70% dos engenheiros civis chumbam na Ordem

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Cerca de 70% de todos os licenciados em Engenharia Civil que em Fevereiro deste ano fizeram exame de admissão à Ordem dos Engenheiros (OE), chumbaram, “mesmo com a possibilidade de ir a oral a partir de 6,5 valores”. E alguns revelavam um desconhecimento tal que “nem sabiam dizer quantos litros de água cabem num metro cúbico”.

Quem o diz é Fernando Santo, bastonário da OE, para quem a manutenção das avaliações de competências é “uma questão de segurança de pessoas e bens”, dado o papel “essencial” dos engenheiros em muitos equipamentos que servem a sociedade.

A criação da Agência de Acreditação do Ensino Superior, que terá por missão avaliar todos os cursos do sector até 2009/10; e o novo regime das associações profissionais – que deixarão de poder definir requisitos ou restrições ao exercício das profissões – levaram o bastonário da OE a tecer recentemente duras críticas ao Governo, que acusou de incoerência, “ao introduzir provas de ingresso para os professores no Ministério da Educação” e depois, no ensino superior, “proibir” as Ordens de fazer a mesma avaliação aos licenciados das suas áreas.

Entretanto, na passada sexta-feira, houve uma reunião no Ministério da Ciência e Ensino Superior (MCTES), com Mariano Gago, que acalmou os ânimos. “Foi um encontro muito positivo”, admite Fernando Santo. ” O ministério manifestou interesse em que a OE continue a participar na certificação dos cursos do ensino superior, através do seu sistema, que poderá vir a ser utilizado pela Agência de Acreditação”, contou. “E também não foi posta de parte a possibilidade de continuar a fazer a avaliação de capacidades dos licenciados para algumas tarefas.”

Corrida aos exames

Actualmente, através de regras internacionais definidas no sistema EU-RACE, reconhecido pela União Europeia, a Ordem já certifica cerca de uma centena de cursos de Engenharia em Portugal, cujos licenciados ficam dispensados do exame de admissão a esta associação da classe.

Os restantes alunos, para obterem a filiação, têm de se submeter a um exame de acesso. E são cada vez mais os que o procuram: “Em 2004, nas diversas áreas da Engenharia, candidataram-se ao nosso exame cerca de 220 alunos. Este ano, só em Fevereiro, fizeram a prova cerca de 520, mais de 400 dos quais da Engenharia Civil”, contou Fernando Santo. “E, pela primeira vez, fomos obrigados a organizar uma segunda época, no final de Novembro, que terá elevado o total para mais de 800.”

Para o bastonário, estes dados mostram “a importância” que a OE e os seus mecanismos de avaliação têm para quem quer entrar na profissão: “Só este ano, deveremos inscrever mais de 1500 estudantes, entre os que fizeram exame e os candidatos de cursos acreditados. Já passamos os 42 mil afiliados, e somos a ordem com mais membros do País.”

Porém, a ‘corrida’ às provas está a revelar outro indicador menos favorável: a deficiente preparação de muitos licenciados. “Nos vários cursos, o insucesso está entre os 50% e os 60%. Na Engenharia Civil, o mais representativo, ronda os 70%. Subiu 20% em dois anos.” Sem exames, explica, “seriam estes licenciados que entrariam na profissão sem controlo, já que a agência de acreditação só começa a avaliar cursos em 2009”.

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52 Respostas to “70% dos engenheiros civis chumbam na Ordem”

  1. Filipe Says:

    “nem sabiam dizer quantos litros de água cabem num metro cúbico”

    Por favor. . . Ainda bem que existem os exames.

  2. antonio67 Says:

    “Engenharias modernas………..”

  3. workinglog Says:

    Querem exames!!?? Então vamos a isso, mas para toda a gente de todos os cursos, acreditados ou não!

  4. Nuno Conde Says:

    Boas noites,

    Em todo o lado há bons e maus. Portanto, percebo a teoria do “Workinglog” de igualdade de direitos, mas toda a gente sabe quais são as Universidades acreditadas…Porque razão essas pessoas não entraram nelas?…Vamos lá ver, as coisas não podem ser vistas tão linearmente, tão terra a terra, quem diz que a pessoa que nao soube responder quantos litros cabem num metro cúbico não será um óptimo Engenheiro Civil???? Será justo, depois de tanto estudar e tirar um curso acreditado pelo Ministério da Educação, não saber uma simples pergunta trivial ejá não poder pertencer á Ordem???…Há vários pontos de vista que podem ser considerados, mas acima de tudo acho que o bom senso deve reinar. Sendo assim, sou a favor de não haver exames e que se fechem definitivamente os estabelecimentos que não prestam as melhores garantias de poderem formar bons engenheiros e criem e apostem árduamente nas que temos, para que sejámos cada vez mais fortes, unidos e reconhecidos…

