceira Travessia do Tejo (TTT) em Lisboa, é a articulação pela ligação central através de uma ponte Chelas-Barreiro (que deverá incluir o modo rodoviário e ferroviário convencional) e o trajecto a partir do Barreiro sensivelmente paralelo ao da linha do Alentejo. A partir deste troço principal é que deverá ser feita a ligação ao futuro aeroporto com linha férrea de acesso ou mesmo seguir a linha de TGV principal depois desta ligação ao aeroporto em linha recta mais ou menos paralela à linha do Alentejo.
    É certo que isto são obras complexas, mas não deve extrapolar-se muito à volta destes assuntos porque os prazos são curtos e o tempo urge para que estas obras avancem.
    Penso que esta minhas ideias, convergem com as do LNEC, e não deve andar-se a meter entraves para que estas obras avancem como alguns que defendem outras ligações por túnel ou outras pontes imaginárias(Beato-Montijo;Alverca-Alcochete;Olaias-Montijo e Algés-Trafaria) e mesmo nos aspectos ambientais não há razão para que não se avance com estas obras. Aquando da construção da ponte Vasco da Gama foi uma controvérsia por causa dos flamingos, afinal de contas depois da construção da ponte ainda existem mais flamingos do que os que existiam antes da construção da ponte.
    A utilização da ponte 25 de Abril pelo TGV enquanto a ponte Chelas-Barreiro não fica pronta, não me parece boa ideia, porque implicaria ter que fazer obras na ponte 25 de Abril, porque a bitola do TGV é diferente da bitola da ferrovia convencional. O melhor mesmo é avançar-se o mais depressa possível, com ponderação é certo, mas com determinação conforme a comunicação ao país do Sr. Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates na Quinta-Feira, 10 de Janeiro de 2008, que confirmou a decisão das localizações quer do Aeroporto (Zona do Campo de Tiro de Alcochete), quer da Terceira Travessia do Tejo em Lisboa (Chelas-Barreiro). Quero aqui deixar uma palavra de apreço e de agradecimento para o Sr. Presidente da República, Professor Aníbal Cavaco Silva, que afirmou recentemente estar contente com estas decisões do Governo, também uma palavra de apreço e agradecimento para o Sr.Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates e também ao Sr. Presidente do LNEC, Eng. Carlos Matias Ramos e a toda a equipa que trabalhou e continua a trabalhar para que este projectos vão para a frente, pois parece que finalmente reunem consenso nacional, embora alguns não muitos continuem a arranjar argumentos que não me parecem sustentáveis para que não se avance com confiança e determinação num futuro mais próspero.
    O eixo dos concelhos:Seixal,Barreiro,Moita,Pinhal Novo-Palmela,Setúbal tem perto de 500.000 habitantes(Seixal:140.000;Barreiro:90.000;Moita:70.000;Pinhal Novo-Palmela:60.000;Setúbal:120.000)enquanto o eixo dos concelhos:Montijo e Alcochete tem 65.000 habitantes(Montijo:45.000;Alcochete:20.000).
    Então nos movimentos pendulares entre as duas margens do Tejo na Área Metropolitana de Lisboa a Travessia que se justifica é em todos os sentidos de estudo a de Chelas-Barreiro isto porque em termos de ferrovia convencional é no Barreiro-Lavradio que existe este modo de transporte ao contrário do Montijo e de Alcochete que não possuem nem ferrovia convencional nem população que justifique o que o Sr Eng.José Manuel Viegas(professor do I.S.T) anda tão milimétricamente a defender que é a ponte ou túnel Beato-Montijo. Também o TGV não justifica que a ponte ou túnel tenha que ser no corredor Beato-Montijo porque mesmo que o TGV tenha que passar no Novo Aeroporto de Lisboa (Campo de Tiro de Alcochete), ao sair de Lisboa o TGV não precisa de articular na ponte ou túnel Beato-Montijo porque para já o TGV é um modo de transporte concorrente ao avião e depois mesmo que o argumento de quem defende (Beato-Montijo;Olaias-Montijo;Alverca-Alcochete) seja o de endireitar o caminho à saída de Lisboa para a zona do Novo Aeroporto esquece-se que o TGV se tiver que parar no Novo Aeroporto, parta de Lisboa e articule do Beato para o Montijo, de Chelas para o Barreiro, ou de Alverca para Alcochete nem tem tempo para acelerar, porque mal parte tem que parar. Se fôr por motivos de cativar espanhóis ou outros para virem apanhar o avião ao novo aeroporto(como o economista Dr. Augusto Mateus defende) pois aí o que tem que se fazer é a linha de TGV partir em linha recta do novo aeroporto em direcção a leste ou seja em direcção a Badajoz(Espanha).
    Mas na Área Metropolitana de Lisboa essa discrepância do TGV é insignificante porque as paragens no novo aeroporto fazem com que o efeito rapidez seja atenuado ou mesmo anulado qualquer que seja a travessia em estudo no LNEC. Eu sou estudante do ensino superior na área de Geografia, e no Plano Regional de Ordenamento Territorial e Desenvolvimento Urbano, é minha convicção de que a Terceira Travessia do Tejo em Lisboa deverá ser no corredor central (Chelas-Barreiro) devido aos argumentos que já defendi atrás (mais população no eixo Seixal;Barreiro;Moita;Pinhal Novo-Palmela;Setúbal do que no eixo Montijo;Alcochete)e também à existência de ferrovia convencional no Barreiro ao contrário no Montijo e Alcochete que não têm ferrovia convencional.Por fim dizer que a melhor solução para mim e provavelmente para 75% de quem se está a debruçar sobre estes estudos, é como já referi atrás a ponte Chelas-Barreiro e que esta Terceira Travessia do Tejo em Lisboa deverá ser em ponte e não em túnel(devido a impactes ambientais e outros: como maiores dificuldades de construção-ver exemplo do túnel do Terreiro do Paço e também em termos turísticos estes preferem viajar em pontes do que em túneis) e articular os modos de transporte(TGV;ferrovia convencional e rodovia)e ainda os locais de amarração deverão ser Chelas(Lisboa) na margem Norte e Lavradio(Barreiro) na margem Sul.

  7. Carlos Reforço Says:

    É certo que isto são obras complexas, mas não deve extrapolar-se muito à volta destes assuntos porque os prazos são curtos e o tempo urge para que estas obras avancem.
    Penso que esta minhas ideias, convergem com as do LNEC, e não deve andar-se a meter entraves para que estas obras avancem como alguns que defendem outras ligações por túnel ou outras pontes imaginárias(Beato-Montijo;Alverca-Alcochete;Olaias-Montijo e Algés-Trafaria) e mesmo nos aspectos ambientais não há razão para que não se avance com estas obras. Aquando da construção da ponte Vasco da Gama foi uma controvérsia por causa dos flamingos, afinal de contas depois da construção da ponte ainda existem mais flamingos do que os que existiam antes da construção da ponte.
    A utilização da ponte 25 de Abril pelo TGV enquanto a ponte Chelas-Barreiro não fica pronta, não me parece boa ideia, porque implicaria ter que fazer obras na ponte 25 de Abril, porque a bitola do TGV é diferente da bitola da ferrovia convencional. O melhor mesmo é avançar-se o mais depressa possível, com ponderação é certo, mas com determinação conforme a comunicação ao país do Sr. Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates na Quinta-Feira, 10 de Janeiro de 2008, que confirmou a decisão das localizações quer do Aeroporto (Zona do Campo de Tiro de Alcochete), quer da Terceira Travessia do Tejo em Lisboa (Chelas-Barreiro). Quero aqui deixar uma palavra de apreço e de agradecimento para o Sr. Presidente da República, Professor Aníbal Cavaco Silva, que afirmou recentemente estar contente com estas decisões do Governo, também uma palavra de apreço e agradecimento para o Sr.Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates e também ao Sr. Presidente do LNEC, Eng. Carlos Matias Ramos e a toda a equipa que trabalhou e continua a trabalhar para que este projectos vão para a frente, pois parece que finalmente reunem consenso nacional, embora alguns não muitos continuem a arranjar argumentos que não me parecem sustentáveis para que não se avance com confiança e determinação num futuro mais próspero.
    O eixo dos concelhos:Seixal,Barreiro,Moita,Pinhal Novo-Palmela,Setúbal tem perto de 500.000 habitantes(Seixal:140.000;Barreiro:90.000;Moita:70.000;Pinhal Novo-Palmela:60.000;Setúbal:120.000)enquanto o eixo dos concelhos:Montijo e Alcochete tem 65.000 habitantes(Montijo:45.000;Alcochete:20.000).
    Então nos movimentos pendulares entre as duas margens do Tejo na Área Metropolitana de Lisboa a Travessia que se justifica é em todos os sentidos de estudo a de Chelas-Barreiro isto porque em termos de ferrovia convencional é no Barreiro-Lavradio que existe este modo de transporte ao contrário do Montijo e de Alcochete que não possuem nem ferrovia convencional nem população que justifique o que o Sr Eng.José Manuel Viegas(professor do I.S.T) anda tão milimétricamente a defender que é a ponte ou túnel Beato-Montijo. Também o TGV não justifica que a ponte ou túnel tenha que ser no corredor Beato-Montijo porque mesmo que o TGV tenha que passar no Novo Aeroporto de Lisboa (Campo de Tiro de Alcochete), ao sair de Lisboa o TGV não precisa de articular na ponte ou túnel Beato-Montijo porque para já o TGV é um modo de transporte concorrente ao avião e depois mesmo que o argumento de quem defende (Beato-Montijo;Olaias-Montijo;Alverca-Alcochete) seja o de endireitar o caminho à saída de Lisboa para a zona do Novo Aeroporto esquece-se que o TGV se tiver que parar no Novo Aeroporto, parta de Lisboa e articule do Beato para o Montijo, de Chelas para o Barreiro, ou de Alverca para Alcochete nem tem tempo para acelerar, porque mal parte tem que parar. Se fôr por motivos de cativar espanhóis ou outros para virem apanhar o avião ao novo aeroporto(como o economista Dr. Augusto Mateus defende) pois aí o que tem que se fazer é a linha de TGV partir em linha recta do novo aeroporto em direcção a leste ou seja em direcção a Badajoz(Espanha).
    Mas na Área Metropolitana de Lisboa essa discrepância do TGV é insignificante porque as paragens no novo aeroporto fazem com que o efeito rapidez seja atenuado ou mesmo anulado qualquer que seja a travessia em estudo no LNEC. Eu sou estudante do ensino superior na área de Geografia, e no Plano Regional de Ordenamento Territorial e Desenvolvimento Urbano, é minha convicção de que a Terceira Travessia do Tejo em Lisboa deverá ser no corredor central (Chelas-Barreiro) devido aos argumentos que já defendi atrás (mais população no eixo Seixal;Barreiro;Moita;Pinhal Novo-Palmela;Setúbal do que no eixo Montijo;Alcochete)e também à existência de ferrovia convencional no Barreiro ao contrário no Montijo e Alcochete que não têm ferrovia convencional.Por fim dizer que a melhor solução para mim e provavelmente para 75% de quem se está a debruçar sobre estes estudos, é como já referi atrás a ponte Chelas-Barreiro e que esta Terceira Travessia do Tejo em Lisboa deverá ser em ponte e não em túnel(devido a impactes ambientais e outros: como maiores dificuldades de construção-ver exemplo do túnel do Terreiro do Paço e também em termos turísticos estes preferem viajar em pontes do que em túneis) e articular os modos de transporte(TGV;ferrovia convencional e rodovia)e ainda os locais de amarração deverão ser Chelas(Lisboa) na margem Norte e Lavradio(Barreiro) na margem Sul.

  8. Carlos Reforço Says:

    Se o Porto tem 6 pontes(Arrábida,D.Luís,Infante D.Henrique,D.Maria,S.João e Freixo), Lisboa tem 2 pontes(25 de Abril e Vasco da Gama), porque não será precisa mais nenhuma ponte com rodovia no corredor central da Área Metropolitana de Lisboa segundo os estudos do Professor Eng. José Manuel Viegas (prof. do I.S.T.) e director do TIS, que afirma no estudo de comparação entre as hipóteses (Chelas-Barreiro vs. Beato-Montijo) que Beato-Montijo ganha em 14 de 15 critérios de avaliação de um estudo que não tem comparação porque esta hipótese(Beato-Montijo) não contempla a ligação rodoviária?
    Só pode ser por interesses de grupos económicos, que não estejam interessados em mais travessias rodoviárias para não perderem o monopólio da exploração dessas vertentes.Como as coisas mudam tão rápidamente neste “Admirável Mundo Novo” .
    Esperemos que impere o bom senso da Engenharia , do Planeamento Regional Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, Economia e Gestão de investimentos (Obras Públicas) tão importantes para o futuro como o é esta Terceira Travessia do Tejo em Lisboa que já vem referenciada desde o governo do Professor Economista, Aníbal Cavaco Silva como sendo no corredor central e ligando Chelas(Lisboa) a Lavradio(Barreiro). É a ligação mais correcta,equilibrada e justa para o desenvolvimento da Área Metropolitana de Lisboa, da capital do país(Lisboa), do Barreiro(que merece esta ponte) do Montijo(que mereceu a ponte Vasco da Gama em 1998) da Baixa da Banheira,de Alhos Vedros, da Moita, do Pinhal Novo, de Palmela , de Setúbal enfim de toda a Península de Setúbal.
    Referi que o Porto tem 6 pontes mas nem todas tem a vertente rodoviária, apenas 3 têm essa vertente(Arrábida,Infante D.Henrique e Freixo) isto contando que a ponte D.Luís funciona actualmente com o Metro do Porto, senão eram 4 as pontes com ligação rodoviária no Douro e na zona da cidade do Porto.
    A partir da decisão de que o Novo Aeroporto de Lisboa vai ser construído no Campo de Tiro de Alcochete, anunciada pelo Primeiro-Ministro do Governo de Portugal, Eng. José Sócrates em 10 de Janeiro de 2008, torna-se imperioso e necessário que a Terceira Travessia do Tejo em Lisboa tenha também para além da componente ferroviária a componente rodoviária e isso até foi muito bem anunciado ao país e ao mundo(10 de Janeiro de 2008) pelo Sr. Primeiro-Ministro que a Terceira Travessia do Tejo em Lisboa será rodo-ferroviária e localizada no corredor central Chelas-Barreiro. Portanto independentemente do estudo que o LNEC está a efectuar a minha opinião é que a decisão do Governo de Portugal foi a mais acertada aquela que tomou em 10 de Janeiro de 2008 quando anunciou a construção quer do Novo Aeroporto de Lisboa na zona do Campo de Tiro de Alcochete, quer da Terceira Travessia do Tejo(rodo-ferroviária) no corredor central Chelas-Barreiro.

  9. Carlos Reforço Says:

    Quando foi da construção da ponte Vasco da Gama lá apareceram oa ambientalistas a protestar contra a travessia rodoviária,por causa dos flamingos, vai se a ver ainda existem mais flamingos agora do que os que existiam antes da construção da ponte Vasco da Gama. Eu acho que se calhar são é mais uns feitos com os grandes grupos económicos que não têm interesse em perder o monopólio da exploração das vertentes rodoviárias. Então o Porto tem 6 pontes (4 rodoviárias) porque carga de água é que a capital do país não pode ter mais travessias rodoviárias do que as 2 actuais.

  10. Carlos Reforço Says:

    Quando foi da construção da ponte Vasco da Gama lá apareceram os ambientalistas a protestar contra a travessia rodoviária,por causa dos flamingos, vai se a ver ainda existem mais flamingos agora do que os que existiam antes da construção da ponte Vasco da Gama. Eu acho que se calhar são é mais uns feitos com os grandes grupos económicos que não têm interesse em perder o monopólio da exploração das vertentes rodoviárias. Então o Porto tem 6 pontes (4 rodoviárias) porque carga de água é que a capital do país não pode ter mais travessias rodoviárias do que as 2 actuais.Com a decisão de construção do novo aeroporto na zona do Campo de Tiro de Alcochete mais se justifica a inclusão da componente rodoviária na Terceira Travessia do Tejo em Lisboa.Os ambientalistas e outros que não compliquem as coisas, porque a decisão de construir esta Terceira Travessia do Tejo em Lisboa já vem do tempo do governo do Professor Economista, Aníbal Cavaco Silva actual Presidente da República, e faz todo o sentido esta Terceira Ponte no eixo Chelas-Barreiro. Pela localização até deveria ter sido a primeira ponte a ser construída, mas se calhar não existiram as outras 2 pontes, porque esta para além de ir servir o Novo Aeroporto de Lisboa na Margem Sul, resolve muitos problemas que as outras não resolveram em termos de distância-tempo nas deslocações entre as duas margens.

  11. carlos reforço Says:

    Se o país não apanhar o combóio da Europa, nunca mais vai conseguir outra oportunidade para no mínimo diminuir o atraso estrutural que tem em relação ao resto dos países do velho continente. Os argumentos dos velhos do Restelo contra os investimentos(TGV, NOVO AEROPORTO INTERNACIONAL DE LISBOA EM ALCOCHETE, NOVA PONTE CHELAS-BARREIRO, PLATAFORMA LOGÌSTICA DO POCEIRÃO) para o progresso e desenvolvimento de PORTUGAL, são pura ignorância e demagogia para com o PORTUGAL que se quer para o Séc.XXI e para as gerações vindouras que se querem mais ambiciosas e com direito a um futuro mais moderno e mais próspero.

  12. carlos reforço Says:

    A região onde a freguesia do Pinhal Novo está implantada, teve a sorte no séc. XIX quando começou a despoletar, dos políticos da época darem a oportunidade de lhe instalarem um dos melhores meios de comunicação em termos de transportes que é o caminho-de-ferro. Logo aí começava o desenvolvimento de uma povoação que embora na época fosse uma terra de gente rural ( a maior parte da sua população dedicava-se à actividade agrícola), pois com o advento do caminho-de-ferro começou a ter outras actividades que não só as agrícolas. Mas a maior parte dos oriundos que se vieram instalar nesta localidade, estavam ligados e ainda actualmente muita gente está ligada à actividade ferroviária. Foi devido a essa actividade e ao acesso que em termos de transporte lhe está associada, que hoje em dia somando a ela outras como sejam a rodoviária se pode dizer com todo o à vontade que o Pinhal Novo é uma localidade com boa acessibilidade. Mas devido a esta boa acessibilidade em termos de transportes e também à excelente situação que em termos geográficos lhe está inerente (localização entre Setúbal e Lisboa), surgiu um problema que ao fim e ao cabo não é problema nenhum, assim os políticos da nossa praça pública tenham vontade política para o resolver, que é a mobilidade. A mobilidade na freguesia do Pinhal Novo pode ser analisada de vários prismas. Começando pela mobilidade pedestre, ou seja a pé, deparamos-nos com alguns obstáculos devido precisamente a esta localidade estar dividida ao meio pelo caudal de linhas férreas do entroncamento que se verifica precisamente neste sítio do concelho de Palmela. A passagem subterrânea adjacente à Pluricoop e à antiga sede do Clube Desportivo Pinhalnovense é o exemplo mais flagrante destes obstáculos. Não sei de quem é a culpa da situação vergonhosa em que tal passagem se encontra mas duma vez por todas as entidades responsáveis que se reúnam, conversem e resolvam o problema porque assim é que não vamos a lado nenhum. Os elevadores não funcionam, a iluminação é deficiente e a segurança pública inexistente. Um deficiente motor não pode de maneira alguma atravessar esta passagem desnivelada. Para crianças e idosos é um perigo descerem aquelas escadas e para os adultos em horas mortas a partir do pôr do sol também é um perigo devido à falta de segurança pública. A REFER prometeu também fazer uma outra passagem desnivelada subterrânea do lado nascente da estação, mas até hoje não passou de promessas. Depois os políticos parece que também não estão muito interessados no desenvolvimento qualitativo e quantitativo do Pinhal Novo. Na mobilidade por via de veículos sejam eles motorizados ou não, a situação também não é a melhor. Para começar mais uma vez as entidades públicas voltam a não se entenderem. Quando o supermercado Modelo foi construído, ficou no ar a promessa que seria construída uma rotunda de acesso na zona adjacente ou seja na Estrada Nacional Nº 252 com o entroncamento que vem do referido supermercado. Já lá vão daqui mais quase sete anos e continua tudo na mesma com um sinal de trânsito proibido que não é respeitado por muita gente no referido entroncamento. O Instituto das Estradas de Portugal e a Câmara de Palmela ainda não conseguiram resolver este problema, volvidos que estão estes anos todos. Outra situação tem a ver com as lombas de abrandamento de velocidade que em zonas com menos perigo são colocadas e na Estrada Nacional que tem mais movimento não existe lombas de abrandamento de velocidade. Mais uma vez as entidades a não solucionarem um problema grave que já tem provocado acidentes mortais aos peões que atravessam a referida artéria principal do Pinhal Novo. Todos estes problemas de circulação mais os inerentes à vida própria duma vila que vai tendo movimento de cidade fazem parte de um outro plano de estudos que é mais abrangente e que para além deste que tenho estado a levantar o véu inclui outros como sejam os habitacionais: é o Urbanismo. Talvez por causa dos problemas da mobilidade dentro do Pinhal Novo, que não são resolvidos, porque para além da complexidade que envolvem também não há vontade dos políticos (poder central e local) para os resolverem e das entidades públicas (REFER, Instituto das Estradas de Portugal…), não se ultrapasse em termos urbanísticos a tal cota dos 3 andares por edifício construídos na área da freguesia de Pinhal Novo. Receio da chamada pressão urbanística.

