TGV – Alta Velocidade divide-se em parcerias público-privadas

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A construção e operação da rede ferroviária de alta velocidade vai ser dividida em seis parcerias público-privadas (PPP). Os sistemas de sinalização e telecomunicações para toda a rede vão ser integrados numa só PPP, com um prazo de 20 anos. Já a infra-estrutura vai ser repartida em cinco parcerias em regime de concessão de 40 anos, correspondentes a cinco troços da rede: Lisboa-Poceirão, Poceirão-Caia, Lisboa-Pombal, Pombal-Porto e Braga-Valença.
No eixo Lisboa-Madrid, o trajecto da capital ao Poceirão inclui a construção da terceira travessia do Tejo, entre Chelas e o Barreiro. Além da alta velocidade e da componente ferroviária tradicional, está também em estudo a integração na ponte de tráfego automóvel. Entre o Poceirão e Caia, a PPP contempla a construção da estação de Évora e de uma linha ferroviária tradicional, que estará ligada ao Porto de Sines.

 

O trajecto Lisboa-Porto é segmentado em dois troços: Lisboa-Pombal e Pombal-Porto. Nesta última PPP, a concessão integra a construção das estações de Leiria e Aveiro. A NAER, empresa responsável pelo novo aeroporto de Lisboa, vai construir também a estação que ficará integrada no terminal de passageiros. As estações de Lisboa e Porto ficam a cargo do Estado, através de empreitada tradicional, enquanto os casos de Elvas/Badajoz, Coimbra e Braga estão ainda em estudo.

 

No sector da operação da rede de alta velocidade, a intervenção é do Estado, que vai adquirir os comboios e depois alugá-los às empresas. De acordo com Carlos Fernandes, administrador da empresa Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE), esta decisão leva em conta a liberalização do transporte ferroviário de passageiros, prevista pela União Europeia para 2010.

 

Os valores apresentados representam, nos eixos Lisboa-Porto e Lisboa-Madrid, uma redução do custo previsto em 600 milhões de euros. Além disso, o investimento estatal cai para 36 por cento, sendo o restante distribuído por fundos comunitários (19 por cento) e o «cash-flow» operacional do projecto (45 por cento).

Fonte: Ambiente Online

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Uma resposta to “TGV – Alta Velocidade divide-se em parcerias público-privadas”

  1. Paulo Says:

    Sobre o tgv, as decisões tomadas estão muito longe de serem as mais indicadas.
    E tenho estudos e informações que permitirão que o estado e a U.E. gastem menos e o país e as pessoas fiquem muito melhor servidas.
    O processo já vai avançado, mas ainda muita coisa depende das pessoas nomeadamente dos políticos.
    E estes estudos e informações serão sempre úteis para o médio longo prazo.
    Paulo
    Paulotgv@gmail.com

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