    Nuno Conde

  5. Paullo Says:

    As coisas não são bem como dizem, eu fui um dos que foi realizar o referido exame em Engenharia Civil, em Março deste ano.
    Pode parecer fácil, mas não o é, temos inumeras materias para estudar, resumindo temos que rever muita materia, é verdade que este exame é com consulta, mas para mim, a consulta é um engano, ou se vai muito bem preparado levando apenas o essencial (e não carradas de livros como habitual) e sabendo onde estão as materias quando necessárias, ou não se vai la fazer nada.
    A acrescentar a isto, ainda existe o parte psicológica, uma vez que estamos a por a prova o conhecimento adquirido de cinco anos de estudo, e apenas temos 4 horas para o mostrar.
    Resumindo é muito complicado, náo é assim tão facil como parace.

    P.S.: O meu resultado neste exame: Aprovado

  6. workinglog Says:

    Essa solução também é aceitável! (Resposta ao comentário de Nuno Conde)
    Mas apenas um pormenor, eu apenas não entrei para uma Universidade acreditada por uma décima. Será que isso é suficiente para me lixar a vida! Não concordo com isso. Mas como o mal já está feito, ficava satisfeito se apenas existissem estabelecimentos acreditados a partir de agora.
    Mas o que fazer com as centenas de pessoas que tiraram licenciaturas não acreditadas? Muitas não têm ritmo de estudo à anos! Confesso que nunca vi um exame de acesso à ordem, mas de certo alguma coisa teria de relembrar se o quisesse fazer. Tenho o bacharel e já chamei à atenção muitos engenheiros licenciados e vice-versa, é como diz o Nuno Conde…”há bons e maus”.

  7. Rafael Castro Says:

    Quantos litros de água cabem num metro cúbico? Secalhar muitos dos das pessoas k terminaram as licenciaturas acreditadas tambem não saberao dar a resposta correcta! isto é uma hipocrisia secalhar devia haver exames para todos os alunos que terminassem a licenciatura assim ficava se a saber realmente quais os bons estabelecimentos de ensino, e quais os bons e maus engenheiros…isto sim era uma soluçao! secalhar os “Meninos bonitos” das licenciaturas acreditadas iriam chumbar muitos deles e a ordem ficaria sem argumentos para continuar a manter o mesmo criterio como ate aki…

    O 25 de Abril chegou …mas a igualdade de opurtunidades não…

    Sim a favor dos exames mas PARA TODOS

  8. Rafael Castro Says:

    Quantos litros de água cabem num metro cúbico? Muitas dos das pessoas k terminaram as licenciaturas acreditadas tambem não saberao dar a resposta correcta! isto é uma hipocrisia devia haver exames para todos os alunos que terminassem a licenciatura assim ficava-se a saber realmente quais os bons estabelecimentos de ensino, e quais os bons e maus engenheiros…isto sim era uma soluçao! Arrisco me a dizer que mts dos “Meninos bonitos” das licenciaturas acreditadas iriam chumbar e a ordem ficaria sem argumentos para continuar a manter o mesmo criterio como ate aki…

    O 25 de Abril chegou …mas a igualdade de opurtunidades não…

    Sim a favor dos exames mas PARA TODOS

  9. Filipe Says:

    Poderiam-me dizer alguma faculdade de renome que não tenha o curso acreditado? Ou serão aquelas em que se entra com média de 10? Ou privadas? Claro que nem todos são bons, nem todos são maus mas se são bons conseguem fazer o exame e passar.

  10. anónimo Says:

    Provavelmente alguns dos Engºs formados em estabecimentos cujo curso não é acreditado pela O.E. não têm possibilidades financeiras para estudar em Universidades de renome. Se as promessas que têm sido feitas à tantos anos fossem cumpridas no seu devido tempo provavelmente não estaria aqui a escrever este comentário. Acho que todos sabem do que falo. Cumprimentos.

  11. Jacinto Says:

    1000Litros

  12. Amanda Says:

    pra mim é claro que deve haver exame, e mais claro ainda que tem que ser pra todos! isso é uma obviedade tamanha!
    hoje em dia se formar é muito fácil! em qualquer esquina tem uma faculdade!
    e se o indivíduo quer mesmo ser um bom engenheiro, com certeza se empenhou nos estudos práticos e teóricos, e não vai temer fazer mais uma prova! a prova não é eliminatória, não tem o que temer. é apenas um certificado de que voce está apto ou não a exercer a profissão! e pelamordedeus: levar um monte de livros pra consultar? fala sério!