  13. Carlos Reforço Says:

    PROJECTOS ATRASADOS CONDICIONAM DESENVOLVIMENTO DO PINHAL NOVO *

    PINHAL NOVO, Fevereiro/Março de 2007 (séc. XXI) num período em que a “urbe” comemora 79 anos de freguesia e 19 anos de elevação à categoria hierárquica de vila, que futuro se perspectiva no seu progresso a caminho de um destino que mais tarde ou mais cedo irá acontecer ?
    Desde as suas origens no séc. XIX, que o sítio do Pinhal Novo está predestinado ao progresso, devido à sua localização fulcral no centro da península de Setúbal, como entroncamento de vias de comunicação terrestres [ferroviária (séc. XIX) e rodoviária (séc. XX)]. Quando afirmo progresso, é no sentido de crescimento saudável e sustentado ainda que não limitado, porque uma futura cidade como o que previsivelmente irá acontecer com a actual vila de Pinhal Novo (mais tarde ou mais cedo ascenderá à categoria de cidade), não poderá estar limitada a directrizes que lhe condicionem o desenvolvimento. Portanto o PINHAL NOVO, desde as suas origens que tem um destino: ser CIDADE. Penso que é legítimo pensar assim, porque outras urbes bem perto do Pinhal Novo, já conseguiram esse desiderato, como por exemplo (Montijo, Vendas Novas, Seixal e Amora). Mas para o Pinhal Novo ser elevado à categoria de cidade, terão que mudar algumas limitações que lhe são impostas. Desde logo no que diz respeito a infra-estruturas a vila continua em 2007 bastante carenciada. Por culpa do poder central (por ex: para quando a construção do pavilhão gimnodesportivo da Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico-20 anos de atraso; do centro de saúde com atendimento permanente, etc…) , mas também temos que dar a mão à palmatória o poder local também tem as suas culpas. Outra situação que não se percebe muito bem, é porque continua em pleno séc. XXI o PINHAL NOVO condicionado à construção no máximo de prédios com 3 andares. Embora isto seja uma opinião pessoal, penso que não é por se limitar uma unidade territorial (freguesia), no que diz respeito à construção de edifícios com 3 andares, que se melhora a qualidade de vida das populações. É certo que quando essa limitação não é imposta ( poder construir-se mais de 3 andares por edifício), deverá sempre existir o cuidado das autarquias criarem espaços verdes e zonas de recreio e desporto (por ex: polidesportivos , courts de ténis e lagos artificiais, etc…). Esta prática embora tenha sido referida por mim na alusão que fiz à construção de edifícios com mais de 3 andares, é lógico que poderá se aplicar à actual situação do Pinhal Novo, que continua limitado à construção de edifícios apenas até 3 andares. Esta limitação não tem justificação, porque mesmo que o futuro aeroporto internacional de Lisboa fosse construído em Rio Frio, não seria por isso que havia impedimento para construir edifícios com mais de 3 andares em Pinhal Novo. A desculpa que a rede de água não tem pressão para chegar a um terceiro andar, quanto mais a um oitavo andar, também não pega, porque uma área geológica (areia,areolas-cascalho e argila-barro) como a que o Pinhal Novo pertence é riquíssima em veios de água (níveis freáticos), logo é só criarem-se as condições técnicas para a dita falta de pressão de água ser aumentada (aliás essa situação foi melhorada há pouco tempo, não sei é se é suficiente para fornecimento de água com pressão necessária a por exemplo servir edifícios de 8 andares). No actual contexto em que a vila de Pinhal Novo se insere, já se justificava a quem de direito se debruçasse sobre estes assuntos, uma vez que esta localidade que pertence à NUT** II-Lisboa e Vale do Tejo (CCDR)*** e mais regionalizado à NUT III-Península de Setúbal, que por sua vez está inserida na Área Metropolitana de Lisboa ( Grande Lisboa + Península de Setúbal), está a ficar para trás em relação a outras freguesias que se situam na mesma área metropolitana.
    Este texto que aqui estou a escrever, vem a propósito da notícia de capa da edição nº 436, de 27 de Fevereiro de 2007 do Jornal do Pinhal Novo, “CONSTRUTORES MANIFESTAM INSATISFAÇÃO” desenvolvido na pág. 3 da referida edição. Sobre esta situação não é fácil analisar, mas esperar 8 a 10 meses para ver um projecto aprovado ou não, é deveras muito tempo. Dá tempo de uma mãe gerar um filho e isto multiplicado n vezes ( várias situações idênticas), vejam bem o número de crianças que podem nascer, enquanto se espera pela aprovação ou não de um ou mais projectos. Enfim, não sei quem tem razão, porque o que é razão para uns para outros poderá não ser , mas uma coisa é certa, com o tempo que estão à espera é natural que os construtores manifestem a sua insatisfação, porque como cidadãos têm direito a manifestar-se. Vivemos num Estado democrático e como tal, qualquer cidadão tem o direito de se expressar. Por isso, como cidadão e munícipe tenho o direito de dizer o que me vai na alma, desde que usando esse valor que é o da livre expressão, que se conquistou com a liberdade e democracia em 25 de Abril de 1974, dizia desde que não prejudique a liberdade dos outros. Neste texto, penso que não prejudiquei ninguém, logo usando da faculdade que me assiste, que é a da expressão, tomei a liberdade de comentar a notícia em cima referida, porque como cidadão do Pinhal Novo, gostava que quem nos governa fizesse o melhor para a minha terra e para todos os Pinhalnovenses.
    Já vai longa a minha dissertação ou expressão ainda que não doutrinária, mas gostava de dizer que era positivo se para o Pinhal Novo o plano de urbanização que está para ser alterado permitisse a construção de edifícios mais altos que o 3º andar, não digo que se entrasse numa situação de deixar construir até 15 ou 20 andares, mas pelo menos até ao 8º ou 10º andar não era demasiado. Porque não é por isso que se perde qualidade de vida, desde que se criem os espaços necessários para reequilibrar as zonas habitacionais ( espaços verdes, espaços de lazer e de desporto etc…), e no Pinhal Novo há muito espaço para desenvolver essa política. Ficavam todos a ganhar (câmara, freguesia, habitantes , empresários, ecologistas etc…). Por exemplo os ecologistas , na minha perspectiva ficavam a ganhar porque se se construírem edifícios em altura há uma menor ocupação do espaço horizontal (propriedade horizontal), logo área para criar mais alguns espaços que não os habitacionais e ainda não se utilizariam outras áreas consideradas de reserva ecológica. O aumento do número de fogos em concentração numa mesma área também valorizaria o património predial em todos os sentidos, uma vez que por exemplo num edifício de 8 andares mais o rés-do-chão daria 9 pisos, se nesse edifício existissem 3 apartamentos por piso, daria um total de 27 apartamentos ou alojamentos, logo uma maior valorização de espaço e também um melhor aproveitamento de área. Área que já hoje é muito importante e de futuro o irá ser ainda mais, porque no aproveitamento é que está o ganho e podemos vir todos a beneficiar no futuro com uma política de bom aproveitamento de espaços. Já é tempo, então que quem de direito analise e altere este estado de coisas, porque existem enumeras vilas e cidades em Portugal, que por terem edifícios com mais de 3 andares não deixaram de ter a qualidade de vida necessária para quem vive nelas.

    * Comentário à notícia da edição nº 436 do Jornal do Pinhal Novo -“CONSTRUTORES MANIFESTAM INSATISFAÇÃO” Pág. 3.

    ** NUT-(Nomenclatura de Unidade Territorial ou Nível de Unidade Territorial)

    *** CCDR – (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional)

    Pinhal Novo, 07 de Março de 2007
    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

  14. Carlos Reforço Says:

    ESTAGNAÇÃO OU PROGRESSO EIS A QUESTÃO?

    Numa época em que se defende a globalização e a generalização de factores sócio – económicos, ainda existem pessoas agarradas a argumentos e a “algemas” dum passado recente (mesmo que depois da implantação da democracia em Portugal). São pessoas que estagnaram no tempo e no espaço e não admitem que exista mudança (ainda que essa mudança seja para melhor). Para eles a estagnação e o atraso na modernização sócio – económica são condições inalteráveis e preferem viver o resto da vida amarrados a directrizes de índole económica de séculos passados. Quando se fala ou escreve que vêm aí a caminho, por exemplo (tgv’s, grandes superfícies comerciais, habitacionais…), ficam com receio que a já debilitada estrutura económica se agrave. Puro engano, porque a estrutura económica só se deteriora, se a que existe quiser, uma vez que podem perfeitamente conviver as duas formas de economia (tradicional e moderna). Porém a forma tradicional tem que se modernizar, porque nos tempos actuais não se compadecem certas formas de comércio sem qualidade. Independentemente disto, eu fico admirado com certas pessoas, que até ocupam cargos de alguma importância na nossa sociedade, virem para a comunicação social, defender que as grandes superfícies (comerciais, habitacionais…) são um perigo para a economia débil da sociedade. Eu, pergunto a essas pessoas se nunca frequentaram tais superfícies? Deve ser verdade, que isso tenha acontecido. Só vivem do comércio tradicional. A concorrência é salutar, basta observar o que se passa à nossa volta, aqui no nosso pacato meio. A instituição comercial que primeiro chegou pós 25 de Abril (cooperativa), que se apelidava como, de e para servir o povo e os pobres, é a que pratica os preços mais altos das similares do mesmo ramo. Então onde está o princípio de que a cooperativa era para os pobres. As outras unidades comerciais (independentemente de divulgar os seus nomes) praticam em média todas preços de mercado mais baixos. Também os comerciantes particulares não apresentam a qualidade e os preços de outras superfícies ditas de grandes. Então meus amigos, com estes exemplos é de ficarmos agarrados a argumentos ultrapassados no tempo ou de acreditarmos na realidade do mundo dos nossos dias? É de acreditarmos que o progresso é salutar desde que esse mesmo progresso seja sustentado e equilibrado, mas não condicionado, logo a estagnação e a defesa do atraso económico não são argumentos de defesa de melhoria da economia da nossa sociedade. Assim sendo, a questão do título em causa pode ficar no ar, mas a resposta na minha acepção de sócio – economia é simples, sem progresso não saímos da cepa torta.

    Pinhal Novo, 16 de Janeiro de 2009

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

  15. carlos reforço Says:

    Quando foi da construção da ponte Vasco da Gama lá apareceram os ambientalistas a protestar contra a travessia rodoviária, por causa dos flamingos, vai se a ver ainda existem mais flamingos agora do que os que existiam antes da construção da ponte Vasco da Gama. Eu acho que se calhar são é mais uns feitos com os grandes grupos económicos que não têm interesse em perder o monopólio da exploração das vertentes rodoviárias. Então o Porto tem 6 pontes (4 rodoviárias) porque carga de água é que a capital do país não pode ter mais travessias rodoviárias do que as 2 actuais.Com a decisão de construção do novo aeroporto na zona do Campo de Tiro de Alcochete mais se justifica a inclusão da componente rodoviária na Terceira Travessia do Tejo em Lisboa.Os ambientalistas e outros que não compliquem as coisas, porque a opção de construir esta Terceira Travessia do Tejo em Lisboa já vem do tempo do governo do Professor Economista, Aníbal Cavaco Silva actual Presidente da República, e faz todo o sentido esta Terceira Ponte no eixo Chelas-Barreiro. Pela localização até deveria ter sido a primeira ponte a ser construída, mas se calhar não existiriam as outras 2 pontes, porque esta para além de ir servir o Novo Aeroporto de Lisboa na Margem Sul, resolve muitos problemas que as outras não resolveram em termos de distância-tempo nas deslocações entre as duas margens. Portanto, o PS está no caminho certo, ao contrário do actual PSD que só pensa em cruzar os braços não fazer obras públicas e ficar à espera da morte. A decisão do PS é acertada e por isso p´ra frente PS , p’ra frente PORTUGAL.

  16. carlos reforço Says:

    As pessoas ainda continuam a fazer ruído e protesto, sobre uma escolha que do ponto de vista da ferrovia convencional é a escolha mais acertada, e da rodovia que irá fazer falta em 2018 aquando da entrada em funcionamento do futuro aeroporto intercontinental de Lisboa, que tem a sua localização prevista no Campo de Tiro de Alcochete. Então a opção da localização da 3ª Travessia do Tejo em Lisboa no eixo Chelas-Barreiro já vem do tempo do governo do actual Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, por isso as pessoas que não compliquem as coisas.

  17. Carlos Reforço Says:

    MUNDIAL 2018

    Neste tempo de crise económica mundial, é bom que existam estes abanões para ver se as pessoas acordam da letargia em que o mundo ocidental em geral e o nosso país em particular se encontram. Com isto fico contente que os altos dirigentes da UEFA e até mesmo da FIFA se congratulem com a candidatura Ibérica ao mundial de 2018. Era mesmo muito bom que esse mundial se venha a realizar em território Ibérico (Portugal e Espanha), porque para além de se rentabilizar as infra-estruturas construídas em Portugal por alturas do Euro 2004 iríam-se rentabilzar os investimentos públicos que estão previstos para Portugal principalmente o TGV e o NOVO AEROPORTO INTERCONTINENTAL DE LISBOA previsto para o campo de tiro de Alcochete. Para além disso fomentar-se-á o crescimento do turismo para todo o território deste país, que em termos de natureza tem tudo para ser o paraíso. Pois temos um sol maravilhoso e paisagens paradísiacas desde o Minho até ao Algarve, passando pelos Açores e a Madeira. Podem acreditar mesmo que penso que a candidatura Ibérica à organização do Mundial de Futebol de 2018 é a mais forte de todas quantas estão a concorrer e salvo qualquer imprevisto ou irregularidade, irá com alguma facilidade ganhar a organização do Mundial de 2018, pois os povos mundiais não irão esquecer a partida para a aventura das descobertas dos mares e do Mundo e depois o sol de Espanha e de Portugal convida a visita de todos os povos do mundo. Boa sorte Espanha e Portugal.

    Pinhal Novo, 16 de Março de 2009
    Carlos Manuel Reforço

  18. carlos reforço Says:

    Os 3 D’s que Abril falta cumprir…

    Neste tempo de crise económica mundial e em ano eleitoral em Portugal, fala-se muito e age-se pouco para cumprir os 3 D’s de Abril. Quando em 25 de Abril de 1974, perante a revolução dos cravos se enunciaram os 3 D’s de Descolonização, Democratização e Desenvolvimento, então o povo teve por um momento a ilusão que tudo iria ficar bem encaminhado e que todos mas mesmo todos iríamos dar as mãos, para lutarmos com determinação para o desenvolvimento e bem estar dos povos irmãos de Língua Portuguesa.
    Começou tudo por se precipitar, quando o 1º dos D foi feito muito à pressa e com o poder das antigas colónias a ficar nas mãos de uma parte e a restante parte com muita dificuldade a poder manifestar-se, pois as pressas são inimigas da perfeição. Portanto com isto quero dizer que a Descolonização deveria ter sido feita com mais perfeição e não com tanta pressa. Logo aí, a pressa da Descolonização das antigas colónias de língua oficial portuguesa (Palop’s + Timor-Leste e Macau), ou seja para ser mais específico os países africanos de língua oficial portuguesa (Palop’s) que são (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe) mais os asiáticos (Timor-Leste e a cidade de Macau), dizia eu que a pressa para a Descolonização deu azo a que o 2º dos D ou seja a Democratização não fosse feita da melhor maneira. Enquanto isso, na metrópole, ou seja, em Portugal Continental e nas Ilhas Adjacentes (Açores e Madeira) o poder político embora emergente de eleições livres e democráticas foi alternando nestes quase 35 anos de Democracia em Portugal entre o PS e o PSD. Entretanto foram evoluindo as instituições, mas no que concerne aos 3 D’s, a Descolonização, embora tivesse que ser feita, não deveria ter sido feita tão rápido, porque tirando o caso de Angola todos os outros países que emergiram dessa Descolonização Portuguesa, estão numa má situação económica e até social. O 2º dos 3 D’s não está bem cumprido em qualquer das antigas colónias e até no que concerne ao continente e ilhas adjacentes de Portugal, também não está de boa saúde a Democracia em Portugal. Isto pode ser elucidado com o provérbio “Em casa que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”. Isto porquê?
    Porque, os sucessivos governos, sempre descuraram ou menos deram atenção aos problemas sociais de um povo Português, que no território Continental e Ilhas Adjacentes não possui os recursos energéticos (gás e petróleo) e as matérias-primas (ouro,prata, cobre,diamantes…) necessárias e suficientes para que o Desenvolvimento socio-económico, possa ser feito com menos défice para com o estrangeiro. As empresas têm lutado cada vez com mais dificuldades, devido a que a política de incentivos à sua fixação não tem sido a melhor, e com isto são cada vez mais as empresas a fecharem ou pura e simplesmente a deslocalizarem-se para outros países onde esses incentivos à sua fixação são mais atractivos. Depois a Democracia está doente, porque alguns poucos que estão bem na vida, esquecem-se que os restantes outros estão mal. E, são cada vez mais os que estão mal, devido ao Desemprego e às dificuldades que cada vez mais as pessoas têm ao acesso aos cuidados básicos de saúde, factor fundamental para que a mente e o físico humanos estejam bem, para uma vida equilibrada e saudável, porque sem saúde ninguém pode estar bem na vida. Como é que uma pessoa com problemas de saúde, pode ter hipótese ou acesso em condições normais ao ensino e ao emprego, sem recursos económicos? Não pode ter as mesmas hipóteses que aqueles que têm um maior poder económico.
    Quem, diz no acesso à saúde e à educação, também o diz à justiça, à habitação etc…
    Portanto; com o 2º D dos 3 D’s doente, ou seja, com a Democracia e consequente Democratização doentes, não conseguimos levar por diante o 3º D dos 3 D’s que é o D do Desenvolvimento.
    Neste ano de 2009, que é um ano de fundamental importância para PORTUGAL, devido aos 3 actos eleitorais que se aproximam e também a enveredarmos por uma política de melhoria da Democracia e por uma política de Desenvolvimento, alguns políticos ainda andam a dizer que não se devem fazer obras públicas, portanto o que se deve fazer é cruzar os braços e ficarmos à espera da morte. Esses políticos já tiveram grandes responsabilidades na política financeira do país, e até apesar dos alunos e dos professores contestarem a actual política deste governo em relação à educação, esses políticos que andam demagógicamente a defender a sua cor política esquecem-se quando tiveram responsabilidades nesta área da educação. Eu não estou a defender o actual governo, mas uma coisa é certa se as pessoas têm memória curta e não se lembram quando essas pessoas a que me refiro tiveram responsabilidades governativas, então estamos mesmo democraticamente muito doentes. Eu não tenho filiação partidária, mas no actual cenário que se nos depara penso que só com a união da esquerda se poderá combater a arrogância e demagogia da direita. Ora da esquerda temos a CDU, BE, MRPP… e penso que o PS também se enquadra nos partidos de esquerda, embora enquanto governo faça muitas vezes política de direita, porque se calhar conjunturalmente lhe seja mais favorável, no relacionamento com os países capitalistas da UE (Alemanha,França,Itália,Inglaterra…) e Estados Unidos da América do norte. Penso que a esquerda têm que se unir (PS, CDU, BE, MRPP…) para lutar contra a direita (PSD, CDS-PP…). E não se esqueçam se o actual PSD, ganhar as eleições, não vamos ter obras públicas na nossa geração e o o 3º D do Desenvolvimento de Abril ficará por cumprir para o resto da nossa vida.

    Pinhal Novo, 15 de Março de 2009
    Com os melhores cumprimentos,

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

  19. Carlos Reforço Says:

    PINHAL NOVO: a cidade e a concelho, num futuro muito próximo?

    Para quando a realização do estudo, que prevê a criação do concelho do Pinhal Novo, integrando também no seu território a freguesia do Poceirão e outros territórios limítrofes que justifiquem por arranjo situar-se neste futuro concelho. Uma vez que se aproximam investimentos públicos de grande envergadura como o TGV e a Plataforma Logística mais se justifica num futuro muito breve a alteração dos limites do actual concelho de Palmela que é enorme, pois é só o maior da Península de Setúbal com 460 Km² e de difícil gestão territorial. Assim se fosse dividido em dois concelhos, Palmela por um lado (com as freguesias de Palmela, Quinta do Anjo e Marateca) e Pinhal Novo por outro lado (com as freguesias de Pinhal Novo e Poceirão e outras que por arranjo territorial possam ser viáveis) será mais fácil para a gestão e ordenamento do território e também para o desenvolvimento urbano do Pinhal Novo.

  20. carlos reforço Says:

    PINHAL NOVO, QUE FUTURO?
    R: CIDADE e CONCELHO.

