A Construção Civil no seu lado mais negro

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80 por cento dos trabalhadores da construção são precários ou clandestinos

O salário base do sector é de 518,50 euros

O Sindicato de Construção do Norte calcula que cerca de 80 por cento dos trabalhadores da construção civil e obras públicas se encontra a laborar em Portugal em situação precária ou clandestina.

De acordo com o presidente do sindicato, Albano Ribeiro, dos 550 mil trabalhadores do sector, apenas 20 por cento têm um vínculo laboral estável, enquanto os restantes 440 mil se encontram em situação precária.

“Em cada dez trabalhadores, apenas dois têm uma relação laboral estável, já que os restantes ou não têm contrato ou têm contrato a termo certo a trabalhar há mais de cinco anos na mesma empresa”, refere o dirigente em comunicado.

O salário base do sector é de 518,50 euros. Tendo em conta que, a nível nacional, existem 550 mil trabalhadores no sector da construção civil e obras públicas, o desconto legal de empresas e trabalhadores, para a Segurança Social, ascende a um bilião, 357,433 euros. Só 20 por cento dos trabalhadores têm um vínculo estável, pelo que são descontados 271 milhões e 486 euros. De acordo com as estimativas do sindicato, a percentagem de 80 por cento de trabalhadores que desconta 15 dias, 10 dias e nada por mês (um total de 440 mil) origina um total de mais de um bilião de euros desviados anualmente à Segurança Social.

Fontes (clique para ver artigos dos jornais):

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