  13. Joao Pereira Says:

    Parece-me que a questão financeira é uma falsa questão. Estudei no IST e não paguei mais por isso, muito pelo contrário se tivesse estudado em “Independentes” teria pago muito mais.
    É bem verdade que não se pode comparar o incomparável, por favor não saber quantos litros cabem num metro cúbico é ridículo para um advogado para um candidato a Eng.º é inadmissível.
    Se à cursos acreditados e outros não é porque há uma inconfundível diferença de qualidade entre as instituições. Trabalho há mais de 5 anos e tenho-me cruzado com tudo, por incrível que pareça aqueles com quem tenho privado que tiraram cursos acreditados são razoavelmente melhores que os outros.
    Deixem-se de hipocrisias e igualdades, algum de vós entregaria a vossa vida num médico que tivesse tirado um curso de medicina numa universidade não acreditada? (se isso fosse possível)

  14. Pedro Says:

    Quem percebe o mínimo dos conceitos ligados à Qualidade, sabe que o facto de uma empresa ser certificada não implica que os seus produtos sejam certificados. O mesmo princípio se pode aplicar aos cursos, o facto de um determinado curso ser certificado, não implica que todos os alunos que aí concluam o seu curso sejam “alunos de qualidade”.
    Quanto ao exemplo referido pelo Senhor Bastonário, ainda que eu não tenha qualquer dúvida sobre a veracidade do mesmo, também não tenho dúvidas que é um argumento populista (e com resultados, a avaliar por alguns dos comentários já aqui expressados) e demagogo.
    No meu entender, só deveriam poder ser leccionados cursos que permitissem o acesso à profissão de todos os seus frequentadores. Mas se existe uma desconfiança sobre a qualidade de alguns cursos, então vamos fazer as coisas às claras e tal só pode ser feito de uma maneira, examos para todos.
    É que os elementos que tomam as decisões na Ordem dos Engenheiros e suas filiais regionais, não são pessoas propriamente independentes e desinteressadas no meio de todos estes processos.
    Até porque com a obrigatoriedade de exames para todos, aí sim ficariamos a saber o nível de preparação de cada estabelecimento de ensino. Os alunos dos estabelecimentos de renome não têm porque estar contra uma medida destas, ela só virá dar razão ao cenário já existente. Não é assim? Ou será que iriamos assistir a umas surpresas?

  15. andre Says:

    FEUPPPPPPP

  16. Hugo Says:

    Para começar informo que estudo numa universidade cujo curso de engenharia civil não é acreditado e, no entanto, apenas 1 colega chumbou até hoje num exame de adissao a ordem. So para responder a certas pessoas que dizem que so nao vai pra CAPITAL, ou parecido, porque nao pode (leia-se nao tem medias) informo que tive 18 no exame nacional de matematica e 15 no de fisica e que NAO fui estudar pra universidades acreditadas apenas por motivos pessoais, ou seja, se tivesse entrado teria acesso directo à ordem, no entanto não posso concordar que o facto de ter tido boas medias nos exames nacionais do 12 ANO me dêem acesso garantido a ordem. Penso que se os exames de amissao fossem gerais, a TODOS os estabelecimentos, haveria muitas surpresas e calariam muita gente.

    Hugo, Universidade do Algarve (com muito orgulho)

  17. Rita Says:

    andei em uma faculdade privada (lusófona), e conheço muitos colegas de engenharia civil de falculdades, ditas “conceituadas”. que sabem bem menos do que eu. SINCERAMENTE, deixem-se de conversas e que todos façam exame como eu e talvez vejam que o problema de ensino não é privado, mas nacional.
    Nas universidades “conceituadas” em lisboa basta ser licenciado para ser professor, quando por lei teriam de ter o grau de mestres. Avaliem todos pois acredito que surpresas nao vão faltar.

  18. manuel correia Says:

    O exame parece injusto, e é de certa forma.
    No entanto, serve para evitar que engenheiros que tiraram o curso em 9 anos com média de 11 numa universidade não acreditada nos construam as nossas casas!
    (atenção, há sempre boas excepções, como em tudo na vida:)

    saudações e deixem os clubismos para trás

  19. Bernardo Says:

    Achei piada alguem dizer, que uma pessoa que nao sabe quantos litros de agua existem num metro cubico, até pode dar um bom engenheiro civil. Claro que sim…. o que se passa e falta de racicionio logico. Qualquer pessoa teria essa duvida na 4 classe. Ja nao falando do senso comum, que é obvio! Agora depois de tirar um curso superior… ainda por cima de engenharia civil (hidraulica!) acho que todos os cursos tem.. hidro =agua… pronto densidade da agua…

  20. Luismi Says:

    70% Engenheiros chumbam???
    Já viram que imagem dá isto de nós Engenheiros, TODOS.
    E a culpa é deste Sr.Santo! Desafio-o a fazer uns projectos comigo para ver se sabe mais do que eu.
    Os meninos do “técnico” que estão lá agarrados há anos nem sabem quais os regulamentos em vigor. São tão teóricos que se lhes puserem uma arquitectura à frente para fazer a estabilidade, termica, aguas, esgotos, etc, bloqueiam! Começam a falar de formulas matemáticas, a cabeça começa a deitar fumo e ficam ali a patinar (conheço tantos assim).
    A ordem não tem que usurpar as funções do estado. Não reconhecer um curso é desautorizar o estado Português que criou esse curso.
    Das duas uma : ou fazemos todos exames (incluindo os cotas que lá estão há 20 anos) ou não faz ninguem. TENHAMOS FORÇA, COMO TIVERAM OS ARQUITECTOS, BOLAS!!!