    Exmºs Srs(a). Deputados da Assembleia da República Portuguesa

    Com Conhecimento:
    Comunidade Local

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço, cidadão português, com o B.I. Nº 6064312 do arquivo de Lisboa, residente na Avª. Alexandre Herculano, 36 1º Esq. 2955-112 PINHAL NOVO, Funcionário Público, Estudante Universitário na área de Geografia, Planeamento Regional, Ordenamento e Gestão do Território e Desenvolvimento Urbano, vem por este meio manifestar-se, se lhe é permitido e penso que sim, porque vivemos num Estado Democrático há 35 anos, dizia eu, vem manifestar a sua discordância e alguma revolta por algumas situações negativas, que se passam na zona onde reside que é a freguesia de Pinhal Novo, que pertence ao concelho de Palmela, no distrito de Setúbal.
    Começo pela Avª Alexandre Herculano, que é a artéria principal do Pinhal Novo, pois é nem mais nem menos a Estrada Nacional Nº 252 e que por sinal é atravessada por muito trânsito, principalmente em horas de ponta e também fora das horas de ponta. Tráfego esse que aumentou com a abertura da Ponte Vasco da Gama, desde 29 de Março de 1998, pois para além do tráfego que se destina a esta localidade, suporta também tráfego que se destina a outras localidades, como Palmela e Setúbal, pois os automobilistas para evitarem o pagamento de portagens na Auto-Estrada Nº 12 que liga a Ponte Vasco da Gama desde as portagens da Lusoponte no Montijo, à entrada da cidade de Setúbal, desviam no acesso para o IC32 até ao acesso para a Estrada Nacional Nº 252 na zona da Lançada e seguem depois por esta estrada atravessando toda a localidade de Pinhal Novo no sentido N-S e vice-versa quando se inverte o sentido do trânsito neste caso S-N se for com destino a Lisboa ( solução para isto a construção de variantes quer a nascente quer a poente da Vila de Pinhal Novo e futura Cidade). Em conversa com o sr. vereador da gestão urbanística (Urbanismo) da Câmara Municipal de Palmela, foi-me dito que a responsabilidade da gestão da Estrada Nacional Nº 252, é das Estradas de Portugal, porque questionado sobre de quem é a responsabilidade de colocação de Lombas de Abrandamento de Velocidade dentro da Vila de Pinhal Novo, foi-me respondido que essa responsabilidade é das Estradas de Portugal. Coloquei esta questão no passado dia 20 de Março de 2009, em atendimento descentralizado no âmbito da semana da freguesia de Pinhal Novo, porque têm morrido muitas pessoas atropeladas nas passadeiras na referida artéria que atravessa o Pinhal Novo, devido ao excesso de velocidade que alguns condutores impõem às suas viaturas dentro desta localidade. Então impõe-se que alguém de direito assuma a responsabilidade e se tente solucionar a colocação das ditas Lombas de Abrandamento de Velocidade, para que se evitem os tais excessos de velocidade dentro da localidade do Pinhal Novo e com isso mais perdas de vidas humanas. Sobre a Estrada Nacional Nº 252 e na zona sul, perto do Modelo, perguntei também, porque é que depois de ter sido prometida uma rotunda de acesso ao referido Hipermercado, passados que estão daqui mais 9 anos continua tudo na mesma, com 2 sinais de sentido proibido, um de cada lado do referido entroncamento. Mais uma vez a câmara a passar a responsabilidade para as Estradas de Portugal. Ainda dentro do mesmo atendimento descentralizado foi-me dito pelo Sr. vereador que a responsabilidade de fiscalização dos veículos estacionados para venda, na Avª Alexandre Herculano é da GNR. O que é certo é que os ditos veículos passam lá semanas e meses estacionados, sem ninguém fazer algo para que isso não aconteça, apesar das pressões da câmara segundo o Sr. vereador. A seguir questionei o Sr. vereador sobre a fraca iluminação que existe naquela artéria e de uma maneira geral em todo o perímetro urbano da Vila do Pinhal Novo, ao que me foi respondido que apesar de pressões a responsabilidade é da EDP. Ainda dentro do tema da Acessibilidade e Mobilidade questionei o Sr. vereador sobre, em que termos se encontram as negociações com a REFER por causa de uma série de erros deixados aquando da construção (Empresa Teixeira Duarte) da Nova Estação de Pinhal Novo e da passagem desnivelada inferior junto à Pluricoop e antiga sede do Clube Desportivo Pinhalnovense. Esta passagem desnivelada subterrânea ou inferior, ficou a funcionar com fraca iluminação e sem elevadores a funcionarem, portanto sem segurança nenhuma e de acesso interdito a deficientes motores pois estes não podem subir e descer escadas. As crianças e os idosos também não têm nesta passagem a segurança necessária para que possam evitar quedas, depois e na generalidade todas as pessoas não têm qualquer segurança pública, pois a passagem é subterrânea, mal iluminada sem videovigilância e sem vigilância policial ou de outro tipo de vigilância (por ex: segurança). A REFER também prometeu a construção de outra passagem desnivelada inferior a nascente da estação ferroviária, mas até agora não passou de promessas. A estação ferroviária também não está completamente acabada, pois existem duas linhas para concluir a ligação há rede de linhas ferroviárias e consequentemente duas plataformas ou gares por concluir e já agora a parte superior da estação poderia levar uma pala superior como as das estações de Coina ou Pragal, porque este que será o futuro interface da margem sul precisa de uma boa atenção aos passageiros e utentes que por ali passam e por vezes têm que esperar largos minutos ou até horas para ligação a outros serviços ferroviários, porque por vezes quando há intempéries sofrem na pele as condições desagradáveis de desconforto (frio, vento, chuva…).Também a Torre de Sinalização e Manobra, que ficou no local onde sempre esteve não lhe foi dada a merecida atenção, pois poderia servir para miradouro se lhe dessem condições de acesso, para as pessoas poderem visitá-la em várias actividades como por exemplo em visitas de estudo ou mesmo em visitas turísticas, pois a Torre tem a altura de um 3º andar e de lá tem uma vista sobre toda a área circundante. Por falar em 3º andar, não se percebe muito bem porque em pleno séc. XXI, a vila de Pinhal Novo que tem movimento de cidade, principalmente às horas de ponta e não só, continua condicionada ou limitada à construção de edifícios com 3 andares. As desculpas do aeroporto e da falta de pressão da água, não pegam porque o Novo Aeroporto de Lisboa previsto para o Campo de Tiro de Alcochete, fica a mais de 20 Km de distância e mesmo que fosse em Rio Frio, não seria por isso que não se poderia por exemplo construir edifícios com 6 andares como os que existem em Palmela, bem perto do castelo que é um monumento histórico e que não deveria ter assim tão perto dele dentro da vila de Palmela edifícios de 6 andares, como os que existem na Nova Palmela. Mas já que existem edifícios de 6 andares em Palmela e eu até não sou contra, porque será que não se permite a construção de edifícios de 6 andares em Pinhal Novo? A única resposta que posso ter para isto é que Palmela não quer que a vila de Pinhal Novo lhe passe à frente em termos de altura dos edifícios e de outras coisas, mas se é por isso pois não conseguem travar o crescimento populacional de Pinhal Novo que é quase o dobro do de Palmela e com tendência a acentuar-se esta diferença, pois Palmela está encravada num morro que é ainda uma ramificação da cadeia montanhosa da Arrábida na sua parte terminal, e o Pinhal Novo está situado numa imensa planície, que tem por onde crescer sem limitações, pelo menos em plano horizontal já que em altura (na vertical), Palmela e outros continuam a condicionar e a limitar a construção de edifícios com mais de 3 andares. A falta de pressão da água também não pega, porque se não há pressão suficiente, necessária a fornecer água com condições dignas a uma Vila de Pinhal Novo que merece com toda a certeza uma melhor qualidade de vida para os seus habitantes, na sua caminhada para ser cidade, então que se criem as condições técnicas para fornecer água aos prédios com 3 ou mais andares, pois a zona em que o Pinhal Novo se situa é rica em veios de água (níveis freáticos) visto situar-se numa área geológica favorável, em terrenos do Quaternário (areias, areolas-cascalho,argila-barro). Uma vez que o Plano Director Municipal, do Concelho de Palmela e os respectivos Planos de Urbanização estão para ser alterados, penso que será uma oportunidade para que a Vila de Pinhal Novo, possa finalmente ter possibilidade de apresentar aos seus concidadãos e outros que para o Pinhal Novo pretendam vir residir, edifícios modernos com condições dignas (elevadores, espaços interiores bem arejados e com boa luminosidade solar, divisões bem arquitectadas com 2 ou mais casas de banho,…) e com mais de 3 andares, pois já que possui uma estação ferroviária tão grande e moderna (ainda que inacabada), digna de uma cidade como a Amora ou o Montijo, que aqui bem perto do Pinhal Novo, possuem edifícios com mais de 3 andares, será merecedora no seu percurso ou caminho de Vila para Cidade, a que lhe deiam a oportunidade de pelo menos deixarem construir edifícios com 6 andares, como existem na Vila de Palmela. Palmela que é a sede de Concelho ao qual pertence a freguesia de Pinhal Novo, que tem quase o dobro da população da sede do Concelho. Ainda na arquitectura urbana e no planeamento urbanístico e paisagístico, será saudável e sustentável para a gestão territorial, que na construção de edifícios por exemplo de 6 andares, com ocupação de menos espaço na horizontal (ao contrário da actual política de construção de edifícios só com 3 andares ou menos, ocupando por isso, assim mais espaço na horizontal e logo no horizonte) para a Vila de Pinhal Novo e futura Cidade, que se arquitectem os espaços exteriores com zonas verdes, espaços de lazer e desporto como polidesportivos, courts de ténis, espaços de água onde se podem incluir lagos artificiais, circuitos de manutenção (footing, ciclovias…), green de golfe, piscinas e espaços aquáticos, etc…). Ainda dentro da temática da água, mas na vertente dos cursos de água e seus afluentes e ou efluentes, outra situação muito negativa e vergonhosa é a Vala da Salgueirinha, que continua no séc. XXI por ser regularizada e tornada num afluente e ou efluente com melhores condições ecológicas ( para quando uma intervenção de fundo do Ministério do Ambiente e do Instituto da Água). Se não há vontade política para mudar estas situações, então estamos muito mal, porque em democracia há mecanismos para que as situações negativas sejam alteradas e modificadas para positivas ou pelo menos quase positivas, pois a região onde a freguesia do Pinhal Novo está implantada, teve a sorte no séc. XIX, quando começou a despoletar, dos políticos da época darem a oportunidade de lhe instalarem um dos melhores meios de comunicação em termos de transportes que é o caminho-de-ferro. Logo aí começava o desenvolvimento de uma povoação que embora na época fosse uma terra de gente rural (a maior parte da sua população dedicava-se à actividade agrícola), pois com o advento do caminho-de-ferro, começou a ter outras actividades que não só as agrícolas. Mas a maior parte dos oriundos que se vieram instalar nesta localidade, estavam ligados e ainda actualmente muita gente está ligada à actividade ferroviária. Foi devido a esta actividade e ao acesso que em termos de transporte lhe está associada, que hoje em dia somando a ela outras, como sejam a rodoviária, se pode dizer com todo o à vontade que o Pinhal Novo é uma localidade com boa acessibilidade, devido também à excelente situação que em termos geográficos lhe está inerente (localização entre Setúbal e Lisboa).
    Mas nem tudo o que a autarquia Palmelense e o Poder Central, têm feito pelo Pinhal Novo é negativo, desde os últimos tempos, incluíndo o segundo e o último quartéis do séc. XX, temos de lembrar aqui a antiga Estação Ferroviária com 23 painéis de Azulejos alusivos a motivos da região da Península da Arrábida, actual Península de Setúbal, a rede de Escolas Básicas do 1º Ciclo e Jardins de Infância, Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos José Maria dos Santos, Escola Secundária com 3ª Ciclo do Ensino Básico, Biblioteca e Auditório de Pinhal Novo, o Pavilhão Desportivo Municipal, a Piscina Municipal, o Mercado de Pinhal Novo com serviços, a descentralização de serviços como o Gabinete de Pinhal Novo (deveria ter mais serviços e melhor gestão programática), o Cartório Notarial, mas só isto não chega para uma terra que estratégicamente tem condições para autodeterminar-se e governar-se pelos seus próprios concidadãos, tornar-se portanto independente de Palmela, embora esta situação requeira um estudo prévio que está prometido pela autarquia de Palmela, mas até agora ainda não foi concretizado, talvez porque seja um estudo complexo este de alterar as fronteiras políticas das autarquias locais, com a criação de novas autarquias (novas freguesias e novos concelhos). A partição de limites administrativos requer um rigor muito técnico e muito consensual, mas terá que acontecer mais tarde ou mais cedo. Deverá passar primeiramente pela consulta popular para se inferir qual a tendência da escolha da população local, feita em Referendo Local. Mas foram criados Novos Concelhos (Odivelas,Trofa e Vizela) que nalguns casos só foram para a frente com a Lei da Força, com alguns boicotes e cortes de vias de comunicação (linhas-férreas e estradas) o que penso que não é nada agradável e até é contra o normal funcionamento da Lei e das Instituições Democráticas. Mas lá em Vizela funcionou a Lei da Força e a côr política idêntica quer do Poder Central quer do Poder Local. Já no caso de Esmoriz (Ovar), Fátima (Ourém) e Canas de Senhorim (Nelas), foi vetado a criação destes Concelhos porque, embora todos os cidadãos tenham direito a manifestar as suas posições e os seus interesses, neste caso pesou a análise demográfica de pelo menos Canas de Senhorim, que não tem população que justifique a criação de um novo concelho com apenas 3.000 a 4.000 habitantes. Se assim fosse teríamos milhares de Concelhos em Portugal. Esmoriz (12.000 hab.) e Fátima (11.000 hab.) talvez o justificassem, mas também não têm tanta população como isso.
    Bom, mas não podemos estar aqui a dar exemplos, o caso do Pinhal Novo, é diferente porque o território do Concelho de origem (Palmela), é grande e de difícil gestão territorial (460 Km²) e também o Pinhal Novo tem perto de 30.000 habitantes, quase metade da população do Concelho de Palmela (60.000 hab.). E nesta altura com os projectos que se aproximam desta área geográfica em que está uma Plataforma Logístca prevista entre o Pinhal Novo e o Poceirão, mais se justifica a criação de um novo Concelho com sede na Vila e futura Cidade de Pinhal Novo e em que o Poceirão por proximidade de endogenia ferroviária e futuramente de Logística de Haveres (Mercadorias) deverá por inerência integrar esse futuro Concelho de Pinhal Novo, que para além destas duas freguesias poderá ser criada uma terceira na Venda do Alcaide/Palhota ou outras que por motivos religiosos possam dar origem a novos oragos e paróquias. Ora desta forma será viável um futuro Concelho em que habitam actualmente perto de 35.000 habitantes com tendência para aumentar devido ao aumento demográfico esperado, devido aos investimentos previstos para a Península de Setúbal, como sejam na proximidade o Novo Aeroporto Intercontinental de Lisboa, a Nova Ponte Chelas-Barreiro, o TGV e a nova estação na Plataforma Logística, por isto tudo e muito mais, justifica-se a criação de uma nova autarquia administrativa na ordem de grandeza do Concelho. Por isso e ainda que não seja urgente, porque essas as urgências são serviços de Hospitais, deve ser criado o Concelho do Pinhal Novo. Isto tudo pelo que foi dito atrás e também porque mesmo que exista a melhor vontade por parte de Palmela para com o Pinhal Novo e todos os Pinhalnovenses, fica sempre o sentimento de rivalidade que sempre existiu e existe entre Palmela e o Pinhal Novo, o que não é saudável nem positivo para que o Pinhal Novo se desenvolva com liberdade e sem condicionamentos e limitações. Independentemente disto e falando de novo em urgências, para quando um novo serviço de saúde, como centro de saúde com atendimento permanente, ou talvez mais importante e até necessário um novo Hospital com serviço de Urgências, para servir uma zona que pode vir a sofrer grandes transformações com o Novo Aeroporto Intercontinental de Lisboa por perto, ou o TGV que irá passar por perto com estação prevista na Plataforma Logística e que irá ter um grande movimento. Para quando a construção do Pavilhão Gimnodesportivo da Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico ( 22 anos de atraso ), pois os alunos continuam a ter que praticar Educação Física e Desporto em geral ao ar livre, sujeitos a todos os condicionalismos meteorológicos (Chuva, Frio, Calor, etc…). Por isto tudo e porque Palmela tem mais que se preocupar (com Palmela, Quinta do Anjo, Marateca…) do que com, só o Pinhal Novo e Poceirão é chegado o tempo certo para que todas as forças políticas se debrucem sobre este assunto e haja uma ou mais forças políticas que tenham a coragem de apresentar através dos grupos parlamentares da Assembleia da República Portuguesa a proposta de Elevação de Pinhal Novo a Concelho. Iríamos todos beneficiar, porque seria mais fácil a gestão territorial dos futuros Concelhos de Palmela (sem o Pinhal Novo e sem o Poceirão e até haver alguns arranjos ou acertos de áreas administrativas que pertencem às freguesias limítrofes e que pudessem beneficiar com a integração no Novo Concelho do Pinhal Novo) e Pinhal Novo (com o Poceirão e com Venda do Alcaide/Palhota e eventualmente outros territórios saídos de freguesias límitrofes a beneficiar com esta integração territorial de proximidade por vezes até mais em termos de transportes-ligação ferroviária e rodoviária, do que proximidade histórica e longílinea, pois nestes estudos têm muito peso o factor sócio-económico ou financeiro). Quando a área sectorial das finanças é bem gerida e bem arquitectada a nível do poder local, é bom para as localidades em termos particulares, mas também a nível regional e numa análise mais generalizada, a nível nacional, portanto bom para o sector financeiro do governo do país, logo positivo para economia do país.
    Por falar em economia e porque o país se precisa de desenvolver no geral e esta região em particular, será positivo que se criem espaços para a instalação de centros comerciais (estilo Almada Forum com Jumbo integrado, por exemplo), centros industriais (modernas indústrias) e centros de formação de jovens. Também se deverá fomentar a instalação, de centros desportivos (Complexo Desportivo com Centro de Estágio, etc…) com circuitos de manutenção, centros de congressos etc…
    Enfim deixem sonhar um bocadinho, porque:

    Eles não sabem nem sonham, que o sonho comanda a vida,
    e sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança
    como uma bola colorida
    entre as mãos de uma criança.
    (Pedra Filosofal –António Gedeão)

    e faz parte integra da essência do ser humano…

    Por fim menciono os princípios e a base legal, inerente nos artigos da Constituição da República Portuguesa, a partir dos quais se fundamentam as pretensões justas para a Elevação de Pinhal Novo a Concelho:

    Pinhal Novo (Portugal), Abril de 2009

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

    Constituição da República Portuguesa,
    de 2 de Abril de 1976

    – Revista pelas Leis Constitucionais n.ºs 1/82, de 30 de Setembro, 1/89, de 8 de Julho, 1/92, de 25 de Novembro, 1/97, de 20 de Setembro e 1/2001, de 12 de Dezembro,1/2004, de 24 de Julho e 1/2005, de 12 de Agosto.

  21. carlos reforço Says:

    PINHAL NOVO: QUE FUTURO? 2ª Edição actualizada, ampliada e corrigida

    PINHAL NOVO, QUE FUTURO?
    R: CIDADE e CONCELHO.

    Exmºs Srs(a). Deputados da Assembleia da República Portuguesa

    Com Conhecimento:

    Comunidade Local

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço, cidadão português, com o B.I. Nº 6064312 do arquivo de Lisboa, residente na Avª. Alexandre Herculano, 36 1º Esq. 2955-112 PINHAL NOVO, Funcionário Público, Estudante Universitário na área de Geografia, Planeamento Regional, Ordenamento e Gestão do Território e Desenvolvimento Urbano, vem por este meio manifestar-se, se lhe é permitido e penso que sim, porque vivemos num Estado Democrático há 35 anos, dizia eu, vem manifestar a sua discordância e alguma revolta por algumas situações negativas, que se passam na zona onde reside que é a freguesia de Pinhal Novo, que pertence ao concelho de Palmela, no distrito de Setúbal.

    Introdução:

    Pinhal Novo
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Ir para: navegação, pesquisa
    38º 37′ N 08º 54′ O
    Pinhal Novo

    Vista de Pinhal Novo
    Gentílico
    pinhalnovense
    Concelho
    Palmela

    Área
    55,84km².
    População
    20 993(hab. 2001)

    Densidade
    375,9 hab./km²
    Orago
    S. José
    Endereço da
    Junta de Freguesia
    Av. Liberdade
    Código postal
    2955
    Sítio na Internet
    http://www.jf-pinhalnovo.pt/

    Freguesias de Portugal

    Pinhal Novo é uma freguesia portuguesa do concelho de Palmela, com 55,84 km² de área e 20 993 habitantes (2001). Densidade: 375,9 hab/km². Elevada, no âmbito da organização administrativa do Estado Português, ao Estatuto de Freguesia em 10 de Fevereiro de 1928, possui uma dimensão urbana e de serviços, indústria transformadora relacionada com os cabos eléctricos e electrodos (Electro-Arco) e mecânica automóvel. É centro ferroviário. Apesar disso, tende a um aumento significativo de actividades comerciais e mesmo industriais (ditas indústrias de ponta) devido aos projectos que se vão instalar nos arredores, como sejam a Plataforma Logística do Poceirão, o Transporte de Alta Velocidade (T.G.V.) com a consequente ligação por ponte a Lisboa (Chelas-Barreiro) e a Madrid e o futuro Aeroporto Internacional de Lisboa na zona do Campo de Tiro de Alcochete. Elevada à categoria hierárquica de vila em 1988 pela Lei Nº45/88, de 19/04/1988, o seu crescimento populacional augura a que, mais cedo ou mais tarde seja elevada à categoria hierárquica de cidade e concelho.
    Índice
    [esconder]
    • 1 Património
    • 2 Rádio e Jornais Locais/Regionais
    • 3 Colectividades e grupos de cultura,desporto,lazer e recreio
    • 4 Equipamentos Sociais/Serviços Públicos
    • 5 Centros Comerciais,Hipermercados/Supermercados
    • 6 Feiras,festas,mercados e romarias
    • 7 Ligações externas

