Mota-Engil – Relatório de Sustentabilidade

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O grupo Mota-Engil divulgou aquele que é o seu primeiro relatório de sustentabilidade relativo às actividades da Mota-Engil Engenharia e da Suma, Serviços Urbanos e Meio Ambiente, em 2006. A Mota-Engil Engenharia reutilizou 199 146 toneladas de materiais com origem em escombros da produção de mármore de pedreiras da região de Vila Viçosa, depois de britados na unidade local. De igual forma, a empresa utilizou 101 toneladas de tubos de aço provenientes de microestacas da área de fundações, salienta o documento que refere que, nesse ano, foram realizadas cerca de 29 auditorias técnicas de ambiente, 16 das quais a obras.

Entre as medidas empreendidas pela Mota-Engil Engenharia para reduzir o consumo de água está a reutilização, uma vez que testes efectuados demonstraram que a utilização de 30 a 50 por cento de água reciclada conduz a um aumento da resistência do betão endurecido; o aproveitamento de água da chuva através da sua recolha em bacias de decantação e recirculação nas centrais de produção de areia; a utilização de químicos que reduzem o consumo de água na produção de betões, entre outras. As emissões de dióxido de carbono registadas pela empresa são em grande parte proveniente do gasóleo usado em deslocações (21 488 toneladas) e da electricidade utilizada (5567 toneladas).

O documento salienta que uma das actividades desenvolvidas pela Suma que origina maiores impactos ambientais, a nível das emissões gasosas e de ruído, é a recolha e o transporte de resíduos. Por isso, a minimização destes impactos é conseguida através da utilização de veículos recentes, que asseguram o condicionamento dos níveis de poluição sonora e atmosférica (mais de 80 por cento da frota da empresa é conforme a norma Euro 2).

Em 2006, a empresa foi responsável pela emissão de 7353 toneladas de dióxido de carbono, só em gasóleo, e 242 toneladas decorrente da electricidade utilizada. Os principais resíduos produzidos pela Suma são óleos, sucatas, pneus usados e lamas provenientes de separadores óleo/água, dos quais cerca de 80 por cento são valorizados. No âmbito de melhorar o sistema de gestão de resíduos instalado, a empresa passou ainda a fazer a triagem e acondicionamento em contentores apropriados dos principais resíduos produzidos, além do encaminhamento para operadores licenciados.

Fonte/Autor: Lúcia Duarte in Portal do Ambiente online

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