  21. Jacinto Sepúlveda Says:

    o que mais me impressiona nisto tudo é que sendo ou não de universidades creditadas, acontecem coisas extraordinárias.

    Como é possivel se fazer projectos de arquitectura, de estruturas e especialidades, e chega-se ao fim, envia-se para execução, e nme se derm ao trabalho de se sentar um ou dois dias todos os intervenientes e sobrepor plantas e trocar ideias, chega-se a obra e apanha-se com cada erro que até mete dó, estrutura que não bate com arquitectura, especialidades que não cabem na arquitectura, arquitectura que não bate com arquitectura, especialidades que cortam a estrutura…enfim, um sem numero de coisas, mas o que é de salientar que isto é que não importa de onde se vem (universidade x ou y), o importante é a qualidade de trabalho desenvolvida.

  22. vTuga Says:

    looool. Eu ando no 11º em ciencias e tecnologias e sei que 1 dm3 = 1 L
    Um engenheiro que não sabe isto nem devia ter saído do secundário.

    Eu estou a pensar ir para o IST, e penso que não é pelas medias de entrada dos cursos que se veem os cursos mais exigentes. Os engenheiros do IST são melhores, no geral, do que os de universidades não acreditadas porque durante o curso são puxados ao limite, e de 200 que entram, provavelmente saem 100. E os outros 100 que desistem não são propriamente parvos, pois tiveram media para entrar, que não é baixa (14,2 de minima o ano passado).

    Dizer que tivemos a uma decima de entrar no tecnico é completamente diferente de estar a uma decima de ser engenheiro do tecnico.

    E não me venham com coisas, porque de politecnicos com 95% de alunos com notas de admissao 10-11, que quase lhe dão o diploma, não podem sair grandes engenheiros. E mesmo que saiam, é para isso que serve o exame: para filtrar os maus.

  23. Miguel Says:

    Amigo vTuga, aos 16/17 anos e sem ter visto quase nada da vida, é normal que se comece as frases por “julgo que”, “acho que” e por aí fora. A esta atitude chama-se humildade.
    Sinceramente espero que venhas a entrar para o curso que pretendes, mas não tenhas tantas certezas das coisas, muito menos agora, que pouco ou nada sabes dos mundos; universitário, politécnico, laboral, etc.
    Open your mind young man!

  24. Miguellllll Says:

    Realmente é lamentavel a existencia desta OE , nao serve para nada a nao ser facturar 100 mil € num so dia com a realizacao do exame , e impedir legalmente um profissional de exercer a profissao. A engenharia nao se avalia num exame de 2 horas se nao para que andar 5 anos a estudar? e o Sr bastonario devia ter vergonha , porque as perguntas do exame nao sao perguntas basicas dessas, o exame esta cheio de rasteiras , sao autenticas cascas de banana que nao provam nada , enfim o que dizer da pedagogia desses senhores. É uma autentica vergonha meter politicos nas Ordens. Ja Agora como é posivel um ATAE , agente tecnico de arquitectura , um “bacherel” em eng civil e um arquitecto subscreverem projectos de especialidades , direccao de obra e alvaras e um licenciado de 5 anos nao o poder fazer? Isto sim realmente é vergonhoso e nao quantos litros de agua cabem num m3 . Gostava de ver a nota que o Licenciado Fernado Santos ( Sim porque ele tb nao fez o exame) teria num desses exame , ssim como todos os 42 mil engenheiro que executam projectos em portugal , muitos deles que nem um computador sabem ligar pork tem 40 anos de engenharia mas nunca se actualizarem , isso sim é grave.
    Ta mais que provado que os exames de acesso sao incostitucionais e um autentico abuso de poderes por parte da OE.
    Elaborei uma exposicao que ja foi para a Assembleia e para os grupos parlamentares sobre o assunto se alguem tiver interesse o meu mail é Engenharia@kanguru.pt

  25. anonimo Says:

    Estive a ver isto da OE, em particular a lista de cursos acreditados, e, realmente, parece que isto da Ordem é relativamente cómica. Como é que é possivel haver cursos derivados de cursos acreditados e estes não serem acreditos?!?! É o exemplo do Mestardo em Eng. Agronómica da Universidade do Algarve, do Mestrado em Eng. Biofísica da Universidade de Évora e do Mestrado em Eng. Civil da Universidade Nova de Lisboa.
    Isto é uma falha que salta à vista de qualquer um…
    Esta é que nunca pensei…