    [editar] Património
    • Igreja e Capela de São José de Pinhal Novo
    • Torre de sinalização e manobra da Estação Ferroviária de Pinhal Novo
    • Estação Ferroviária de Pinhal Novo
    • Herdade e Palácio de Rio Frio
    • Busto de José Maria dos Santos
    • Coreto da Vila de Pinhal Novo – Construido em 1927, para uso da Sociedade Filarmónica União Agrícola (fundada em 1896), foi edificado em mármore, pedra de lioz e ferro, com uma decoração típica da época.
    • Edifício/Casa Santa Rosa
    [editar] Rádio e Jornais Locais/Regionais
    • Rádio:Popular FM-90.9Mhz
    • Jornal do Pinhal Novo
    • Notícias Populares
    • Impacto da Região
    • Gazeta de Palmela
    [editar] Colectividades e grupos de cultura,desporto,lazer e recreio
    • Sociedade Filarmónica União Agrícola (1896)
    • Clube Desportivo Pinhalnovense (1948)
    • Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo (1951)
    • Associação Académica Pinhalnovense
    • Pluricoop
    • Centro de Ocupação Infantil do Pinhal Novo – Fundação C.O.I.
    • Acção Teatral Artimanha – “ATA”
    • Rancho Folclórico “Os Rurais” da Lagoa da Palha e Arredores
    • Grupo Folclórico “Danças e Cânticos” dos Olhos de Água
    • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo
    • Rancho Folclórico da Herdade de Rio Frio
    • Rancho Folclórico Regional da Palhota e Venda do Alcaide
    • Círios da Carregueira
    • Círios dos Olhos de Água
    • Grupo Desportivo da Lagoa da Palha
    • Grupo Desportivo de Valdera
    • União Desportiva da Palhota
    • Sociedade Columbófila de Pinhal Novo
    • Grupo de Motars de Pinhal Novo
    • Associação dos Reformados Pensionistas e Idosos de Pinhal Novo
    • Associação Juvenil C.O.I.
    • Associação de Marchas “Os Martelos”
    • Grupo de Escuteiros e Amigos do Centro Paroquial São José de Pinhal Novo
    • Grupo do Sarrafo “Bardoada”
    • Grupo Coral Polifónico da S.F.U.A.
    • Grupo Coral da Pluricoop
    • Grupo Coral da A.R.P.I.
    • Grupo Carnavalesco “Os Amigos de Baco”
    • Núcleo de árbitros de futebol de Pinhal Novo
    • Associação para a Elevação do Pinhal Novo a Concelho
    [editar] Equipamentos Sociais/Serviços Públicos
    • Escola 2º/3º Ciclos José Maria dos Santos(antiga Escola Preparatória)-com Pavilhão Gimnodesportivo
    • Escola Secundária com 3º Ciclo do ensino básico-sem Pavilhão Gimnodesportivo
    • Polidesportivos descobertos
    • Parque de Campismo e Caravanismo Vasco da Gama (com Bar/Restaurante/Salão e Piscina)
    • Pavilhão Desportivo Municipal (Apoia a Escola 2º/3º Ciclos José Maria dos Santos e a Comunidade Local)
    • Piscina Municipal (coberta)
    • Campo de Jogos Santos Jorge (Clube Desportivo Pinhalnovense)
    • Junta de Freguesia (com apoio Internet)
    • Gabinete do Pinhal Novo
    • Biblioteca e Auditório Municipal
    • Cartório Notarial
    • Centro de Saúde – Rua Zeca Afonso
    • Cemitério do Alto da Cascalheira
    • Cemitério do Terrim
    • Estação de Correios(2)
    • Farmácias (4)
    • Instituições Bancárias(12)
    • Mercado com futura Loja do Cidadão Integrada
    [editar] Centros Comerciais,Hipermercados/Supermercados
    • Centro Comercial Dovari
    • Centro Comercial Pinô
    • Centro Comercial dos Mochos
    • Centro Comercial Sul Ponte
    • Pluricoop (2)
    • Pingo Doce
    • Minipreço
    • Modelo
    • Intermarché
    • Aldi
    • Lidl
    • Supermercado”Os Retornados”
    [editar] Feiras,festas,mercados e romarias
    • Passagem de Ano e Comemorações do Dia de Ano Novo com saudações pela Banda Filarmónica da Sociedade Filarmónica União Agrícola (1 de Janeiro)
    • Cantar Janeiras (6 de Janeiro)
    • Comemorações dos Aniversários de Elevação a Freguesia e a Vila (durante os meses de Fevereiro e Março)
    • Corso Carnavalesco (Terça-Feira de Carnaval)
    • Enterro do Bacalhau (Quarta-Feira de Cinzas)
    • Procissão do Senhor dos Passos (Domingo de Ramos)
    • Comemorações do 25 de Abril e do 1 de Maio
    • Comemorações do Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo com fanfarra dos Bombeiros (1 de Maio)
    • Mercados Mensais (2º Domingo de cada mês)
    • Feira de Maio (2º Domingo de Maio)
    • Festas Populares (1ª Quinzena de Junho)
    • Marchas Populares (Mês de Junho)
    • Noites de Verão (Mês de Julho)
    • Comemorações do Aniversário do Clube Desportivo Pinhalnovense (5 de Agosto)
    • Romaria ao Santuário de Nossa Senhora da Atalaia-Círios da Carregueira e dos Olhos de Água (último fim de semana do mês de Agosto)
    • Comemorações do Aniversário da Sociedade Filarmónica União Agrícola com Banda Filarmónica e Grupo Coral Polifónico (6 de Dezembro)
    [editar] Ligações externas
    • Observação de aves na lagoa da Salgueirinha (Pinhal Novo)
    Exposição:

    Começo pela Avª Alexandre Herculano, que é a artéria principal do Pinhal Novo, pois é nem mais nem menos a Estrada Nacional Nº 252 e que por sinal é atravessada por muito trânsito, principalmente em horas de ponta e também fora das horas de ponta. Tráfego esse que aumentou com a abertura da Ponte Vasco da Gama, desde 29 de Março de 1998, pois para além do tráfego que se destina a esta localidade, suporta também tráfego que se destina a outras localidades, como Palmela e Setúbal, pois os automobilistas para evitarem o pagamento de portagens na Auto-Estrada Nº 12 que liga a Ponte Vasco da Gama desde as portagens da Lusoponte no Montijo, à entrada da cidade de Setúbal, desviam no acesso para o IC32 até ao acesso para a Estrada Nacional Nº 252 na zona da Lançada e seguem depois por esta estrada atravessando toda a localidade de Pinhal Novo no sentido N-S e vice-versa quando se inverte o sentido do trânsito neste caso S-N se for com destino a Lisboa ( solução para isto a construção de variantes quer a nascente quer a poente da Vila de Pinhal Novo e futura Cidade). Em conversa com o sr. vereador da gestão urbanística (Urbanismo) da Câmara Municipal de Palmela, foi-me dito que a responsabilidade da gestão da Estrada Nacional Nº 252, é das Estradas de Portugal, porque questionado sobre de quem é a responsabilidade de colocação de Lombas de Abrandamento de Velocidade dentro da Vila de Pinhal Novo, foi-me respondido que essa responsabilidade é das Estradas de Portugal. Coloquei esta questão no passado dia 20 de Março de 2009, em atendimento descentralizado no âmbito da semana da freguesia de Pinhal Novo, porque têm morrido muitas pessoas atropeladas nas passadeiras na referida artéria que atravessa o Pinhal Novo, devido ao excesso de velocidade que alguns condutores impõem às suas viaturas dentro desta localidade. Então impõe-se que alguém de direito assuma a responsabilidade e se tente solucionar a colocação das ditas Lombas de Abrandamento de Velocidade, para que se evitem os tais excessos de velocidade dentro da localidade do Pinhal Novo e com isso mais perdas de vidas humanas. Sobre a Estrada Nacional Nº 252 e na zona sul, perto do Modelo, perguntei também, porque é que depois de ter sido prometida uma rotunda de acesso ao referido Hipermercado, passados que estão daqui mais 9 anos continua tudo na mesma, com 2 sinais de sentido proibido, um de cada lado do referido entroncamento. Mais uma vez a câmara a passar a responsabilidade para as Estradas de Portugal. Ainda dentro do mesmo atendimento descentralizado foi-me dito pelo Sr. vereador que a responsabilidade de fiscalização dos veículos estacionados para venda, na Avª Alexandre Herculano é da GNR. O que é certo é que os ditos veículos passam lá semanas e meses estacionados, sem ninguém fazer algo para que isso não aconteça, apesar das pressões da câmara segundo o Sr. vereador. A seguir questionei o Sr. vereador sobre a fraca iluminação que existe naquela artéria e de uma maneira geral em todo o perímetro urbano da Vila do Pinhal Novo, ao que me foi respondido que apesar de pressões a responsabilidade é da EDP. Ainda dentro do tema da Acessibilidade e Mobilidade questionei o Sr. vereador sobre, em que termos se encontram as negociações com a REFER por causa de uma série de erros deixados aquando da construção (Empresa Teixeira Duarte) da Nova Estação de Pinhal Novo e da passagem desnivelada inferior junto à Pluricoop e antiga sede do Clube Desportivo Pinhalnovense. Esta passagem desnivelada subterrânea ou inferior, ficou a funcionar com fraca iluminação e sem elevadores a funcionarem, portanto sem segurança nenhuma e de acesso interdito a deficientes motores pois estes não podem subir e descer escadas. As crianças e os idosos também não têm nesta passagem a segurança necessária para que possam evitar quedas, depois e na generalidade todas as pessoas não têm qualquer segurança pública, pois a passagem é subterrânea, mal iluminada sem videovigilância e sem vigilância policial ou de outro tipo de vigilância (por ex: segurança). A REFER também prometeu a construção de outra passagem desnivelada inferior a nascente da estação ferroviária, mas até agora não passou de promessas. A estação ferroviária também não está completamente acabada, pois existem duas linhas para concluir a ligação há rede de linhas ferroviárias e consequentemente duas plataformas ou gares por concluir e já agora a parte superior da estação poderia levar uma pala superior como as das estações de Coina ou Pragal, porque este que será o futuro interface da margem sul precisa de uma boa atenção aos passageiros e utentes que por ali passam e por vezes têm que esperar largos minutos ou até horas para ligação a outros serviços ferroviários, porque por vezes quando há intempéries sofrem na pele as condições desagradáveis de desconforto (frio, vento, chuva…).Também a Torre de Sinalização e Manobra, que ficou no local onde sempre esteve não lhe foi dada a merecida atenção, pois poderia servir para miradouro se lhe dessem condições de acesso, para as pessoas poderem visitá-la em várias actividades como por exemplo em visitas de estudo ou mesmo em visitas turísticas, pois a Torre tem a altura de um 3º andar e de lá tem uma vista sobre toda a área circundante. Por falar em 3º andar, não se percebe muito bem porque em pleno séc. XXI, a vila de Pinhal Novo que tem movimento de cidade, principalmente às horas de ponta e não só, continua condicionada ou limitada à construção de edifícios com 3 andares. As desculpas do aeroporto e da falta de pressão da água, não pegam porque o Novo Aeroporto de Lisboa previsto para o Campo de Tiro de Alcochete, fica a mais de 20 Km de distância e mesmo que fosse em Rio Frio, não seria por isso que não se poderia por exemplo construir edifícios com 6 andares como os que existem em Palmela, bem perto do castelo que é um monumento histórico e que não deveria ter assim tão perto dele dentro da vila de Palmela edifícios de 6 andares, como os que existem na Nova Palmela. Mas já que existem edifícios de 6 andares em Palmela e eu até não sou contra, porque será que não se permite a construção de edifícios de 6 andares em Pinhal Novo? A única resposta que posso ter para isto é que Palmela não quer que a vila de Pinhal Novo lhe passe à frente em termos de altura dos edifícios e de outras coisas, mas se é por isso pois não conseguem travar o crescimento populacional de Pinhal Novo que é quase o dobro do de Palmela e com tendência a acentuar-se esta diferença, pois Palmela está encravada num morro que é ainda uma ramificação da cadeia montanhosa da Arrábida na sua parte terminal, e o Pinhal Novo está situado numa imensa planície, que tem por onde crescer sem limitações, pelo menos em plano horizontal já que em altura (na vertical), Palmela e outros continuam a condicionar e a limitar a construção de edifícios com mais de 3 andares. A falta de pressão da água também não pega, porque se não há pressão suficiente, necessária a fornecer água com condições dignas a uma Vila de Pinhal Novo que merece com toda a certeza uma melhor qualidade de vida para os seus habitantes, na sua caminhada para ser cidade, então que se criem as condições técnicas para fornecer água aos prédios com 3 ou mais andares, pois a zona em que o Pinhal Novo se situa é rica em veios de água (níveis freáticos) visto situar-se numa área geológica favorável, em terrenos do Pliocénico-Terciário Superior (areias, areolas-cascalho, argila-barro). Uma vez que o Plano Director Municipal, do Concelho de Palmela e os respectivos Planos de Urbanização estão para ser alterados, penso que será uma oportunidade para que a Vila de Pinhal Novo, possa finalmente ter possibilidade de apresentar aos seus concidadãos e outros que para o Pinhal Novo pretendam vir residir, edifícios modernos com condições dignas (elevadores, espaços interiores bem arejados e com boa luminosidade solar, divisões bem arquitectadas com 2 ou mais casas de banho,…) e com mais de 3 andares, pois já que possui uma estação ferroviária tão grande e moderna (ainda que inacabada), digna de uma cidade como a Amora ou o Montijo, que aqui bem perto do Pinhal Novo, possuem edifícios com mais de 3 andares, será merecedora no seu percurso ou caminho de Vila para Cidade, a que lhe deiam a oportunidade de pelo menos deixarem construir edifícios com 6 andares, como existem na Vila de Palmela. Palmela que é a sede de Concelho ao qual pertence a freguesia de Pinhal Novo, que tem quase o dobro da população da sede do Concelho. Ainda na arquitectura urbana e no planeamento urbanístico e paisagístico, será saudável e sustentável para a gestão territorial, que na construção de edifícios por exemplo de 6 andares, com ocupação de menos espaço na horizontal (ao contrário da actual política de construção de edifícios só com 3 andares ou menos, ocupando por isso, assim mais espaço na horizontal e logo no horizonte) para a Vila de Pinhal Novo e futura Cidade, que se arquitectem os espaços exteriores com zonas verdes, espaços de lazer e desporto como polidesportivos, courts de ténis, espaços de água onde se podem incluir lagos artificiais, circuitos de manutenção (footing, ciclovias…), green de golfe, piscinas e espaços aquáticos, etc…). Ainda dentro da temática da água, mas na vertente dos cursos de água e seus afluentes e ou efluentes, outra situação muito negativa e vergonhosa é a Vala da Salgueirinha, que continua no séc. XXI por ser regularizada e tornada num afluente e ou efluente com melhores condições ecológicas ( para quando uma intervenção de fundo do Ministério do Ambiente e do Instituto da Água). Se não há vontade política para mudar estas situações, então estamos muito mal, porque em democracia há mecanismos para que as situações negativas sejam alteradas e modificadas para positivas ou pelo menos quase positivas, pois a região onde a freguesia do Pinhal Novo está implantada, teve a sorte no séc. XIX, quando começou a despoletar, dos políticos da época darem a oportunidade de lhe instalarem um dos melhores meios de comunicação em termos de transportes que é o caminho-de-ferro*. Logo aí começava o desenvolvimento de uma povoação que embora na época fosse uma terra de gente rural (a maior parte da sua população dedicava-se à actividade agrícola), pois com o advento do caminho-de-ferro, começou a ter outras actividades que não só as agrícolas. Mas a maior parte dos oriundos que se vieram instalar nesta localidade, estavam ligados e ainda actualmente muita gente está ligada à actividade ferroviária. Foi devido a esta actividade e ao acesso que em termos de transporte lhe está associada, que hoje em dia somando a ela outras, como sejam a rodoviária, se pode dizer com todo o à vontade que o Pinhal Novo é uma localidade com boa acessibilidade, devido também à excelente situação que em termos geográficos lhe está inerente, sensivelmente no centro da Península de Setúbal (localização entre Setúbal e Lisboa).
    Mas nem tudo o que a autarquia Palmelense e o Poder Central, têm feito pelo Pinhal Novo é negativo, desde os últimos tempos, incluíndo o segundo e o último quartéis do séc. XX, temos de lembrar aqui a antiga Estação Ferroviária com 23 painéis de Azulejos alusivos a motivos da região da Península da Arrábida, actual Península de Setúbal, a rede de Escolas Básicas do 1º Ciclo e Jardins de Infância, Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos José Maria dos Santos, Escola Secundária com 3ª Ciclo do Ensino Básico, Biblioteca e Auditório de Pinhal Novo, o Pavilhão Desportivo Municipal, a Piscina Municipal, o Mercado de Pinhal Novo com serviços, a descentralização de serviços como o Gabinete de Pinhal Novo (deveria ter mais serviços e melhor gestão programática), o Cartório Notarial, mas só isto não chega para uma terra que estratégicamente tem condições para autodeterminar-se e governar-se pelos seus próprios concidadãos, tornar-se portanto independente de Palmela, embora esta situação requeira um estudo prévio que está prometido pela autarquia de Palmela, mas até agora ainda não foi concretizado, talvez porque seja um estudo complexo este de alterar as fronteiras políticas das autarquias locais, com a criação de novas autarquias (novas freguesias e novos concelhos). A partição de limites administrativos requer um rigor muito técnico e muito consensual, mas terá que acontecer mais tarde ou mais cedo. Deverá passar primeiramente pela consulta popular para se inferir qual a tendência da escolha da população local, feita em Referendo Local. Mas foram criados Novos Concelhos (Odivelas,Trofa e Vizela) que nalguns casos só foram para a frente com a Lei da Força, com alguns boicotes e cortes de vias de comunicação (linhas-férreas e estradas) o que penso que não é nada agradável e até é contra o normal funcionamento da Lei e das Instituições Democráticas. Mas lá em Vizela funcionou a Lei da Força e a côr política idêntica quer do Poder Central quer do Poder Local. Já no caso de Esmoriz (Ovar), Fátima (Ourém) e Canas de Senhorim (Nelas), foi vetado a criação destes Concelhos porque, embora todos os cidadãos tenham direito a manifestar as suas posições e os seus interesses, neste caso pesou a análise demográfica de pelo menos Canas de Senhorim, que não tem população que justifique a criação de um novo concelho com apenas 3.000 a 4.000 habitantes. Se assim fosse teríamos milhares de Concelhos em Portugal. Esmoriz (12.000 hab.) e Fátima (11.000 hab.) talvez o justificassem, mas também não têm tanta população como isso.
    Bom, mas não podemos estar aqui a dar exemplos, o caso do Pinhal Novo, é diferente porque o território do Concelho de origem (Palmela), é grande e de difícil gestão territorial (460 Km²) e também o Pinhal Novo tem perto de 30.000 habitantes, quase metade da população do Concelho de Palmela (60.000 hab.). E nesta altura com os projectos que se aproximam desta área geográfica em que está uma Plataforma Logístca prevista entre o Pinhal Novo e o Poceirão, mais se justifica a criação de um novo Concelho com sede na Vila e futura Cidade de Pinhal Novo e em que o Poceirão por proximidade de endogenia ferroviária e futuramente de Logística de Haveres (Mercadorias) deverá por inerência integrar esse futuro Concelho de Pinhal Novo, que para além destas duas freguesias poderá ser criada uma terceira na Venda do Alcaide/Palhota ou outras que por motivos religiosos possam dar origem a novos oragos e paróquias. Ora desta forma será viável um futuro Concelho em que habitam actualmente perto de 35.000 habitantes com tendência para aumentar devido ao aumento demográfico esperado, devido aos investimentos previstos para a Península de Setúbal, como sejam na proximidade o Novo Aeroporto Intercontinental de Lisboa, a Nova Ponte Chelas-Barreiro, o TGV e a nova estação na Plataforma Logística, por isto tudo e muito mais, justifica-se a criação de uma nova autarquia administrativa na ordem de grandeza do Concelho. Por isso e ainda que não seja urgente, porque essas as urgências são serviços de Hospitais, deve ser criado o Concelho do Pinhal Novo. Isto tudo pelo que foi dito atrás e também porque mesmo que exista a melhor vontade por parte de Palmela para com o Pinhal Novo e todos os Pinhalnovenses, fica sempre o sentimento de rivalidade que sempre existiu e existe entre Palmela e o Pinhal Novo, o que não é saudável nem positivo para que o Pinhal Novo se desenvolva com liberdade e sem condicionamentos e limitações. Independentemente disto e falando de novo em urgências, para quando um novo serviço de saúde, como centro de saúde com atendimento permanente, ou talvez mais importante e até necessário um novo Hospital com serviço de Urgências, para servir uma zona que pode vir a sofrer grandes transformações com o Novo Aeroporto Intercontinental de Lisboa por perto, ou o TGV que irá passar por perto com estação prevista na Plataforma Logística e que irá ter um grande movimento. Para quando a construção do Pavilhão Gimnodesportivo da Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico ( 22 anos de atraso ), pois os alunos continuam a ter que praticar Educação Física e Desporto em geral ao ar livre, sujeitos a todos os condicionalismos meteorológicos (Chuva, Frio, Calor, etc…). Por isto tudo e porque Palmela tem mais que se preocupar (com Palmela, Quinta do Anjo, Marateca…) do que com, só o Pinhal Novo e Poceirão é chegado o tempo certo para que todas as forças políticas se debrucem sobre este assunto e haja uma ou mais forças políticas que tenham a coragem de apresentar através dos grupos parlamentares da Assembleia da República Portuguesa a proposta de Elevação de Pinhal Novo a Concelho. Iríamos todos beneficiar, porque seria mais fácil a gestão territorial dos futuros Concelhos de Palmela (sem o Pinhal Novo e sem o Poceirão e até haver alguns arranjos ou acertos de áreas administrativas que pertencem às freguesias limítrofes e que pudessem beneficiar com a integração no Novo Concelho do Pinhal Novo) e Pinhal Novo (com o Poceirão e com Venda do Alcaide/Palhota e eventualmente outros territórios saídos de freguesias límitrofes a beneficiar com esta integração territorial de proximidade por vezes até mais em termos de transportes-ligação ferroviária e rodoviária, do que proximidade histórica e longílinea, pois nestes estudos têm muito peso o factor sócio-económico ou financeiro). Quando a área sectorial das finanças é bem gerida e bem arquitectada a nível do poder local, é bom para as localidades em termos particulares, mas também a nível regional e numa análise mais generalizada, a nível nacional, portanto bom para o sector financeiro do governo do país, logo positivo para economia do país.
    Por falar em economia e porque o país se precisa de desenvolver no geral e esta região em particular, será positivo que se criem espaços para a instalação de centros comerciais (estilo Almada Forum com Jumbo integrado, por exemplo), centros industriais (modernas indústrias) e centros de formação de jovens. Também se deverá fomentar a instalação, de centros desportivos (Complexo Desportivo com Centro de Estágio, etc…) com circuitos de manutenção, centros de congressos etc…
    Enfim deixem sonhar um bocadinho, porque:

    Eles não sabem nem sonham, que o sonho comanda a vida,
    e sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança
    como uma bola colorida
    entre as mãos de uma criança.
    (Pedra Filosofal –António Gedeão)

    e faz parte integra da essência do ser humano…

    *Anexo excertos da obra “ A Cidade em Portugal – Uma Geografia Urbana “ 1992 páginas 129, 130, 184 e 185, da autoria da Professora Dra. Teresa Barata Salgueiro, catedrática da Universidade de Lisboa, Centro de Estudos Geográficos (C.E.G.) da Faculdade de Letras e mais recentemente do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (I.G.O.T.), integrado por ora, na mesma Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (F.L.U.L.).