  26. Jorge Gomes Says:

    ok!!!!!! isto de acreditação é deveras engraçado, injusto e penso que o governo é bem responsável por isto, porque se abre escolas em todo o pais supostamente reconheçe que as mesmas têm requisitos e condições para formar profissionais com capacidades para inserção no mundo laboral. Isto é hipocresia, porque se acham que as escolas não acreditadas não têm nivel ou capacidades, então fechem-nas, ou restruturem-nas, porque continuam abertas??? se queremos ser um país de 1º mundo, temos de acabar de uma vez por todas com estas clivagens e preconceitos que so detioram e monopolizam a nossa sociedade. Como é obvio não saber quantos litros tem 1m3 é de facto muito péssimo para quem quer usar a matemática como instrumento no seu trabalho, mas o cerne da questão é de saber quem é responsável por isto!!!!! não será a culpa da escola que o preparou mal?? essa mesma aberta e consentida pelo nosso governo???? e já agora porque não fazem os alunos de todas escolas do país, independentemente de onde venham exames de admissão ????? e porque se parte do prussoposto que os alunos das escolas acreditadas não sejam sujeitas a uma filtragem?????? O governo que se organize e defina um plano transparente e certifique de uma vez por todas quais as escolas com condições para que todos tenham um tratamento igual…..isso sim o mais correcto!!!!!!
    Sou licenciado em Engenharia Civil (56 cadeiras) pelo Instituto Politécnico da Guarda e só tenho a dizer bem desta instituição, fui sujeito a uma avaliação bem exigente, e tive que estudar muito porque senão não o fazia!!!!! aliás o nossso plano de estudos até tem mais 5 ou 6 cadeiras que os das instituições acreditadas que é mais uma injustiça!!!!!!…….
    Fui para a Guarda!!!porque tinha média baixa, sim reconheço e estudei pouco no secundário ok, mas superei o 10!!!!
    estatutos de educação não dizem que acima de 10 não está aprovado?????? garanto-vos que no ensino superior tive de mudar de atitude e tive que me aplicar mais e afincadamente porque senão não passava no filtro ……. e já troquei ideias com alguns engenheiros da ordem e não vi nada de extraordinário que tenham a mais do que eu, estando plenamente integrado no âmbito de engenharia, o que me levou
    a confirmar de facto que a escola onde me licenciei tem os requisitos minimos, embora haja sempre melhoramentos como em tudo.!!!

    Em forma de conclusão penso que a filtragem tem que ser feita nas escolas superiores e não nas ordens, mas para isso o nosso governo tem de facto de ter uma atitude mais exigente e criar mecanismos eficientes de fiscalização participativa contribuindo para um sucesso escolar melhor, transparência global e sem desigualdades, isso sim o mais justo!!!!!!!!! e não deixar a ordem monopolizar…..

  27. Jorge Gomes Says:

    Embora reconheça que a FEUP o IST, sejam as melhores instituições a leccionar engenharia com grandes engenheiros, quem não gostava de ter aulas com estes professores????? assim deveriam ser todas!!!!!! mas o estado que faça por isso….e incentive e apoie as restantes, para que todos os cidadãos a qualquer momento que queiram ingressar no ensino superior tenham acesso a qualquer universidade com qualidade testada, independentente da média do 12º ano ou não, ai talvez acabasse esta discussão, ………mas por favor se dizem que as escolas não têm qualidade, porque as abrem????? se o estado as abriu é porque têm os requisitos minimos (pelo menos no papel)…….. se o estado não as distingue porque tem de ser a ordem a pôr-se na frente é só essa a minha indignação…….o bom era EXAME PARA TODOS e assim os malogrados da FEUP e IST .etc iriam poder provar mais uma vez perante nós que têm razão e nós também, provar não tanto como eles que sabemos umas coisas……….e assim ficava tudo esclarecido!!!!!!!!

  28. Rui Azevedo Says:

    Vamos lá a ver se nos entendemos, ou somos Engºs ou não somos, se há exames para entrar na Ordem, há que fazê-los. Se são dificeis e reprovarmos, nada nos impede de voltarmos a insistir, mas depois de melhor preparados. Reprovar não é pecado, pecado é sim querer ser alguma coisa a todo o custo e com facilitismo. Toca mas é a estudar e dignifiquem a Ordem !!!

  29. Jacinto Sepúlveda Says:

    acho que o problema não é voltar a tentar, mas sim o valor que temos de pagar para ir tentanto…e quando se começa a trabalhar toda a gente sabe que temos mais que fazer do que estudar, e mais, nem tempo para isso dispomos, quanto mais…..

  30. Miguelll Says:

    Caro Rui Azevedo

    Como prova de que aquilo que fala nao tem pés nem cabeça deixo te a seguinte questao?

    Tenho colegas que foram 9 vezes , sim 9 vezes ao exame , era bons alunos e aplciados assim como bons profissionais , pelo simples facto de terem pedido recurso no 1º exame levaram nove anos a fazer exames.
    Depois dos 9 anos e ja com as materias pouco frescas conseguiram passar. Falei comum deles que me disse que esse exame lhe tinha corrido como os outros 9 e que ainda menos tinha estudado. Ou seja axas que um eng. ja sabe mais a materia passado 9 anos ou quando acaba de se licenciar?
    Tenho colegas inscritos na ordem e faltaram a oral , recebendo uma carta em casa a dizer que tinha sido admitidos na oral que nunca chegaram a fazer? axas isto organização? mais me parece que os exames sao atirados ao ar e a nota atribuida de acordo com a posicao em que ficam, ou as entradas sao controladas de acordo com as estatisticas que eles bem entendem, enfim o exame nao prova nada eu proprio ja o fiz e acredita se tivesse 20 ou mesmo 0 no exame nao era prova de que sabia mais ou menos. Se axas justo fazer um exame de engenharia em 4 horas entao é pork nao deves ter estudado todas as materias de engenharia (civil ou outras) os programas das universidades portuguesas sao todos praticamente iguais, a engenharia é igual em Portugal ou na China.
    A questão principal é a atribuicao de competencias o Governo diz que sim e a OE diz que nao, axo que ha abuso de poder por parte da OE. Para remediar a porcaria que o governo tem feito criou a Agencia Nacional para a Qualidade do Ensi. superior que diz claramente que apenas a esta agencia e so apenas a ela compete a acreditacao e reconhecimento das licenciaturas por isso a OE que crumpa a Lei que é o que todos nos fazemos.
    Isto de uma acreditar e outra reconhecer é chamarem-lhes nomes diferentes para a mesma coisa.
    Tipo …” á e tal eu acredito em ti , mas nao reconheco…” , ou ” a e tal eu reconheco que o curso é um bom curso , mas lamento nao o posso acreditar “….. que coisa esquezita. Com esta mentalidade nao da para evoluirmos muito por isso estamos cada vez mais na cauda da Europa e entristesse-me cada vez mais trabalhar neste pais. Em portugal tiras um curso , entras para as belissimas estatisticas de licenciados e depois nao te deixam trabalhar , a melhor forma é um exame de restricao a profissao assim nao te vais queixar a ninguem pois nao é Eng.º és apenas licenciado e como tal vais para o desemprego. OK tudo bem quem perde com isso é o estado pork esta a subaproveitar a mao de obra qualificada que tem e ainda por cima lhe tem de pagar. Boa politica nao haja duvida.

  31. Jacinto Sepúlveda Says:

    Gostaria de felicitar todos as pessoas que estão a fazer deste tópico um grande ponto de discussão, com grande qualidade e variedade de opiniões, mas nunca se esqueçam de respeitar a opinião dos outros, mesmo que por vezes não seja a que nós partilhamos…cumprimentos a todos

  32. Humberto Botelho Says:

    É com enorme prazer que verifico que existe uma filtragem nesta enormidade de pessoas, competentes ou não, que querem seguir a carrira de Engenharia, quer por gosto, quer por mera posição social.
    Na minha opinião, o ensino público, para não falar do particular, deveria limar muitas arestas que ainda possui…
    Como licenciado em Engenharia Civil por uma Universidade Pública, com o curso acreditado pela Ordem dos Engenheiros com a duração máxima, cabe-me sentir muitas vezes, “ninguém”.
    Sinto-me completamente diminuido quando falamos da classe, profissionalismo, postura e rigor que os engenheiros do “antigamente” possuiam. Digo e reforço que a culpa não é só dos alunos universitários que só pensam em noite, festa e uns copos, mas sim, do tipo de ensino que é leccionado. Quer queiramos quer não, hoje, facilita-se.
    Relativamente ao ponto fulcral desta conversação, concordo plenamente com os exames para todos, mas como já sabemos, na vida profissional, no desenrrasca, no engenho, no dia-a-dia, é que se descobre o verdadeiro engenheiro que há em nós e não só com um exame. Temos que começar por algum lado, não é?!…
    Cumprimentos a todos os colegas e bom trabalho.