    Passo a citar:

    …pág. 129 –… Como cidade francamente dominada pela função de transporte apenas se pode referir (pág. 130) – o Entroncamento, uma vez que os portos apresentam, no geral, um grande leque de actividades e os pontos bem situados face às vias terrestres crescem graças às diversas funções que a centralidade propicia. Não conhecemos nenhum outro caso em que o transporte seja função dominante e caracterizadora da cidade, apesar do crescimento de Pinhal Novo estar igualmente ligado à presença da linha férrea. O desenvolvimento de Mirandela, o de Ponte de Sôr e o de Vendas Novas relacionam-se também com a rede de comunicações, contudo as actividades ligadas com o transporte não dominam a vida urbana de molde a atribuir essa função às localidades. Note-se ainda que povoações onde se encontravam sedes de grandes empresas de camionagem não passaram de dimensão modesta, como Azeitão, sede da J. Cândido Belo, nem lhe sofreram efeitos significativos, como aconteceu em Torres Novas, sede da Claras.
    …pág. 184 – … Sem tradição de povoamento anterior, aparecem dois núcleos que devem a sua história ao caminho-de-ferro, concretamente ao sítio de encruzilhada, Entroncamento e Pinhal Novo. O Entroncamento começa a crescer ainda no século XIX, na sequência da construção do apeadeiro do Entroncamento da Ponte da Pedra, em 1864, no sítio onde a (pág. 185) – Linha do Norte entroncava com a de Leste. Aqui se fixaram famílias dependentes da companhia mas, depois, o incremento dos transportes ferroviários atraiu outros povoadores, comerciantes, pequenas indústrias e serviços.
    Em 1911 possuía 311 fogos e 1269 habitantes, repartidos por dois concelhos (Vila Nova da Barquinha e Torres Novas), entre os quais a linha férrea fazia fronteira. Esta situação só foi ultrapassada com a constituição da freguesia do Entroncamento, pertencente ao concelho de Vila Nova da Barquinha, em 1926, a qual foi convertida em concelho, em 1945.
    A povoação ganhou com a instalação de diversas unidades militares durante a Primeira Guerra, de que são exemplos o Batalhão de Sapadores dos Caminhos de Ferro (1918), o Depósito Geral de Material de Guerra (1919), a sucursal da Manutenção Militar (1916) e o 7º Grupo da Companhia de Administração Militar (1919). Com efeito, a posição central no país e o facto de se tratar de uma zona relativamente pouco povoada explicam que ainda hoje aqui (Entroncamento-Tancos-Vila Nova da Barquinha) se encontrem importantes instalações militares. Todavia, o crescimento do lugar andou sempre ligado à CP, que ali possui oficinas de manutenção de material, um centro de formação de pessoal ferroviário e diversos bairros de trabalhadores.
    O desenvolvimento do Pinhal Novo data também da construção da linha férrea (1861). Localizado na convergência das linhas do Sul¹ e do Sado², ainda no concelho de Palmela³, a acessibilidade fornecida pelo caminho-de-ferro permitiu-lhe uma ligação precoce à área metropolitana4, para além de facilitar o exercício de funções centrais, converteu-se assim no lugar central mais forte da zona nascente da península de Setúbal, ponto de encontro entre os rurais e os criadores de gado com os habitantes suburbanos. Tem uma importante feira, e acabou por atrair algumas indústrias, apresentando já 5708 habitantes5 em 1981 e tendo sido elevado à categoria de vila em 1988. O seu crescimento tem continuado e receberá um grande impulso com a construção da nova ponte sobre o Tejo6 e a instalação da FORD-VW7 na área industrial das Carrascas, próxima da Auto-Estrada do Sul (nó de Coina), cuja construção e laboração devem trazer grande volume de empregos. Estima-se que só este projecto poderá criar 5000 empregos directos e cerca 10.000 indirectos, numa área onde já existem diversas fábricas (electrónica, computadores, máquinas de precisão e têxtil).
    Estas povoações apareceram de novo, registaram um crescimento forte sem ser planeado e as instalações ferroviárias funcionam como ponto focal orientador, a partir do qual se tem processado a expansão. A sua planta não apresenta grande regularidade, embora a tendência seja para as construções se disporem ao longo dos caminhos que conduzem às linhas, segundo malhas vagamente ortogonais. A ocupação do solo resulta irregular, com partes densas, onde já aparecem edifícios de 3, 4 e mais pisos, moradias isoladas ou em banda, com quintais e importantes espaços intersticiais.
    (Fim de citação)
    Notas sobre algumas citações do texto da Senhora Professora Dra. Teresa Barata Salgueiro, relativas a estas páginas (129, 130, 184 e 185) do livro “A Cidade em Portugal – Uma Geografia Urbana) – 1992:
    1- Linha do Sul (Entre o Pinhal Novo e Beja seguindo depois pela Funcheira até Vila Real de Santo António).
    2- Linha do Sado ( Entre o Pinhal Novo e a Funcheira via Setúbal).
    3- Já em 1992 se citava que o Pinhal Novo ainda se encontrava no Concelho de Palmela, quando deveria ser sede de Concelho tal como acontece com o Entroncamento.
    4- Área Metropolitana de Lisboa.
    5- Em 1981 e segundo os Censos a Freguesia do Pinhal Novo tinha cerca de 11.300 habitantes, dos quais cerca de 80% (9040) viviam na própria sede de freguesia, os outros 20% (2260) viviam nos arredores.
    6- Ponte Vasco da Gama.
    7- Autoeuropa

    Por fim menciono os princípios e a base legal, inerente nos artigos da Constituição da República Portuguesa, a partir dos quais se fundamentam as pretensões justas para a Elevação de Pinhal Novo a Concelho:

    Pinhal Novo (Portugal), Abril de 2009

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

    Constituição da República Portuguesa,
    de 2 de Abril de 1976

    – Revista pelas Leis Constitucionais n.ºs 1/82, de 30 de Setembro, 1/89, de 8 de Julho, 1/92, de 25 de Novembro, 1/97, de 20 de Setembro e 1/2001, de 12 de Dezembro,1/2004, de 24 de Julho e 1/2005, de 12 de Agosto.

  22. carlos reforço Says:

    PINHAL NOVO: a cidade e a concelho, num futuro muito próximo?
    Para quando a realização do estudo, que prevê a criação do concelho do Pinhal Novo, integrando também no seu território a freguesia do Poceirão e outros territórios limítrofes que justifiquem por arranjo situar-se neste futuro concelho. Uma vez que se aproximam investimentos públicos de grande envergadura como o TGV e a Plataforma Logística mais se justifica num futuro muito breve a alteração dos limites do actual concelho de Palmela que é enorme, pois é só o maior da Península de Setúbal com 460 Km² e de difícil gestão territorial. Assim se fosse dividido em dois concelhos, Palmela por um lado (com as freguesias de Palmela, Quinta do Anjo e Marateca) e Pinhal Novo por outro lado (com as freguesias de Pinhal Novo e Poceirão e outras que por arranjo territorial possam ser viáveis) será mais fácil para a gestão e ordenamento do território e também para o desenvolvimento urbano do Pinhal Novo. Avancemos então para o aprofundamento do estudo e para o debate ou discussão alargada como o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Pinhal Novo, Dr Álvaro Amaro me deu em resposta ao e-mail que lhe enviei sobre este assunto de PINHAL NOVO: A CIDADE E A CONCELHO, NUM FUTURO MUITO PRÓXIMO?
    Eu, Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço, cidadão Português, natural da freguesia de São Sebastião da Pedreira, Concelho de Lisboa, com a data de nascimento de 14 de Novembro de 1961, neste momento com 47 anos de idade, Funcionário Público, Estudante da Área de Geografia, Planeamento Regional, Ordenamento e Gestão do Território e Desenvolvimento Urbano, Residente na Av.ª Alexandre Herculano, 36 1º Esq. 2955-112 PINHAL NOVO, estou disponível para esse estudo e para esse debate ou discussão alargada. Partamos então se houver coragem, para esse estudo aprofundado e para esse debate alargado.
    Pinhal Novo, 13 de Abril de 2009
    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

  23. carlos reforço Says:

    PINHAL NOVO: a cidade e a concelho, num futuro muito próximo?

    Para quando a realização do estudo, que prevê a criação do concelho do Pinhal Novo, integrando também no seu território a freguesia do Poceirão e outros territórios limítrofes que justifiquem por arranjo situar-se neste futuro concelho. Uma vez que se aproximam investimentos públicos de grande envergadura como o TGV e a Plataforma Logística mais se justifica num futuro muito breve a alteração dos limites do actual concelho de Palmela que é enorme, pois é só o maior da Península de Setúbal com 460 Km² e de difícil gestão territorial. Assim se fosse dividido em dois concelhos, Palmela por um lado (com as freguesias de Palmela, Quinta do Anjo e Marateca) e Pinhal Novo por outro lado (com as freguesias de Pinhal Novo e Poceirão e outras que por arranjo territorial possam ser viáveis) será mais fácil para a gestão e ordenamento do território e também para o desenvolvimento urbano do Pinhal Novo. Avancemos então para o aprofundamento do estudo e para o debate ou discussão alargada como o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Pinhal Novo, Dr. Álvaro Amaro me deu em resposta ao e-mail que lhe enviei sobre este assunto de PINHAL NOVO, QUE FUTURO? R: A CIDADE E A CONCELHO, DIGO EU E PENSA MUITA GENTE, NUM FUTURO MUITO PRÓXIMO.
    Eu, Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço, cidadão Português, natural da freguesia de São Sebastião da Pedreira, Concelho de Lisboa, com o Bilhete de Identidade Nº 6064312 do Arquivo de Identificação de Lisboa, com a data de nascimento de 14 de Novembro de 1961, neste momento com 47 anos de idade, Funcionário Público, Estudante Universitário da Área de Geografia, Planeamento Regional, Ordenamento e Gestão do Território e Desenvolvimento Urbano, no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, integrado por agora na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Residente desde sempre no Pinhal Novo, e actualmente há quase 30 anos na Av.ª Alexandre Herculano, 36 1º Esq. 2955-112 PINHAL NOVO, estou disponível para esse estudo e para esse debate ou discussão alargada. Partamos então se houver coragem, para esse estudo aprofundado e para esse debate alargado.

    Pinhal Novo,13 de Abril de 2009

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

  24. carlos reforço Says:

    PINHAL NOVO, QUE FUTURO?
    R: CIDADE e CONCELHO.

    Exmºs Sr.(a)s Deputados da Assembleia da República Portuguesa

    Com Conhecimento:

    Comunidade Local

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço, cidadão português, natural da freguesia de São Sebastião da Pedreira, concelho de Lisboa, com o Bilhete de Identidade Nº 6064312, do arquivo de identificação de Lisboa, com a data de nascimento de 14 de Novembro de 1961, neste momento com 47 anos de idade, residente desde sempre no Pinhal Novo, e actualmente há quase 30 anos na Avª. Alexandre Herculano, 36 1º Esq. 2955-112 PINHAL NOVO, Funcionário Público, Estudante Universitário na área de Geografia, Planeamento Regional, Ordenamento e Gestão do Território e Desenvolvimento Urbano, no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, integrado por agora na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, vem por este meio manifestar-se, se lhe é permitido e penso que sim, porque vivemos num Estado de Direito Democrático há 35 anos, dizia eu, vem manifestar a sua discordância e alguma revolta por algumas situações negativas, que se passam na zona onde reside que é a freguesia de Pinhal Novo, que pertence ao concelho de Palmela, no distrito de Setúbal.

    Introdução:
    Pinhal Novo
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Ir para: navegação, pesquisa Coordenadas Geográficas:
    38º 37′ N 08º 54′ O
    Pinhal Novo

    Vista de Pinhal Novo
    Gentílico
    pinhalnovense
    Concelho
    Palmela

    Área
    55,84km².
    População
    20 993(hab. 2001)

    Densidade
    375,9 hab./km²
    Orago
    S. José
    Endereço da
    Junta de Freguesia
    Av. Liberdade
    Código postal
    2955
    Sítio na Internet
    http://www.jf-pinhalnovo.pt/

    Freguesias de Portugal

    Pinhal Novo é uma freguesia portuguesa do concelho de Palmela, com 55,84 km² de área e 20 993 habitantes (2001). Densidade: 375,9 hab/km². Elevada, no âmbito da organização administrativa do Estado Português, ao Estatuto de Freguesia em 10 de Fevereiro de 1928, possui uma dimensão urbana e de serviços, indústria transformadora relacionada com os cabos eléctricos e electrodos (Electro-Arco) e mecânica automóvel. É centro ferroviário. Apesar disso, tende a um aumento significativo de actividades comerciais e mesmo industriais (ditas indústrias de ponta) devido aos projectos que se vão instalar nos arredores, como sejam a Plataforma Logística do Poceirão, o Transporte de Alta Velocidade (T.G.V.) com a consequente ligação por ponte a Lisboa (Chelas-Barreiro) e a Madrid e o futuro Aeroporto Internacional de Lisboa na zona do Campo de Tiro de Alcochete. Elevada à categoria hierárquica de vila em 1988 pela Lei Nº45/88, de 19/04/1988, o seu crescimento populacional augura a que, mais cedo ou mais tarde seja elevada à categoria hierárquica de cidade e concelho.
    Índice
    [esconder]
    • 1 Património
    • 2 Rádio e Jornais Locais/Regionais
    • 3 Colectividades e grupos de cultura,desporto,lazer e recreio
    • 4 Equipamentos Sociais/Serviços Públicos
    • 5 Equipamentos Privados
    • 6 Centros Comerciais,Hipermercados/Supermercados
    • 7 Feiras,festas,mercados e romarias
    • 8 Ligações externas

    [editar] Património
    • Igreja e Capela de São José de Pinhal Novo
    • Torre de sinalização e manobra da Estação Ferroviária de Pinhal Novo
    • Estação Ferroviária de Pinhal Novo
    • Herdade e Palácio de Rio Frio
    • Busto de José Maria dos Santos
    • Coreto da Vila de Pinhal Novo – Construido em 1927, para uso da Sociedade Filarmónica União Agrícola (fundada em 1896), foi edificado em mármore, pedra de lioz e ferro, com uma decoração típica da época.
    • Edifício/Casa Santa Rosa
    • Fontanário (Fonte do Largo José Maria dos Santos, junto ao antigo quartel da GNR)
    • Poço (Lugar onde os antigos habitantes do Pinhal Novo se abasteciam de água, junto ao triângulo dos pinheirinhos no centro da localidade)
    [editar] Rádio e Jornais Locais/Regionais
    • Rádio:Popular FM-90.9Mhz
    • Jornal do Pinhal Novo
    • Notícias Populares
    • Impacto da Região
    • Gazeta de Palmela
    [editar] Colectividades e grupos de cultura,desporto,lazer e recreio
    • Sociedade Filarmónica União Agrícola (1896)
    • Clube Desportivo Pinhalnovense (1948)
    • Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo (1951)
    • Associação Académica Pinhalnovense
    • Pluricoop
    • Centro de Ocupação Infantil do Pinhal Novo – Fundação C.O.I.
    • Acção Teatral Artimanha – “ATA”
    • Rancho Folclórico “Os Rurais” da Lagoa da Palha e Arredores
    • Grupo Folclórico “Danças e Cânticos” dos Olhos de Água
    • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo
    • Rancho Folclórico da Herdade de Rio Frio
    • Rancho Folclórico Regional da Palhota e Venda do Alcaide
    • Círios da Carregueira
    • Círios dos Olhos de Água
    • Clube Desportivo os “Alcaides”
    • Grupo Desportivo da Lagoa da Palha
    • Grupo Desportivo de Rio Frio
    • Grupo Desportivo de Valdera
    • União Desportiva da Palhota
    • Sociedade Columbófila de Pinhal Novo
    • Motoclube de Pinhal Novo – Grupo de Motars de Pinhal Novo
    • Centro de Paraquedismo Lavos, Lda.
    • Clube Todo-o-Terreno de Pinhal Novo
    • Clube de Praticantes de BTT Tascaduxico
    • Associação dos Reformados Pensionistas e Idosos de Pinhal Novo
    • Associação Juvenil C.O.I.
    • Associação Juvenil “Odisseia”
    • Associação de Marchas “Os Martelos”
    • Corpo Nacional de Escutas – Agrupamento 643 – Grupo de Escuteiros e Amigos do Centro Paroquial São José de Pinhal Novo (Centro Social e Paroquial de Pinhal Novo)
    • Grupo do Sarrafo “Bardoada”
    • Grupo Coral Polifónico da S.F.U.A.
    • Grupo Coral da Pluricoop
    • Grupo Coral da A.R.P.I.
    • Grupo Carnavalesco “Os Amigos de Baco”
    • Núcleo de árbitros de futebol de Pinhal Novo
    • Associação para a Elevação do Pinhal Novo a Concelho
    • Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Pinhal Novo
    • Associação Sol Nascente – Recuperação de Toxicodependentes
    • Associação Festas Populares de Pinhal Novo – Desenvolvimento e Cultura Local
    • Associação Amigos da Festa Brava de Pinhal Novo
    • Associação de Cavaleiros da Lagoa da Palha
    • Associação de Moradores e Amigos da Venda do Alcaide
    • Associação de Moradores do Bairro do Pinheiro Grande
    • Associação de Moradores da Quinta do Sobral/Quinta do Canastra
    • Associação de Moradores e Proprietários do Bairro da Cascalheira
    • Associação de Regantes da Fonte da Vaca/Carregueira
    • Comissão de Moradores da Fonte da Vaca
    • Comissão de Moradores da Lagoa da Palha
    • Comissão de Moradores do Terrim
    • Comissão de Moradores do Vale da Vila
    • Comissão de Moradores do Aceiro do Marcolino
    • Comissão de Moradores de Arraiados/Valdera
    • Comissão de Moradores do Bairro Farias
    • Comissão de Moradores do Bairro Mesquita
    • Comissão de Moradores dos Olhos de Água
    • Comissão de Jovens do Rancho Folclórico da Lagoa da Palha
    • Cooperativa Cultural PIA – Projecto de Intervenção Artística, Crl.
    [editar] Equipamentos Sociais/Serviços Públicos
    • Escola 2º/3º Ciclos José Maria dos Santos(antiga Escola Preparatória)-com Pavilhão Gimnodesportivo
    • Escola Secundária com 3º Ciclo do ensino básico-sem Pavilhão Gimnodesportivo
    • Rede de Escolas Básicas do 1º Ciclo do ensino básico
    • Polidesportivos descobertos
    • Parque de Campismo e Caravanismo Vasco da Gama (com Bar/Restaurante/Salão e Piscina)
    • Pavilhão Desportivo Municipal (Apoia a Escola 2º/3º Ciclos José Maria dos Santos e a Comunidade Local)
    • Piscina Municipal (coberta)
    • Campo de Jogos Santos Jorge (Clube Desportivo Pinhalnovense)
    • Junta de Freguesia (com apoio Internet)
    • Gabinete do Pinhal Novo
    • Biblioteca e Auditório Municipal
    • Cartório Notarial
    • Centro de Saúde – Rua Zeca Afonso
    • Cemitério do Alto da Cascalheira
    • Cemitério do Terrim
    • Estação de Correios(2)
    • Farmácias (4)
    • Instituições Bancárias(12)
    • Mercado com futura Loja do Cidadão Integrada
    [editar] Equipamentos Privados
    • Colégio “O Mundo da Criança”
    • Nova Árvore
    • Pim-Pam-Pum
    • Sonho de Criança – Jardim de Infância, Lda.
    • Atelier Infantil – Jardim de Infância, Lda.
    • Pinheirinho Novo – Actividades Educativas Unipessoal, Lda.
    • Smart and Happy Kids – Centro de Actividades de Tempos Livres
    • Colégio do Pinhal
    • Centro de Explicações Mestre Lápis
    • Espaço Q.I. – Centro de Explicações e Formação
    [editar] Centros Comerciais,Hipermercados/Supermercados
    • Centro Comercial Dovari
    • Centro Comercial Pinô
    • Centro Comercial dos Mochos
    • Centro Comercial Sul Ponte
    • Pluricoop (2)
    • Pingo Doce
    • Minipreço
    • Modelo
    • Intermarché
    • Aldi
    • Lidl
    • Supermercado”Os Retornados”
    [editar] Feiras,festas,mercados e romarias
    • Passagem de Ano e Comemorações do Dia de Ano Novo com saudações pela Banda Filarmónica da Sociedade Filarmónica União Agrícola (1 de Janeiro)
    • Cantar Janeiras (6 de Janeiro)
    • Comemorações dos Aniversários de Elevação a Freguesia e a Vila (durante os meses de Fevereiro e Março)
    • Corso Carnavalesco (Terça-Feira de Carnaval)
    • Enterro do Bacalhau (Quarta-Feira de Cinzas)
    • Procissão do Senhor dos Passos (Domingo de Ramos)
    • Comemorações do 25 de Abril e do 1 de Maio
    • Comemorações do Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo com fanfarra dos Bombeiros (1 de Maio)
    • Mercados Mensais (2º Domingo de cada mês)
    • Feira de Maio (2º Domingo de Maio)
    • Festas Populares (1ª Quinzena de Junho)
    • Marchas Populares (Mês de Junho)
    • FIG-Festival Internacional de Gigantes (Mês de Julho)
    • Noites de Verão (Mês de Julho)
    • Comemorações do Aniversário do Clube Desportivo Pinhalnovense (5 de Agosto)
    • Romaria ao Santuário de Nossa Senhora da Atalaia-Círios da Carregueira e dos Olhos de Água (último fim de semana do mês de Agosto)
    • Feira do Cavalo – Hipolazer (Fim de Setembro)
    • Comemorações do São Martinho (10/11 de Novembro)
    • Comemorações do Aniversário da Sociedade Filarmónica União Agrícola com Banda Filarmónica e Grupo Coral Polifónico (6 de Dezembro)
    [editar] Ligações externas
    • Observação de aves na lagoa da Salgueirinha (Pinhal Novo)