  33. Humberto Botelho Says:

    Caros colegas,

    O que falta muitas vezes, é a união e defesa mútua entre colegas de trabalho, basta lembrar a classe dos prosfessores, médicos, advogados, e arquitectos que quando se unem, “param o país”.
    Vamos pensar que eram os engenheiros a manifestar…. O mundo pára.
    Pois é, caros colegas, vamos fumentar a união entre todos, a entreajuda e a defesa da classe, senão, continuaremos a ser os engenheiros que não sabem nada, os engenheiros que ganham uma miséria, os engenheiros que saem da universidade porque colocaram um calhau num canudo e saiu um engenheiro e vice versa…
    Temos de lutar para acabar com estes tipos de comentários…
    A notícia do Diário de Notícias é escandalosa, no que diz respeito a pequenos comentários e excertos… Não me sinto bem, sabendo que há colegas que não sabem quantos litros cabem em 1 m3… É vergonhoso, mas sempre poderíamos afirmar, como as outras classes, que a pessoa examinada não percebeu o teor da pergunta, ou estava distraída naquele momento, pois estava a pensar nos Prós e Contras que tinham passado na televisão na noite anterior sobre o novo Aeroporto de Lisboa…. Francamente….

    Cumprimentos a todos. Tenham orgulho de serem Engenheiros.
    Engenharia não é um ramo…. É uma árvore da nossa vida….

  34. Rui Mata Says:

    De destacar que cerca de 70% de todos os comentários supra efectuados, são de licenciados que se formaram em intituições não acreditadas, vai daí a sua reivindicação (bem colocada do meu ponto de vista).
    O que realmente acontece por detrás do pano de acreditação de cursos e competetências por elementos de juri da ORDENG. è um autentico forrobodó de interesses, em que o poder se centraliza em 3 pontos a nivel nacional (IST, F.COIMBRA, FEUP) ora como a intituição ORDEM é feita de pessoas, e as pessoas se mantêm no activo durante varios anos, o previsivel cenário é manterem-se por acreditar tudo o que é Instituitos, privadas e afins.
    Assistimos hoje em dia é a um fenómeno diferente, a maior parte dos professores que leccionam nos Institutos e privadas são antigos alunos de mérito de faculdades reconhecidas, e que não conseguiram manter-se a dar aulas nas mesmas, já que o critério de selecção para a docencia nestas faculdades passa (lamentavelmente) também pelo factor C.
    Sou Licenciado FEUP, sei quantos litros cabem num metro cubico, sei que tendo tempo (que não é o caso na maior parte das vezes para mim, e para qualquer um que se encontre em vesperas de exame de admissão) passaria no exame de aptidao á ordem, tal como passei em todos os exames feitos na faculdade.
    Para terminar, o que acho vergonhoso é que o ensino obrigatório seja o 9º ano, mas que a barreira de dificuldade que impede os “handicaped” de prosseguirem seja o 1º ano de faculdade, já que a maior parte dos alunos entra cheio de vontade em engenharia mas nos primeiros meses de aulas percebe que mais valia ter esperado para ter 23 anos no 9ºano e fazer o 10º, 11º e 12º em três meses pelas novas oportunidades e ao menos gozar a vida teenager.

    O que faz de nós engenheiros não é o sitio onde estudamos, quanto tempo demorámos a licenciar-nos ou sequer as notas que obtivemos, o que faz de nós engenheiros é o ver o que os outros olham, o sentir o que os outros tocam, enfim, o vicio que com a experiencia todos acabamos por ganhar que é o de metematicalizar/sistematizar raciocinios, pensamentos.

  35. Paulo Silva Says:

    Dizer: “quantos litros de água cabem num metro cúbico”, é logo muito bom, em especial vindo do bastonário da ordem dos engenheiros… mas pronto, temos o que merecemos. Quanto à questão em si, parece-me por demais evidente que é básica, no sentido em que qualquer aluno do básico (ou pouco mais), saberá responder a esta questão. Agora eu faço outra pergunta, porque a anterior já se percebeu que não é para engenheiros (ainda que estes últimos tenham a obrigação de saber a resposta). A minha pergunta é, será que os engenheiros portugueses sabem a razão pela qual ‘num metro cúbico cabem mil litros de água’?
    Quanto à resposta e sendo vocês engenheiros, não pensem o óbvio, “porque está estabelecida uma equivalência entre volume e capacidade, que determina que um decímetro cúbico equivale a um litro”, isso, mais uma vez, qualquer aluno do secundário sabe, agora vocês engenheiros, o que podem dizer a mais sobre isto? Assinado, um licenciado em engenharia civil.

  36. tttt Says:

    “70% dos engenheiros civis chumbam na ordem”?!
    Então mas se já são engenheiros civis porque é k vão fazer o exame à ordem?! Palh****! lol.