    Exposição:

    Começo pela Avª Alexandre Herculano, que é a artéria principal do Pinhal Novo, pois é nem mais nem menos a Estrada Nacional Nº 252 e que por sinal é atravessada por muito trânsito, principalmente em horas de ponta e também fora das horas de ponta. Tráfego esse que aumentou com a abertura da Ponte Vasco da Gama, desde 29 de Março de 1998, pois para além do tráfego que se destina a esta localidade, suporta também tráfego que se destina a outras localidades, como Palmela e Setúbal, pois os automobilistas para evitarem o pagamento de portagens na Auto-Estrada Nº 12 que liga a Ponte Vasco da Gama desde as portagens da Lusoponte no Montijo, à entrada da cidade de Setúbal, desviam no acesso para o IC32 até ao acesso para a Estrada Nacional Nº 252 na zona da Lançada e seguem depois por esta estrada atravessando toda a localidade de Pinhal Novo no sentido N-S e vice-versa quando se inverte o sentido do trânsito neste caso S-N se for com destino a Lisboa ( solução para isto a construção de variantes quer a nascente quer a poente da Vila de Pinhal Novo e futura Cidade). Em conversa com o sr. vereador da gestão urbanística (Urbanismo) da Câmara Municipal de Palmela, foi-me dito que a responsabilidade da gestão da Estrada Nacional Nº 252, é das Estradas de Portugal, porque questionado sobre de quem é a responsabilidade de colocação de Lombas de Abrandamento de Velocidade dentro da Vila de Pinhal Novo, foi-me respondido que essa responsabilidade é das Estradas de Portugal. Coloquei esta questão no passado dia 20 de Março de 2009, em atendimento descentralizado no âmbito da semana da freguesia de Pinhal Novo, porque têm morrido muitas pessoas atropeladas nas passadeiras na referida artéria que atravessa o Pinhal Novo, devido ao excesso de velocidade que alguns condutores impõem às suas viaturas dentro desta localidade. Então impõe-se que alguém de direito assuma a responsabilidade e se tente solucionar a colocação das ditas Lombas de Abrandamento de Velocidade, para que se evitem os tais excessos de velocidade dentro da localidade do Pinhal Novo e com isso mais perdas de vidas humanas. Sobre a Estrada Nacional Nº 252 e na zona sul, perto do Modelo, perguntei também, porque é que depois de ter sido prometida uma rotunda de acesso ao referido Hipermercado, passados que estão daqui mais 9 anos continua tudo na mesma, com 2 sinais de sentido proibido, um de cada lado do referido entroncamento. Mais uma vez a câmara a passar a responsabilidade para as Estradas de Portugal. Ainda dentro do mesmo atendimento descentralizado foi-me dito pelo Sr. vereador que a responsabilidade de fiscalização dos veículos estacionados para venda, na Avª Alexandre Herculano é da GNR. O que é certo é que os ditos veículos passam lá semanas e meses estacionados, sem ninguém fazer algo para que isso não aconteça, apesar das pressões da câmara segundo o Sr. vereador. A seguir questionei o Sr. vereador sobre a fraca iluminação que existe naquela artéria e de uma maneira geral em todo o perímetro urbano da Vila do Pinhal Novo, ao que me foi respondido que apesar de pressões a responsabilidade é da EDP. Ainda dentro do tema da Acessibilidade e Mobilidade questionei o Sr. vereador sobre, em que termos se encontram as negociações com a REFER por causa de uma série de erros deixados aquando da construção (Empresa Teixeira Duarte) da Nova Estação de Pinhal Novo e da passagem desnivelada inferior junto à Pluricoop e antiga sede do Clube Desportivo Pinhalnovense. Esta passagem desnivelada subterrânea ou inferior, ficou a funcionar com fraca iluminação e sem elevadores a funcionarem, portanto sem segurança nenhuma e de acesso interdito a deficientes motores pois estes não podem subir e descer escadas. As crianças e os idosos também não têm nesta passagem a segurança necessária para que possam evitar quedas, depois e na generalidade todas as pessoas não têm qualquer segurança pública, pois a passagem é subterrânea, mal iluminada sem videovigilância e sem vigilância policial ou de outro tipo de vigilância (por ex: segurança). A REFER também prometeu a construção de outra passagem desnivelada inferior a nascente da estação ferroviária, mas até agora não passou de promessas. A estação ferroviária também não está completamente acabada, pois existem duas linhas para concluir a ligação há rede de linhas ferroviárias e consequentemente duas plataformas ou gares por concluir e já agora a parte superior da estação poderia levar uma pala superior como as das estações de Coina ou Pragal, porque este que será o futuro interface da margem sul precisa de uma boa atenção aos passageiros e utentes que por ali passam e por vezes têm que esperar largos minutos ou até horas para ligação a outros serviços ferroviários, porque por vezes quando há intempéries sofrem na pele as condições desagradáveis de desconforto (frio, vento, chuva…).Também a Torre de Sinalização e Manobra, que ficou no local onde sempre esteve não lhe foi dada a merecida atenção, pois poderia servir para miradouro se lhe dessem condições de acesso, para as pessoas poderem visitá-la em várias actividades como por exemplo em visitas de estudo ou mesmo em visitas turísticas, pois a Torre tem a altura de um 3º andar e de lá tem uma vista sobre toda a área circundante. Por falar em 3º andar, não se percebe muito bem porque em pleno séc. XXI, a vila de Pinhal Novo que tem movimento de cidade, principalmente às horas de ponta e não só, continua condicionada ou limitada à construção de edifícios com 3 andares. As desculpas do aeroporto e da falta de pressão da água, não pegam porque o Novo Aeroporto de Lisboa previsto para o Campo de Tiro de Alcochete, fica a mais de 20 Km de distância e mesmo que fosse em Rio Frio, não seria por isso que não se poderia por exemplo construir edifícios com 6 andares como os que existem em Palmela, bem perto do castelo que é um monumento histórico e que não deveria ter assim tão perto dele dentro da vila de Palmela edifícios de 6 andares, como os que existem na Nova Palmela. Mas já que existem edifícios de 6 andares em Palmela e eu até não sou contra, porque será que não se permite a construção de edifícios de 6 andares em Pinhal Novo? A única resposta que posso ter para isto é que Palmela não quer que a vila de Pinhal Novo lhe passe à frente em termos de altura dos edifícios e de outras coisas, mas se é por isso pois não conseguem travar o crescimento populacional de Pinhal Novo que é quase o dobro do de Palmela e com tendência a acentuar-se esta diferença, pois Palmela está encravada num morro que é ainda uma ramificação da cadeia montanhosa da Arrábida na sua parte terminal, e o Pinhal Novo está situado numa imensa planície, que tem por onde crescer sem limitações, pelo menos em plano horizontal já que em altura (na vertical), Palmela e outros continuam a condicionar e a limitar a construção de edifícios com mais de 3 andares. A falta de pressão da água também não pega, porque se não há pressão suficiente, necessária a fornecer água com condições dignas a uma Vila de Pinhal Novo que merece com toda a certeza uma melhor qualidade de vida para os seus habitantes, na sua caminhada para ser cidade, então que se criem as condições técnicas para fornecer água aos prédios com 3 ou mais andares, pois a zona em que o Pinhal Novo se situa é rica em veios de água (níveis freáticos) visto situar-se numa área geológica favorável, em terrenos do Pliocénico Superior – Terciário (areias, areolas-cascalho, argila-barro). Uma vez que o Plano Director Municipal, do Concelho de Palmela e os respectivos Planos de Urbanização estão para ser alterados, penso que será uma oportunidade para que a Vila de Pinhal Novo, possa finalmente ter possibilidade de apresentar aos seus concidadãos e outros que para o Pinhal Novo pretendam vir residir, edifícios modernos com condições dignas (elevadores, espaços interiores bem arejados e com boa luminosidade solar, divisões bem arquitectadas com 2 ou mais casas de banho,…) e com mais de 3 andares, pois já que possui uma estação ferroviária tão grande e moderna (ainda que inacabada), digna de uma cidade como a Amora ou o Montijo, que aqui bem perto do Pinhal Novo, possuem edifícios com mais de 3 andares, será merecedora no seu percurso ou caminho de Vila para Cidade, a que lhe deiam a oportunidade de pelo menos deixarem construir edifícios com 6 andares, como existem na Vila de Palmela. Palmela que é a sede de Concelho ao qual pertence a freguesia de Pinhal Novo, que tem quase o dobro da população da sede do Concelho. Ainda na arquitectura urbana e no planeamento urbanístico e paisagístico, será saudável e sustentável para a gestão territorial, que na construção de edifícios por exemplo de 6 andares, com ocupação de menos espaço na horizontal (ao contrário da actual política de construção de edifícios só com 3 andares ou menos, ocupando por isso, assim mais espaço na horizontal e logo no horizonte) para a Vila de Pinhal Novo e futura Cidade, que se arquitectem os espaços exteriores com zonas verdes, espaços de lazer e desporto como polidesportivos, courts de ténis, espaços de água onde se podem incluir lagos artificiais, circuitos de manutenção (footing, ciclovias…), green de golfe, piscinas e espaços aquáticos, etc…). Ainda dentro da temática da água, mas na vertente dos cursos de água e seus afluentes e ou efluentes, outra situação muito negativa e vergonhosa é a Vala da Salgueirinha, que continua no séc. XXI por ser regularizada e tornada num afluente e ou efluente com melhores condições ecológicas ( para quando uma intervenção de fundo do Ministério do Ambiente e do Instituto da Água). Se não há vontade política para mudar estas situações, então estamos muito mal, porque em democracia há mecanismos para que as situações negativas sejam alteradas e modificadas para positivas ou pelo menos quase positivas, pois a região onde a freguesia do Pinhal Novo está implantada, teve a sorte no séc. XIX, quando começou a despoletar, dos políticos da época darem a oportunidade de lhe instalarem um dos melhores meios de comunicação em termos de transportes que é o caminho-de-ferro*. Logo aí começava o desenvolvimento de uma povoação que embora na época fosse uma terra de gente rural (a maior parte da sua população dedicava-se à actividade agrícola), pois com o advento do caminho-de-ferro, começou a ter outras actividades que não só as agrícolas. Mas a maior parte dos oriundos que se vieram instalar nesta localidade, estavam ligados e ainda actualmente muita gente está ligada à actividade ferroviária. Foi devido a esta actividade e ao acesso que em termos de transporte lhe está associada, que hoje em dia somando a ela outras, como sejam a rodoviária, se pode dizer com todo o à vontade que o Pinhal Novo é uma localidade com boa acessibilidade, devido também à excelente situação que em termos geográficos lhe está inerente, sensivelmente no centro da Península de Setúbal (localização entre Setúbal e Lisboa).
    Mas nem tudo o que a autarquia Palmelense e o Poder Central, têm feito pelo Pinhal Novo é negativo, desde os últimos tempos, incluíndo o segundo e o último quartéis do séc. XX, temos de lembrar aqui a antiga Estação Ferroviária com 23 painéis de Azulejos alusivos a motivos da região da Península da Arrábida, actual Península de Setúbal, a rede de Escolas Básicas do 1º Ciclo e Jardins de Infância, Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos José Maria dos Santos, Escola Secundária com 3ª Ciclo do Ensino Básico, Biblioteca e Auditório de Pinhal Novo, o Pavilhão Desportivo Municipal, a Piscina Municipal, o Mercado de Pinhal Novo com serviços, a descentralização de serviços como o Gabinete de Pinhal Novo (deveria ter mais serviços e melhor gestão programática), o Cartório Notarial, mas só isto não chega para uma terra que estratégicamente tem condições para autodeterminar-se e governar-se pelos seus próprios concidadãos, tornar-se portanto independente de Palmela, embora esta situação requeira um estudo prévio que está prometido pela autarquia de Palmela, mas até agora ainda não foi concretizado, talvez porque seja um estudo complexo este de alterar as fronteiras políticas das autarquias locais, com a criação de novas autarquias (novas freguesias e novos concelhos). A partição de limites administrativos requer um rigor muito técnico e muito consensual, mas terá que acontecer mais tarde ou mais cedo. Deverá passar primeiramente pela consulta popular para se inferir qual a tendência da escolha da população local, feita em Referendo Local. Mas foram criados Novos Concelhos (Odivelas,Trofa e Vizela) que nalguns casos só foram para a frente com a Lei da Força, com alguns boicotes e cortes de vias de comunicação (linhas-férreas e estradas) o que penso que não é nada agradável e até é contra o normal funcionamento da Lei e das Instituições Democráticas. Mas lá em Vizela funcionou a Lei da Força e a côr política idêntica quer do Poder Central quer do Poder Local. Já no caso de Esmoriz (Ovar), Fátima (Ourém) e Canas de Senhorim (Nelas), foi vetado a criação destes Concelhos porque, embora todos os cidadãos tenham direito a manifestar as suas posições e os seus interesses, neste caso pesou a análise demográfica de pelo menos Canas de Senhorim, que não tem população que justifique a criação de um novo concelho com apenas 3.000 a 4.000 habitantes. Se assim fosse teríamos milhares de Concelhos em Portugal. Esmoriz (12.000 hab.) e Fátima (11.000 hab.) talvez o justificassem, mas também não têm tanta população como isso.
    Bom, mas não podemos estar aqui a dar exemplos, o caso do Pinhal Novo, é diferente porque o território do Concelho de origem (Palmela), é grande e de difícil gestão territorial (460 Km²) e também o Pinhal Novo tem perto de 30.000 habitantes, quase metade da população do Concelho de Palmela (60.000 hab.). E nesta altura com os projectos que se aproximam desta área geográfica em que está uma Plataforma Logístca prevista entre o Pinhal Novo e o Poceirão, mais se justifica a criação de um novo Concelho com sede na Vila e futura Cidade de Pinhal Novo e em que o Poceirão por proximidade de endogenia ferroviária e futuramente de Logística de Haveres (Mercadorias) deverá por inerência integrar esse futuro Concelho de Pinhal Novo, que para além destas duas freguesias poderá ser criada uma terceira na Venda do Alcaide/Palhota ou outras que por motivos religiosos possam dar origem a novos oragos e paróquias. Ora desta forma será viável um futuro Concelho em que habitam actualmente perto de 35.000 habitantes com tendência para aumentar devido ao aumento demográfico esperado, devido aos investimentos previstos para a Península de Setúbal, como sejam na proximidade o Novo Aeroporto Intercontinental de Lisboa, a Nova Ponte Chelas-Barreiro, o TGV e a nova estação na Plataforma Logística, por isto tudo e muito mais, justifica-se a criação de uma nova autarquia administrativa na ordem de grandeza do Concelho. Por isso e ainda que não seja urgente, porque essas as urgências são serviços de Hospitais, deve ser criado o Concelho do Pinhal Novo. Isto tudo pelo que foi dito atrás e também porque mesmo que exista a melhor vontade por parte de Palmela para com o Pinhal Novo e todos os Pinhalnovenses, fica sempre o sentimento de rivalidade que sempre existiu e existe entre Palmela e o Pinhal Novo, o que não é saudável nem positivo para que o Pinhal Novo se desenvolva com liberdade e sem condicionamentos e limitações. Independentemente disto e falando de novo em urgências, para quando um novo serviço de saúde, como centro de saúde com atendimento permanente, ou talvez mais importante e até necessário um novo Hospital com serviço de Urgências, para servir uma zona que pode vir a sofrer grandes transformações com o Novo Aeroporto Intercontinental de Lisboa por perto, ou o TGV que irá passar por perto com estação prevista na Plataforma Logística e que irá ter um grande movimento. Para quando a construção do Pavilhão Gimnodesportivo da Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico ( 22 anos de atraso ), pois os alunos continuam a ter que praticar Educação Física e Desporto em geral ao ar livre, sujeitos a todos os condicionalismos meteorológicos (Chuva, Frio, Calor, etc…). Por isto tudo e porque Palmela tem mais que se preocupar (com Palmela, Quinta do Anjo, Marateca…) do que com, só o Pinhal Novo e Poceirão é chegado o tempo certo para que todas as forças políticas se debrucem sobre este assunto e haja uma ou mais forças políticas que tenham a coragem de apresentar através dos grupos parlamentares da Assembleia da República Portuguesa a proposta de Elevação de Pinhal Novo a Concelho. Iríamos todos beneficiar, porque seria mais fácil a gestão territorial dos futuros Concelhos de Palmela (sem o Pinhal Novo e sem o Poceirão e até haver alguns arranjos ou acertos de áreas administrativas que pertencem às freguesias limítrofes e que pudessem beneficiar com a integração no Novo Concelho do Pinhal Novo) e Pinhal Novo (com o Poceirão e com Venda do Alcaide/Palhota e eventualmente outros territórios saídos de freguesias límitrofes a beneficiar com esta integração territorial de proximidade por vezes até mais em termos de transportes-ligação ferroviária e rodoviária, do que proximidade histórica e longílinea, pois nestes estudos têm muito peso o factor sócio-económico ou financeiro). Quando a área sectorial das finanças é bem gerida e bem arquitectada a nível do poder local, é bom para as localidades em termos particulares, mas também a nível regional e numa análise mais generalizada, a nível nacional, portanto bom para o sector financeiro do governo do país, logo positivo para economia do país.
    Por falar em economia e porque o país se precisa de desenvolver no geral e esta região em particular, será positivo que se criem espaços para a instalação de centros comerciais (estilo Almada Forum com Jumbo integrado, por exemplo), centros industriais (modernas indústrias) e centros de formação de jovens. Também se deverá fomentar a instalação, de centros desportivos (Complexo Desportivo com Centro de Estágio, etc…) com circuitos de manutenção, centros de congressos etc…
    Enfim deixem sonhar um bocadinho, porque:

    Eles não sabem nem sonham, que o sonho comanda a vida,
    e sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança
    como uma bola colorida
    entre as mãos de uma criança.
    (Pedra Filosofal –António Gedeão)

    e faz parte integra da essência do ser humano…

    *Anexo excertos da obra “ A Cidade em Portugal – Uma Geografia Urbana “ 1992 páginas 129, 130, 184 e 185, da autoria da Professora Dra. Teresa Barata Salgueiro, catedrática da Universidade de Lisboa, Centro de Estudos Geográficos (C.E.G.) da Faculdade de Letras e mais recentemente do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (I.G.O.T.), integrado por ora, na mesma Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (F.L.U.L.).

    Passo a citar:

    …pág. 129 –… Como cidade francamente dominada pela função de transporte apenas se pode referir (pág. 130) – o Entroncamento, uma vez que os portos apresentam, no geral, um grande leque de actividades e os pontos bem situados face às vias terrestres crescem graças às diversas funções que a centralidade propicia. Não conhecemos nenhum outro caso em que o transporte seja função dominante e caracterizadora da cidade, apesar do crescimento de Pinhal Novo estar igualmente ligado à presença da linha férrea. O desenvolvimento de Mirandela, o de Ponte de Sôr e o de Vendas Novas relacionam-se também com a rede de comunicações, contudo as actividades ligadas com o transporte não dominam a vida urbana de molde a atribuir essa função às localidades. Note-se ainda que povoações onde se encontravam sedes de grandes empresas de camionagem não passaram de dimensão modesta, como Azeitão, sede da J. Cândido Belo, nem lhe sofreram efeitos significativos, como aconteceu em Torres Novas, sede da Claras.
    …pág. 184 – … Sem tradição de povoamento anterior, aparecem dois núcleos que devem a sua história ao caminho-de-ferro, concretamente ao sítio de encruzilhada, Entroncamento e Pinhal Novo. O Entroncamento começa a crescer ainda no século XIX, na sequência da construção do apeadeiro do Entroncamento da Ponte da Pedra, em 1864, no sítio onde a (pág. 185) – Linha do Norte entroncava com a de Leste. Aqui se fixaram famílias dependentes da companhia mas, depois, o incremento dos transportes ferroviários atraiu outros povoadores, comerciantes, pequenas indústrias e serviços.
    Em 1911 possuía 311 fogos e 1269 habitantes, repartidos por dois concelhos (Vila Nova da Barquinha e Torres Novas), entre os quais a linha férrea fazia fronteira. Esta situação só foi ultrapassada com a constituição da freguesia do Entroncamento, pertencente ao concelho de Vila Nova da Barquinha, em 1926, a qual foi convertida em concelho, em 1945.
    A povoação ganhou com a instalação de diversas unidades militares durante a Primeira Guerra, de que são exemplos o Batalhão de Sapadores dos Caminhos de Ferro (1918), o Depósito Geral de Material de Guerra (1919), a sucursal da Manutenção Militar (1916) e o 7º Grupo da Companhia de Administração Militar (1919). Com efeito, a posição central no país e o facto de se tratar de uma zona relativamente pouco povoada explicam que ainda hoje aqui (Entroncamento-Tancos-Vila Nova da Barquinha) se encontrem importantes instalações militares. Todavia, o crescimento do lugar andou sempre ligado à CP, que ali possui oficinas de manutenção de material, um centro de formação de pessoal ferroviário e diversos bairros de trabalhadores.
    O desenvolvimento do Pinhal Novo data também da construção da linha férrea (1861). Localizado na convergência das linhas do Sul¹ e do Sado², ainda no concelho de Palmela³, a acessibilidade fornecida pelo caminho-de-ferro permitiu-lhe uma ligação precoce à área metropolitana4, para além de facilitar o exercício de funções centrais, converteu-se assim no lugar central mais forte da zona nascente da península de Setúbal, ponto de encontro entre os rurais e os criadores de gado com os habitantes suburbanos. Tem uma importante feira, e acabou por atrair algumas indústrias, apresentando já 5708 habitantes5 em 1981 e tendo sido elevado à categoria de vila em 1988. O seu crescimento tem continuado e receberá um grande impulso com a construção da nova ponte sobre o Tejo6 e a instalação da FORD-VW7 na área industrial das Carrascas, próxima da Auto-Estrada do Sul (nó de Coina), cuja construção e laboração devem trazer grande volume de empregos. Estima-se que só este projecto poderá criar 5000 empregos directos e cerca 10.000 indirectos, numa área onde já existem diversas fábricas (electrónica, computadores, máquinas de precisão e têxtil).
    Estas povoações apareceram de novo, registaram um crescimento forte sem ser planeado e as instalações ferroviárias funcionam como ponto focal orientador, a partir do qual se tem processado a expansão. A sua planta não apresenta grande regularidade, embora a tendência seja para as construções se disporem ao longo dos caminhos que conduzem às linhas, segundo malhas vagamente ortogonais. A ocupação do solo resulta irregular, com partes densas, onde já aparecem edifícios de 3, 4 e mais pisos, moradias isoladas ou em banda, com quintais e importantes espaços intersticiais.
    (Fim de citação)
    Notas sobre algumas citações do texto da Senhora Professora Dra. Teresa Barata Salgueiro, relativas a estas páginas (129, 130, 184 e 185) do livro “A Cidade em Portugal – Uma Geografia Urbana) – 1992:
    1- Linha do Sul (Entre o Pinhal Novo e Beja seguindo depois pela Funcheira até Vila Real de Santo António).
    2- Linha do Sado ( Entre o Pinhal Novo e a Funcheira via Setúbal).
    3- Já em 1992 se citava que o Pinhal Novo ainda se encontrava no Concelho de Palmela, quando deveria ser sede de Concelho tal como acontece com o Entroncamento.
    4- Área Metropolitana de Lisboa.
    5- Em 1981 e segundo os Censos a Freguesia do Pinhal Novo tinha cerca de 11.300 habitantes, dos quais cerca de 80% (9040) viviam na própria sede de freguesia, os outros 20% (2260) viviam nos arredores.
    6- Ponte Vasco da Gama.
    7- Autoeuropa

    Por fim menciono os princípios e a base legal, inerente nos artigos da Constituição da República Portuguesa, a partir dos quais se fundamentam as pretensões justas para a Elevação de Pinhal Novo a Concelho:

    Pinhal Novo (Portugal), 25 de Abril de 2009

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

    Constituição da República Portuguesa,
    de 2 de Abril de 1976

    – Revista pelas Leis Constitucionais n.ºs 1/82, de 30 de Setembro, 1/89, de 8 de Julho, 1/92, de 25 de Novembro, 1/97, de 20 de Setembro e 1/2001, de 12 de Dezembro,1/2004, de 24 de Julho e 1/2005, de 12 de Agosto.

  25. carlos reforço Says:

    MANIFESTO DOS 51 VS. MANIFESTO DOS 28

    Frase: “ O Investimento previsto para a construção da Terceira Travessia do Tejo, dava para construir 30 pontes no Douro” Luís Filipe Menezes (PSD) in “Correio da Manhã” de 29-06-2009

    Se o Porto tem 6 pontes (Arrábida, D. Luís, Infante D. Henrique, D. Maria, S. João e Freixo), Lisboa tem 2 pontes (25 de Abril e Vasco da Gama), porque não será precisa mais nenhuma ponte com rodovia e ferrovia no corredor central da Área Metropolitana de Lisboa segundo os estudos do Professor Eng. José Manuel Viegas (Prof. do I.S.T.) e director do TIS, que afirma no estudo de comparação entre as hipóteses (Chelas-Barreiro vs. Beato-Montijo) que Beato-Montijo ganha em 14 de 15 critérios de avaliação de um estudo que não tem comparação porque esta hipótese (Beato-Montijo) não contempla a ligação rodoviária?
    Só pode ser por interesses de grupos económicos e políticos (PSD e CDS-PP), que não estejam interessados em mais travessias rodoviárias e ferroviárias para não perderem o monopólio da exploração dessas vertentes. Como as coisas mudam tão rapidamente neste “Admirável Mundo Novo” .
    Para que isto não se torne numa guerra política entre o Norte e o Sul de Portugal, esperemos que impere o bom senso da Engenharia, do Planeamento Regional Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, Economia e Gestão de investimentos (Obras Públicas) tão importantes para o futuro como o é esta Terceira Travessia do Tejo em Lisboa que já vem referenciada desde o governo do Professor Economista, Aníbal Cavaco Silva como sendo no corredor central e ligando Chelas (Lisboa) a Lavradio (Barreiro). É a ligação mais correcta, equilibrada e justa para o desenvolvimento da Área Metropolitana de Lisboa, da capital do país (Lisboa), do Barreiro (que merece esta ponte) do Montijo (que mereceu a ponte Vasco da Gama em 1998) da Baixa da Banheira, de Alhos Vedros, da Moita, do Pinhal Novo, de Palmela, de Setúbal enfim de toda a Península de Setúbal e do Alentejo.
    Referi que o Porto tem 6 pontes mas nem todas tem a vertente rodoviária, apenas 3 têm esta vertente (Arrábida, Infante D. Henrique e Freixo) isto contando que a ponte D. Luís funciona actualmente com o Metro do Porto, senão eram 4 as pontes com ligação rodoviária no Douro e só na zona da cidade do Porto, para não contar o resto de todo o rio Douro.
    A partir da decisão de que o Novo Aeroporto de Lisboa vai ser construído no Campo de Tiro de Alcochete, anunciada pelo Primeiro-Ministro do Governo de Portugal, Eng. José Sócrates em 10 de Janeiro de 2008, torna-se imperioso e necessário que a Terceira Travessia do Tejo em Lisboa tenha também para além da componente ferroviária a componente rodoviária e isso até foi muito bem anunciado ao país e ao mundo (10 de Janeiro de 2008) pelo Sr. Primeiro-Ministro que a Terceira Travessia do Tejo em Lisboa será rodo-ferroviária e localizada no corredor central Chelas-Barreiro. Portanto independentemente do estudo que o LNEC efectuou a minha opinião é que a decisão do Governo de Portugal foi a mais acertada aquela que tomou em 10 de Janeiro de 2008 quando anunciou a construção quer do Novo Aeroporto de Lisboa na zona do Campo de Tiro de Alcochete, quer da Terceira Travessia do Tejo (rodo-ferroviária) no corredor central Chelas-Barreiro.

  26. carlos reforço Says:

    “PINO DO VERÃO”

    Bom dia. É saudável que estes eventos se repitam e de preferência todos os anos, mas como envolvem sempre a componente financeira por vezes é complicado levar por diante projectos como o “Pino do Verão”. Com a compreensão e a participação de todos, é mais fácil dar corpo e forma para a realização deste espectáculo. Eu dou a minha contribuição com a participação no coral da S.F.U.A. que é um dos muitos participantes neste espectacular evento que dá pelo nome de “Pino do Verão”. Por isso tomei a liberdade de enviar essa noticia a alguns amigos, para divulgação do evento, porque penso que o evento é digno de uma mais ampla divulgação. Se ultrapassei algumas normas peço desculpa, mas não foi essa a minha intenção. Sem mais de momento, despeço-me com os melhores cumprimentos. Até logo no miradouro da encosta do castelo de Palmela para a realização do espectáculo “Pino do Verão”, que com a participação de todos nós será sempre mais fácil.

    Pinhal Novo, 26 de Julho de 2009

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

  27. Carlos Reforço Says:

    AVANÇAR POR PORTUGAL, PROGRESSISTA E MODERNO

    A única força política da área da esquerda democrática e progressista que está em condições para ganhar as eleições do dia 27 de Setembro de 2009 é o Partido Socialista. Acreditando nas mais recentes previsões, tal parece ir acontecer, mas meus caros amigos e amigas, portugueses, não podemos esquecer o que aconteceu nas eleições europeias, em que também aí as previsões e sondagens davam vantagem ao P.S. e depois aconteceu que a direita conservadora ganhou essas mesmas eleições.
    É certo que estas eleições (eleição para a Assembleia da República) são de cariz diferente das do dia 7 de Junho de 2009, que foram de âmbito europeu (eleição para o parlamento europeu), mas o que está em jogo é uma luta titânica pelo poder e aí a direita política (PSD + CDS/PP…) mostra-se mais unida do que a esquerda política (PS + CDU + BE…). Quando falo em luta titânica é no sentido do “combate político” que acontece no período de campanha eleitoral em que todos esgrimem argumentos em prol da sua cor política ou seja do seu partido. Nesta luta alguns esquecem quase sempre o interesse do país em avançar e progredir, coisa que está implícito no discurso dos partidos da direita (PSD + CDS/PP) pois estes partidos conservadores querem rasgar as políticas de desenvolvimento de Portugal, fazendo com que nos “3 D’s que Abril falta cumprir” pelo menos 2 dos D’s (Democratizar e Desenvolver) nunca se cheguem a cumprir na plenitude. E para que o tempo da outra “senhora” não volte, seria muito grave que isso acontecesse, pois iríamos não ter uma pausa na democracia de 6 meses como já foi proposto mas se calhar outra vez 48 anos de conservadorismo, atraso social e económico, é chegada a hora de todos os portugueses que em tempo de meditarem para a eleição de dia 27 de Setembro de 2009, pensem bem se querem como governo de Portugal o partido que tem como líder a senhora que não quer progresso, pois rasga com o desenvolvimento e com o progresso infra-estrutural e de equipamentos para o Portugal, que Abril quer ver Democrático, Desenvolvido e Progressista e aliado e cooperante com as antigas colónias ultramarinas Descolonizadas, portanto com os 3 D’s de Abril cumpridos. Para isso, é necessário então que no dia 27 de Setembro de 2009, os Portugueses que querem ver o nosso país, moderno, desenvolvido e europeu não se dispersem votem em consciência e sacrifiquem-se mesmo em votar não se abstendo porque isso será um trunfo para os partidos da direita, pois a abstenção favorece-os, devido à divisão fragmentária da esquerda política. Atendendo a que o PS é o único partido da esquerda democrática, progressista, em condições de ficar à frente do PSD da direita conservadora e anti-progressista, caros concidadãos Portugueses de todas as áreas profissionais e de todos os quadrantes geográficos do país (continente e ilhas), se querem na nossa vida, em tempo real assistir ao construir de um país mais desenvolvido em infra-estruturas, emprego, modernidade e justiça social, não desperdicem os votos em “blocos” que podem fazer com que a direita conservadora, anti-progressista e antiquada chegue injustamente ao governo de Portugal e ao poder, que tornaria o país com ácido cítrico a mais (laranja a mais) corroendo as estruturas da democracia. Por isso a solução contra isto é o voto no Partido Socialista.

    Pinhal Novo, 25 de Setembro de 2009

    Saudações Socialistas e Democráticas

    Carlos Manuel Reforço

  28. Carlos Reforço Says:

    MUNDIAL 2018
    Neste tempo de crise económica mundial, é bom que existam estes abanões para ver se as pessoas acordam da letargia em que o mundo ocidental em geral e o nosso país em particular se encontram. Com isto fico contente que os altos dirigentes da UEFA e até mesmo da FIFA se congratulem com a candidatura Ibérica ao mundial de 2018. Era mesmo muito bom que esse mundial se venha a realizar em território Ibérico (Portugal e Espanha), porque para além de se rentabilizar as infra-estruturas construídas em Portugal por alturas do Euro 2004 iríam-se rentabilzar os investimentos públicos que estão previstos para Portugal principalmente o TGV e o NOVO AEROPORTO INTERCONTINENTAL DE LISBOA previsto para o campo de tiro de Alcochete. Para além disso fomentar-se-á o crescimento do turismo para todo o território deste país, que em termos de natureza tem tudo para ser o paraíso. Pois temos um sol maravilhoso e paisagens paradísiacas desde o Minho até ao Algarve, passando pelos Açores e a Madeira. Podem acreditar mesmo que penso que a candidatura Ibérica à organização do Mundial de Futebol de 2018 é a mais forte de todas quantas estão a concorrer e salvo qualquer imprevisto ou irregularidade, irá com alguma facilidade ganhar a organização do Mundial de 2018, pois os povos mundiais não irão esquecer a partida para a aventura das descobertas dos mares e do Mundo e depois o sol de Espanha e de Portugal convida a visita de todos os povos do mundo. Boa sorte Espanha e Portugal.
    Pinhal Novo, 31 de Dezembro de 2009
    Carlos Manuel Reforço

    MUNDIAL 2018
    En este momento de crisis económica, es bueno que existen estas sacudidas para ver si la gente despierta del letargo en el mundo occidental en general y de nuestro país, en particular, lo son. Con esto me alegro de que los altos cargos de la UEFA y la FIFA, incluso satisfecho con la nominación para el mundo ibérico en 2018. La inversión pública fue muy bueno que este mundo se celebrará en la Península Ibérica (Portugal y España), ya que además de explotar la infraestructura construida en Portugal en la época de la Eurocopa 2004 se rentabilzar que se han previsto para Portugal especialmente el TGV y NUEVA Aeropuerto Intercontinental de Lisboa, prevista para el polígono de tiro de Alcochete. También se alentó el crecimiento del turismo en todo el territorio de este país, que en la naturaleza todo tiene que ser el paraíso. Porque tenemos una maravillosa puesta de sol y de los paisajes paradisíacos del Miño al Algarve, pasando por las Azores y de Madeira. Incluso pueden creer que yo creo que con la organización de la Copa del Mundo Ibérico 2018 es la más fuerte de todos cuantos compiten y, salvo cualquier imprevisto o irregularidad a ganar con cierta facilidad la organización de la Copa del Mundo de 2018, porque la gente en todo el mundo no olvidar el juego de la aventura del descubrimiento de los mares y el mundo, y entonces el sol de España y Portugal, calificó la visita de todos los pueblos del mundo. Buena suerte España y Portugal.
    Pinhal Novo, Dezembro 31, 2009
    Carlos Manuel Reforço

    WORLD FIFA 2018
    In this time of economic crisis, it’s good that there are these jolts to see if people wake up from dormancy in the Western world in general and our country in particular are. With this I am glad that the senior members of UEFA and FIFA even pleased at the nomination to the Iberian world in 2018. It was really good that this world will be held in Iberian Peninsula (Portugal and Spain), because in addition to exploiting the infrastructure built in Portugal around the time of Euro 2004 would be rentabilzar public investments that are planned for Portugal especially the TGV and NEW INTERCONTINENTAL AIRPORT LISBON planned for the firing range of Alcochete. Also encouraged will be the growth of tourism for the whole territory of this country, that in nature everything has to be paradise. Because we have a wonderful sunset and paradisiacal landscapes from the Minho to the Algarve, passing through the Azores and Madeira. They may even believe that I believe that applying the organization of the Iberian World Cup 2018 is the strongest of all how many are competing and barring any unforeseen or irregularity will win with some ease the organization of the 2018 World Cup, because people worldwide will not forget the game for the adventure of discovery of the seas and the world and then the sun of Spain and Portugal called the visit of all the peoples of the world. Good luck Spain and Portugal.
    Pinhal Novo, December 31, 2009
    Carlos Manuel Reforço

    Coupe du Monde 2018
    En ce temps de crise économique, il est bon qu’il existe de ces soubresauts de voir si les gens se réveillent de dormance dans le monde occidental en général et notre pays en particulier sont. Avec ça, je suis heureux que les membres dirigeants de l’UEFA et la FIFA, même heureux de la nomination au monde ibérique en 2018. C’était vraiment bien que ce monde se tiendra dans la péninsule ibérique (Portugal et Espagne), car en plus d’exploiter l’infrastructure construite au Portugal au moment de l’Euro 2004 serait rentabilzar investissements publics qui sont prévues pour le Portugal en particulier le TGV et la NOUVELLE Intercontinental Airport Lisbonne, prévue pour le champ de tir d’Alcochete. Sera également encouragé la croissance du tourisme pour l’ensemble du territoire de ce pays, que dans la nature, tout doit être le paradis. Parce que nous avons un magnifique coucher de soleil et des paysages paradisiaques du Minho à l’Algarve, en passant par les Açores et Madère. Ils mai même croire que je crois que l’application de l’organisation de la Coupe du monde ibérique 2018 est la plus forte de tous les combien sont en compétition et sauf imprévu ou de l’irrégularité va gagner avec une certaine facilité l’organisation de la Coupe du Monde 2018, parce que les gens dans le monde entier n’oubliera pas le jeu pour l’aventure de la découverte des mers et du monde et puis le soleil de l’Espagne et le Portugal a appelé la visite de tous les peuples du monde. Bonne chance en Espagne et au Portugal.
    Pinhal Novo, Decembre 31, 2009
    Carlos Manuel Reforço

    Weltmeisterschaft (WORLD FIFA 2018 )
    In dieser Zeit der wirtschaftlichen Krise, es ist gut, dass es diese Stöße, um zu sehen, wenn die Menschen aufwachen aus Ruhezustand in der westlichen Welt im Allgemeinen und unseres Landes im Besonderen. Mit dieser bin ich froh, dass die hochrangigen Mitglieder der UEFA und der FIFA auch bei der Nominierung für den iberischen Welt im Jahr 2018 sehr zufrieden. Es war wirklich gut, dass diese Welt, in der iberischen Halbinsel stattfindet (Portugal und Spanien) werden, da zusätzlich zur Ausbeutung der Infrastruktur in Portugal um die Zeit der Euro 2004 gebaut würden rentabilzar öffentlichen Investitionen, die für Portugal vorgesehen sind insbesondere die TGV und neue interkontinentale Flughafen Lissabon geplant für den Schießplatz der Alcochete. Ebenfalls gefördert werden die Entwicklung des Tourismus für das gesamte Gebiet dieses Landes, dass alles in der Natur muss das Paradies sein. Denn wir haben einen wunderbaren Sonnenuntergang und paradiesischen Landschaften, die aus der Minho bis zur Algarve, die durch den Azoren und Madeira. Sie können sogar glauben, dass ich glaube, dass die Anwendung der Organisation der Iberischen World Cup 2018 ist der stärkste von allen, wie viele konkurrierende und vorbehaltlich unvorhersehbarer oder Unregelmäßigkeiten wird mit einiger Erleichterung der Organisation der Weltmeisterschaft 2018, weil die Menschen weltweit zu gewinnen werden nicht vergessen, das Spiel für das Abenteuer der Entdeckung der Meere und der Welt und dann die Sonne von Spanien und Portugal den Besuch von allen Völkern der Welt. Good luck Spanien und Portugal.
    Pinhal Novo, December, 2009
    Carlos Manuel Reforço

    Bom ano de 2010 para todos.

  29. Carlos Reforço Says:

    OE 2010 e entendimento dos políticos portugueses

    Carlos Reforço, acredita num entendimento entre os políticos portugueses e deseja também que 2010 seja o ano do começo da recuperação económica, para tal têm que começar no terreno algumas das obras previstas para as Áreas Metropolitanas: do Porto, de Lisboa – Sul (Península de Setúbal) e Alentejo e todas as outras regiões, pois só dessa maneira começará a sentir-se o desenvolvimento e poderá ser possível cumprir os prazos (2013 TGV Lisboa-Madrid, 2015 Lisboa-Porto-Vigo) e (2017/2018-Novo Aeroporto Intercontinental de Lisboa) e ainda vamos ser positivos, porque não a organização conjunta com Espanha do Mundial de Futebol 2018, pois penso que é candidatura mais forte de todas quantas se apresentaram na FIFA. Penso que será uma forma de potenciarmos todos os investimentos previstos e também seria uma boa prenda para a nossa geração. Com estes eventos podem e devem atrair-se empresas e turismo para a nossa região. Devem no entanto ser criadas mais unidades hoteleiras para o desenvolvimento turístico da nossa NUT III (Península de Setúbal). Sejamos ambiciosos e determinantes para o futuro que é já aí, ou seja está já mesmo a bater-nos à porta. Aqueles que continuam a bater na mesma tecla, que não se devem fazer obras públicas, pelos vistos não aprenderam a lição dos últimos actos eleitorais. Bom mas não se enfatize o assunto, porque no fundo no fundo eles querem obras públicas, mas querem é ser eles a ter os louros das concretizarem. Mas camaradas e amigos nos próximos tempos não vão ter essa oportunidade, porque aí digo muito juizo para todos porque não se pode andar a fazer eleições todos os anos, isso arruinaria o país. Mas mesmo que se não tivesse juízo e houvesse eleições brevemente, pois nós Socialistas ganhariamos outra vez as eleições, porque penso que no actual quadro político-partidário, não vejo alternativas para a governação Socialista do país. E como não queremos voltar ao tempo da outra “senhora” então p´ra frente PS p´ra frente Portugal.

    Pinhal Novo, 07 de Janeiro de 2010

    Carlos Manuel Reforço

  30. Carlos Reforço Says:

    “O Sonho Comanda a Vida e a Vida Comanda o Sonho”

    No início da tarde de 12 de Outubro de 1999, no auditório que a UEFA escolhera na pacata cidade alemã de Aachen para anunciar ao mundo qual o país escolhido para organizar e receber a Fase Final do Campeonato da Europa de Futebol, viveram-se momentos que iriam desencadear acontecimentos transcendentes na vida portuguesa.
    Gilberto Madaíl e António Sequeira, ao tempo secretário-geral da Federação Portuguesa de Futebol, subiram ao palco para, em nome da FPF, assinarem o documento vinculativo do anúncio feito momentos antes por Lennart Johansson, que dava a Portugal a honra e a responsabilidade de organizar a Fase Final do Campeonato da Europa de 2004. Para trás, ficavam as ansiedades, as esperanças, os temores e, naturalmente, o hábito nacional de desconfiar de quase tudo e pensar que, lá fora, os outros fazem as coisas com mais eficiência e profissionalismo.
    No dia seguinte, José Sócrates, Gilberto Madaíl, Carlos Cruz e Júlio Miranda Calha, os heróis de Aachen como depressa se lhes chamou, chegavam à Portela como se tivessem vencido o Campeonato do Mundo! Somos assim, para o bem e para o mal…
    Os cerca de dezoito meses de vida da candidatura portuguesa tinham chegado ao fim e pareceu que tinham decorrido… dezoito minutos desde o momento em que se decidira avançar. E tudo teria sido muito mais rápido se a UEFA não tivesse adiado, por duas vezes, a decisão final, inicialmente marcada para o Verão de 1999.
    Homens sem sono protagonizaram o tal sonho que desencadeou o mais acabado e raro exemplo de uma quase unanimidade de opiniões no Portugal democrático e, hoje, a sua acção será recordada com um sorriso aqui, uma lágrima furtiva ali.
    Por essa Europa fora o comboio português nunca saiu dos carris e, a partir do momento em que se sentiu a promessa de sucesso, a velocidade de cruzeiro imprimida, constante e irresistível, revelou-se demasiado rápida para os seus concorrentes directos.

    “Foram três semanas inesquecíveis. O país mobilizou-se como nunca o tinha feito. Nas janelas, nos automóveis, nos rostos, o vermelho e o verde foram um testemunho permanente de apoio, de expectativa, de esperança, de alegria, de orgulho. Portugal celebrou, dentro e fora do campo, a grande festa do futebol, numa organização que foi elogiada em todo o Mundo e classificada, pela própria UEFA, como a melhor de sempre. Portugal ganhou este desafio tão exigente! Ganhou o reconhecimento internacional, ganhou no fair play e na hospitalidade com que recebeu os milhares de pessoas que nos visitaram! E ganhou, porque soube, mais uma vez, que é capaz de realizar grandes projectos.”
    Jorge Sampaio
    In “O Sonho Comanda a Vida- O Euro 2004 de Aachen ao Estádio da Luz” edição em livro do Record e Correio da Manhã em consonância com a F.P.F. -Quinta-feira, 31 de Março de 2005

    Então, se o país é capaz de realizar grandes projectos, como ficou provado no Euro 2004 e antes na Expo’ 98, unamo-nos todos para os grandes projectos, que se aproximam, como sejam o TGV, a TTT em Lisboa, o Novo Aeroporto Internacional de Lisboa e como ficou provado pelo Euro 2004, se a FIFA escolher Portugal e Espanha para a organização do Mundial de Futebol de 2018, porque não abraçarmos esse projecto de alma e coração como abraçámos o Euro 2004?
    É preferível esses eventos, do que o triste dia-a-dia de, enredos que alguns “economistas”,“poetas”, “artistas”, “escritores”, “jornalistas”, “políticos” e “malabaristas”… que enfatizam a desgraça, a miséria e a tristeza, e em que alguns teatralizam “cantigas de escárnio e maldizer” típico da mentalidade da Idade Média, pois que para o nosso tempo está ultrapassado, ainda que em tempo de Carnaval, como se diz ninguém leva a mal, no entanto é tempo de unirmos as nossas capacidades e as nossas forças e como dizia a Nelly Furtado na canção para o Euro 2004:
    Força

    Com uma força…com uma força
    Com uma força que ninguém pode parar
    Com uma força, com uma força
    Com uma fome que ninguém pode matar

    Como acredito que vivo num país democrático, onde existe liberdade de expressão, de opinião e de imprensa, pois se assim não fosse não havia a liberdade de escrever e dizer aquilo que nos vai na alma, sabendo no entanto que a minha liberdade termina, precisamente onde começa a liberdade dos outros, aqui estou a escrever, pois penso desta forma contribuir para melhorar a nossa democracia e igualmente como estudante universitário para além de trabalhador, também contribuir para a resolução dos problemas sociais e económicos do país. Esta tarefa de trabalhador-estudante, para além de ser pai de uma jovem também ela, estudante no ensino secundário, portanto já bastante perto de ingressar no ensino universitário, é uma tarefa com bastantes cardos e espinhos.
    Mas não transformemos, os cardos e espinhos, em prosa porque se não corremos o risco de riscar a escrita e desalinharmos por caminhos mais penosos, como alguns que só pensam em fazer dessa prosa, arma de arremesso para combater aqueles que tentam modernizar este país e desenvolvê-lo, no caminho certo dentro desta união que é a União Europeia.
    No que nisto de política, tento perceber o povo é soberano e há sensivelmente cinco meses, esse mesmo povo foi chamado a prenunciar-se em eleições legislativas, dando a maioria ainda que relativa no actual elenco parlamentar ao Partido Socialista, que formou governo legítimo que foi entretanto empossado pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. Não percebo porquê tanto alarido em torno desta questão, pelos partidos da oposição, a não ser que estejam interessados em juntar à crise económica e social uma crise política. Politicamente que eu saiba neste momento o que interessa para o país é que o governo governe, eleições que eu saiba temos as presidenciais em Janeiro de 2011 e legislativas em 2013 se entretanto todos tivermos juízo.

    Pinhal Novo, 14 de Fevereiro de 2010
    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

  31. Carlos Reforço Says:

    Exmº Sr Presidente do P.S.D.
    Dr. Pedro Passos Coelho

    Permita-me que lhe dê os parabéns pela estrondosa vitória que obteve sobre os outros candidatos a líder, e que lhe endosse a responsabilidade de uma oposição responsável e séria, sem stresses e pressas de atingir o poder e com a noção da difícil conjuntura internacional com que nos deparamos todos, pelo que esperemos por melhores dias, mas também com determinismo para ultrapassarmos todos nós portugueses as dificuldades de uma crise social e económica. Para isso os dois maiores partidos parlamentares portugueses (PS e PSD) têm que se entender e pensar acima de todas as coisas no desenvolvimento e crescimento estrutural de Portugal. Só com esse crescimento estrutural pode haver competividade económica e melhoria das condições de vida da população portuguesa. Esse crescimento estrutural tem que ter uma grande contribuição da iniciativa privada e não somente da iniciativa do Estado ou seja da iniciativa pública e isto aplica-se às grandes obras que estão projectadas e que têm que ir para a frente, porque o país não pode voltar para trás e tem que avançar no trilho do desenvolvimento e modernização como sejam a TTT em Lisboa, o TGV Lisboa-Madrid, Lisboa-Porto-Vigo e o Novo Aeroporto Internacional de Lisboa na zona do campo de tiro de Alcochete, e sejamos positivos porque não empenharmo-nos e dedicarmo-nos de alma e coração como fizemos aquando da organização do Euro-2004, na organização conjunta com Espanha do Mundial de Futebol 2018 se entretanto a FIFA escolher durante este ano de 2010 ainda como está previsto, esta candidatura Ibérica que tenho a certeza que é a mais forte de todas as que estão a concorrer à organização do mundial de futebol de 2018. É preferível estes eventos do que o dia a dia de enredos e mexericos com novelas,teatros e cantigas de sátira,escárnio e maldizer, que mais parecem a mentalidade da Idade Média. Precisamos é de evoluir e modernizar-mo-nos no sentido do desenvolvimento e progresso estrutural.
    Partindo do pressuposto que o Dr. Pedro Passos Coelho é uma pessoa moderna e que partilha o desenvolvimento estrutural, logo não deve ter na mente aquilo que por exemplo o Dr. Paulo Rangel faria se tivesse a oportunidade de liderar politicamente o país, romper e rasgar com os projectos de desenvolvimento e modernização como sejam o TGV de Lisboa-Madrid e Lisboa-Porto-Vigo , o Novo Aeroporto de Lisboa, e o mais importante devido aos movimentos pendulares diários entre as duas margens do Tejo: a Terceira Travessia do Tejo (TTT) entre Chelas e o Barreiro (O Porto tem 6 pontes, porque é que Lisboa tem que ter só 2 pontes). É uma tristeza e um atraso estrutural de mais de 50 anos da capital de Portugal. Vamos todos dar as mãos e construir um país mais moderno e desenvolvido, sem rancores políticos ou de qualquer espécie regionalista. Não precipitemos crises políticas só pela ganância do poder e deixemos trabalhar todos aqueles que para tal estejam interessados no desenvolvimento. Logo deixemos os orgãos de soberania exercer o seu dever e respeitar os prazos estabelecidos constitucionalmente. Eleições Presidenciais em 2011; Eleições Legislativas em 2013.
    O povo foi soberano e deu ainda há bem pouco tempo (Setembro de 2009) a maioria ainda que relativa ao PS, por isso deixem trabalhar quem não quer que o país morra no sudesenvolvimento, mas sim sobreviva no desenvolvimento e modernização dentro das medidas de estabilidade e crescimento.

    Boa sorte para todos nós Portugueses.

    Pinhal Novo, 27 de Março de 2010
    Carlos Manuel Reforço

  32. Carlos Reforço Says:

    ESTAGNAÇÃO VS. PROGRESSO, EIS A QUESTÃO?
    R: AVANÇAR, PARA NÃO PARAR PORTUGAL.

    Já é tempo de se perceber qual o caminho que se quer para Portugal. Há mais ou menos 20 anos que se anda a estudar o TGV, quando ontem já era tarde a sua entrada em funcionamento, andam agora umas almas iluminadas quiçá por submarinos, a defender, que se deve suspender a construção do comboio que poluição não trará para a nossa atmosfera, uma vez que a energia que consome (eléctrica), não produz essa poluição ao contrário de outros transportes que se incentivaram com a construção de milhares de quilómetros de auto-estradas que se construíram por este país fora, que potenciaram a utilização de veículos motorizados (automóveis, motociclos…), que ao contrário do comboio eléctrico, esses veículos motorizados proliferaram e aceleraram o consumo de hidrocarbonetos, como o gasóleo e a gasolina derivados do petróleo que infelizmente não existe no subsolo do território do continente e ilhas Portuguesas, fazendo com que tenhamos que importar esses recursos energéticos dos países produtores de derivados do petróleo e também gás natural, provocando um enorme rombo nas contas do Estado Português, contribuindo assim infelizmente para o défice das contas públicas, deste e de qualquer outro governo que passe pelo poder em Portugal. Falam os economistas, em defesa da economia do investimento público, quando, esses mesmos economistas contribuíram e contribuem com a utilização do automóvel, também para gastos supérfluos em recursos energéticos, que Portugal não tem por agora capacidade para produzir e extrair do seu subsolo territorial (hidrocarbonetos). Admira é que, só agora, se tenham apercebido da crise, pois infelizmente Portugal esteve sempre em crise.
    Numa época em que se defende a globalização e a generalização de factores sócio – económicos, ainda existem pessoas agarradas a argumentos e a “algemas” dum passado recente (mesmo que depois da implantação da democracia em Portugal). São pessoas que estagnaram no tempo e no espaço e não admitem que exista mudança (ainda que essa mudança seja para melhor). Para eles a estagnação e o atraso na modernização sócio – económica são condições inalteráveis e preferem viver o resto da vida amarrados a directrizes de índole económica de séculos passados. Quando se fala ou escreve que vêm aí a caminho, por exemplo (TGV’s, grandes superfícies comerciais, habitacionais…), ficam com receio que a já debilitada estrutura económica se agrave. Puro engano, porque a estrutura económica só se deteriora, se a que existe quiser, uma vez que podem perfeitamente conviver as duas formas de economia (tradicional e moderna). Porém a forma tradicional tem que se modernizar, porque nos tempos actuais não se compadecem certas formas de agricultura, indústria e comércio sem qualidade. Independentemente disto, eu fico admirado com certas pessoas, que até ocupam cargos de alguma importância na nossa sociedade, virem para a comunicação social, defender que as grandes superfícies (comerciais, habitacionais…) são um perigo para a economia débil da sociedade. Eu, pergunto a essas pessoas se nunca frequentaram tais superfícies? Deve ser verdade, que isso tenha acontecido. Só vivem do comércio tradicional. A concorrência é salutar, basta observar o que se passa à nossa volta, aqui no nosso pacato meio. A instituição comercial que primeiro chegou pós 25 de Abril (cooperativa), que se apelidava como, de e para servir o povo e os pobres, é a que pratica os preços mais altos das similares do mesmo ramo. Então onde está o princípio de que a cooperativa era para os pobres. Eu até nem sou contra as cooperativas mas as outras unidades comerciais (independentemente de divulgar os seus nomes) praticam em média todas preços de mercado mais baixos. Também os comerciantes particulares não apresentam a qualidade e os preços de outras superfícies ditas de grandes. Então meus amigos, com estes exemplos é de ficarmos agarrados a argumentos ultrapassados no tempo ou de acreditarmos na realidade do mundo dos nossos dias? É de acreditarmos que o progresso é salutar desde que esse mesmo progresso seja sustentado e equilibrado, mas não condicionado, logo a estagnação e a defesa do atraso económico não são argumentos de defesa de melhoria da economia da nossa sociedade. Assim sendo, a questão do título em causa pode ficar no ar, mas a resposta na minha acepção de sócio – economia é simples, sem progresso não saímos da cepa torta.
    Por isso avançar com as obras públicas, para não parar Portugal. Só assim podemos pensar em desenvolvimento estrutural e também económico.

    Pinhal Novo, 03 de Maio de 2010

    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

  33. Carlos Reforço Says:

    PORTUGAL NÃO PÁRA, NEM PODE PARAR

    Quando no ano lectivo de 1977/78, no antigo Liceu Nacional de Setúbal actual Escola Secundária de Bocage, fui colega de turma no 1º Ano Complementar Liceal – Turma Q, do José Mário dos Santos Félix Mourinho, testemunhado o facto pelas fotos que o Professor de Ciências Naturais, João José Mendes de Matos teve a feliz ideia de meter na internet no blogue “Memória recente e antiga”, já se percebia que havia ali um futuro génio. O rapaz (filho do ex. guarda-redes do Vitória de Setúbal e do Belenenses) para além da mochila que transportava com os cadernos, livros e restante material, era inseparável da bola de futebol que transportava sempre consigo. Mas naquela época, nem ele sonhava o futuro que estava à sua frente e a carreira que o esperava, não como jogador, mas como treinador de futebol. E não é que o José é mesmo o melhor treinador do mundo. Parabéns Mourinho, parabéns Setúbal, parabéns Portugal. Portugal não para, nem pode parar e o exemplo do José Mourinho é um exemplo que todos nós deveríamos ter seguido, porque por exemplo eu que tenho andado no pára-arranca nos estudos, se não tivesse parado provavelmente teria a oportunidade de estar a exercer uma função que mais se coadunasse com a área que mais gosto que é a do Planeamento Regional, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano dentro da área do curso de Geografia que ando a frequentar no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território na Universidade de Lisboa. Mas mais vale tarde do que nunca e quando há esperança, ambição e vontade sempre com mais ou menos dificuldades conseguimos levar a água ao nosso moinho. Tomando como exemplo o caso do José Mourinho, que começou a estudar e nunca parou, licenciando-se no antigo ISEF (Instituto Superior de Educação Física) actual Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, onde se especializou na área do futebol, e transportando isso para um universo mais complexo que é a economia e a política em Portugal, Portugal não para, nem pode parar mais do que, o que esteve parado no tempo da ditadura Salazarista. Por isso é que penso que as grandes obras públicas que estão previstas para Portugal, não podem parar, porque o país tem de evoluir e progredir para um desenvolvimento que ainda lhe falta, para ser um país moderno com qualidade e com estruturas e equipamentos, que o tornem um país mais equilibrado. Não falei com o José Mourinho mas penso que se falássemos sobre este tema das obras públicas ele estaria certamente de acordo com as minhas ideias e as minhas posições independentemente de que quadrante político cada um de nós possa ser. E isto independentemente da guerra Norte-Sul que parece haver cada vez que se pensam fazer grandes obras públicas principalmente na Área Metropolitana de Lisboa. A capital de Portugal merecia mais respeito e consideração pelos senhores que se dizem sabedores e entendedores da economia do país, porque parece-me que como a maioria dos economistas e gestores são da zona Norte do país só querem é desenvolvimento focalizado para a zona Norte. Esquecem-se porém que, infelizmente se o Sul do país não se desenvolver será como um navio com um rombo no porão a meter água e a afundar-se como o “Titanic”. Por isso deixem de criticar as opções do actual governo de Portugal, porque apesar da crise económica só com investimento seja ele público ou privado é que o país pode sair da crise em que se encontra. Daí ser sensato o maior partido da oposição (PSD) ter contenção e sentido de responsabilidade na maneira como se relacione com o governo de Portugal, que apesar de resultar de uma maioria relativa conseguida pelo PS nas últimas eleições legislativas em 27 de Setembro de 2009, tem o direito e o dever de governar até 2013, porque o povo é soberano e deu nestas eleições a maioria ainda que relativa mas não deixa de ser maioria ao Partido Socialista. E tomara que Portugal conserve este Primeiro-Ministro, porque o Eng.º José Sócrates já demonstrou que é uma pessoa determinada a modernizar o país de Norte a Sul e as Ilhas Adjacentes sem excepção. Por isso deixem o governo levar a política de modernização e desenvolvimento de Portugal. E porque eu sou da geração do Mourinho, só quero é que o país avance e que não pare. Por isso, PORTUGAL NÃO PARA E NÃO PODE PARAR, e assim como o Mourinho vai para Madrid para o Real Madrid, também o TGV não vai parar e vai ligar as duas capitais Ibéricas (Lisboa-Madrid), incluindo como é lógico a TTT (Terceira Travessia do Tejo) entre Chelas (Lisboa) e o Lavradio (Barreiro) na Margem Sul do Tejo. Penso que o José Mourinho para além de treinador do Real Madrid poderá ser um grande “embaixador” em Madrid e dar também um contributo para as relações entre Portugal e Espanha, que são boas mas que com a chegada do melhor treinador do mundo, poderão ficar ainda melhores. Quanto ao Novo Aeroporto Internacional de Lisboa, deverá também avançar a sua construção, pois 2017/2018 ainda está longe e esperemos que nessa altura também com a possível organização conjunta com Espanha do Mundial de Futebol de 2018 no horizonte, tenhamos motivos para estar mais optimistas do que actualmente. É certo que o dinheiro não abunda, mas se a União Europeia quer ser mesmo uma união a sério tem de unir-se e ajudar a desenvolver as regiões periféricas e mais atrasadas como por exemplo Portugal. Solução para evitar esta dependência económica da União Europeia, seria a descoberta de recursos energéticos e matérias-primas, que nos tornassem auto-suficientes no consumo que fazemos desses mesmos recursos e matérias-primas. Se descobríssemos petróleo na nossa Zona Económica Exclusiva (ZEE) que se situa até às 200 milhas náuticas, mas que o Estado Português está a trabalhar para aumentar para 300 milhas náuticas e tentar investigar se será possível um dia descobrir petróleo em condições e nas quantidades rentáveis para a prospecção e exploração. Se isso acontecesse seria a nossa independência económica, pois em caso isso fosse possível poderia servir-nos para equilibrarmos a nossa balança comercial e equilibrarmos as nossas contas públicas. Entretanto como não é possível neste momento explorarmos e exportarmos petróleo, também não vamos ficar com os braços cruzados à espera da morte. Temos de avançar, Portugal não pode parar, e se estamos atrasados só temos é que nos desenvolver custe ou não custe, mas havemos de lá chegar. Se tivéssemos os tais economistas em vez de pessimistas, optimistas e se esses economistas tomassem a iniciativa privada de ajudar o país, em vez de andarem com um coro de lamentações, que isso é que não ajuda nada o país, se calhar aí é que estaríamos no rumo certo. Alguns desses economistas até por vezes são referenciados como tentarem refrear o investimento, pois penso que uma política economicista também não é saudável, porque o dinheiro tem que circular, parado não torna a economia dinâmica mas outrossim estática ou estagnada. Bom, mas como o tempo é de comemorarmos o título europeu de clubes de futebol do nosso compatriota José Mourinho, deixemos por um momento a crise económica e exaltemos o feito daquele a que todos já denominam como o melhor treinador da nova geração de treinadores de futebol a nível mundial. O José Mourinho ao contrário dos economistas portugueses, teve sempre um pensamento positivo e foi sempre um optimista, por isso os resultados desportivos por onde passou foram sempre positivos. Agora que pelos vistos vai para o Real de Madrid, desejo-lhe boa sorte a ele em particular. E a todos nós Portugueses também boa sorte, para um futuro mais próspero em termos de desenvolvimento económico.
    Pinhal Novo, 22 de Maio de 2010 Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço

    Memoria recente e antiga
    02 JANEIRO 2009
    As minhas turmas… 1ºQ – 1977/78
    1ºAno complementar – Turma Q
    em 1977/78
    .
    Fui professor desta Turma
    em Ciências Naturais

    Álvaro Manuel Pereira Carreira
    Ana Paula Almeida Gonçalves
    Anália Marina Fernandes Alves
    Carlos Manuel Rodrigues da Silva Reforço
    Filomena Maria Costa Vilhena
    Isabel Morgado Pereira
    José Carlos Gonçalves Carvalho
    Luís Anselmo de Sousa Pereira
    Maria Ivone da Silva Maurício

    Maria Manuela Santos
    Rui Manuel Polido da Silva
    Sara Manuel Chaves Morgadinho
    Alcides Lopes Mordomo
    Ana Judite Ventura Guilherme
    João Paulo Barradas Félix Cândido
    Virgínia Maria Lopes Homem
    José Mário dos Santos Mourinho Félix
    Também foram meus alunos nesta turma:
    Carlos João Martins Monteiro
    Domitília Contreiras Cabral
    Elisabete da Silva Almeida
    João Carlos Pereira Amigo
    José Alberto da Cruz Santos
    Luís Manuel Farinha Nunes
    Luisa Emília Raimundo Marques
    Maria José Santos Alves da Silva
    Adelaide Cristina Figueiredo da Silva Ferreira
    Juliana Antunes Pereira
    Publicada por João de Castelo Branco em 1/02/2009 12:28:00 AM
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    Acerca de mim
    João de Castelo Branco
    João José Mendes de Matos, Sou natural de Castelo Branco Nasci em 21.01.1935 Fui Prof.no Liceu de Setúbal. Sou amador de Fotografia Gosto de ler. Gosto de música clássica. Gosto de Pintura. Gosto de Astronomia Fui V.Pr.da AEFCL. Fui V.Pr.da CMS

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