  37. António Alves Says:

    Para vos calar com essa porcaria.
    Sou licenciado em Engenharia Civil e trabalho em Espanha.
    Nao estou reconhecido pela Ordem.
    No entanto o ministério da educaçao reconheceu o meu curso, o que me levou a poder increver-me no “colégio de ingenieros de caminos e puentes” ou seja sou engenherio civil em Espanha.
    Só uma coisinha mais!!!
    Ganho 3 vezes mais que qualquer um da Ordem…
    Boa Sorte Portugal

  38. Jacinto Sepúlveda Says:

    Apelo para não recorrerem aos insultos, somos todos engenheiros, e isso é que é importante, não entrem por ai….isso só revela que realmente não merecemos pertencer todos à mesma classe. Respeitem-se uns aos outros. Estamos aqui a ter um debate agradável, e espero não ter e censurar algumas palavras…

    cumprimentos

  39. Luis Faria Says:

    Antes de mais gostaria de felicitar o Rui Mata pelo seu ultimo paragrafo, simplesmente lindo e puro, é esse tipo de visão que me faz ganhar gosto pela engenharia, que m faz ter orgulho em estar a tirar uma engenharia, embora a maior parte das pessoas dão mais valor a um Doutor que a um ENGENHEIRO,não sei se repararam mas ando a tirar Engenharia por amor ao curso, por ver os horizontes que nos abre a engenharia não só a nivel intelectual mas tambem a nivel pessoal, já repararam que consegue-se perceber quem é engenheiro a léguas loll, bem mas esta “discussao” n é para falar no orgulho de ser engenheiro no meu caso de vir a ser um futuro engenheiro, ando no ISEP, Instituto Superior Engenharia Porto um instituto politecnico creditado na ordem pelo o menos o meu curso “Engenharia Electrotecnia e Computadores”, bem vou começar a falar da minha experiencia muita gente aqui disse à não entrei numa universidade ou politecnico (vou chamar instituiçao para n fazer diferenciaçoes) por decimas, e por isso ja tenho d fazer exame, é assim a 1º coisa que vejo que está mal são os criterios de acesso ao ensino superior, eu tive 3 anos para entrar na instituiçao, por teimosia sim porque queria entrar num sitio com qualidade, num sitio que soubesse que quando acabar o curso vou ser Engenheiro de boca cheia, claro para isso é preciso dedicaçao, n é so as aulas n é a instituiçao que faz o engenheiro, mas ele proprio a instituiçao apenas o guia sim pois nos vamos andar a vida toda a prender ai a diferença de nos e todo o resto da sociedade.podia ter entrado numa privada, podia ter entrado numa nao acreditada, mas preferi tentar tentar ate conseguir, mas depois d entrar vi que a média de entrada é uma treta, tenho o orgulho de dizer que sou um dos melhores do curso mas com a média de entrada mais baixa, agora digam-me que tipo de filtragem é que os exames nacionais fazem?este é o primeiro ponto.
    Quanto ao exame da ordem, sou a favor de igualdade de direitos para todos, mas para quem é a favor de exames para todos isso tb é injusto, pk ja viram, por exemplo tenho colegas na fernando pessoa, as cadeiras bases da engenharia dao a correr e mal dadas sei uma base solida, ja viram o que é terem a mesma oportunidade que eu de ingressar na ordem apos eu ter 5 anos arduos de trabalho e dedicaçao, e eles apenas com sorte e um pouco de estudo entrarem, não isso tambem n está certo, logo sou a favor de instituiçoes acreditadas.

    Cumprimentos a todos e lembrem-se somos Engenheiros 😛

  40. costa Says:

    O probema disso são as cábulas, se os professores conhecessem os alunos veriam que mais de metade é aprovado mas não tem qualquer conhecimento, até se trocam as folhas de exame durante o mesmo!
    Será que quando forem trabalhar também vão plagiar?

  41. Joao S Pinto Says:

    Primeiro que tudo é inadmissivel um aluno do 5º ano não saber quantos litros de água cabem num metro cúbico, quanto mais um engenheiro…!!!!

    Segundo , é verdade que a ordem portuguesa descrimina alunos de diferentes instituições e passo a referir um exmplo incrivel:

    Um amigo inglês que estudou numa das melhores escolas de engenharia do Mundo, repito do Mundo, não obteve equivalências na OE….

    só agora ao fim de 4 anos e depopis de fazer não sei quantos exames é que lá lhe fizeram o favor…..

    penso que deveria ser como nos outros países da UE e fora da UE em que todos os alunos têm de fazer o exame, e deixar de haver escolas acreditadas e não acreditadas.

    Outro assunto:

    sou engenheiro há 20 anos , vi um exame de admissão e digo:

    dificil como o c…….lho!!!!!!!!

  42. joao Says:

    Afinal quantos litros de água cabem num metro cúbico???

  43. Fernando Pereira Says:

    FEUP e IST formam engenheiros, de resto enfim….

  44. p Says:

    “Afinal quantos litros de água cabem num metro cúbico???”

    1 dm3 = aprx 1L
    1 m3 = 1 x10^3 dm3 = 1000 L

  45. M B Says:

    Para mim o facilitismo só desprestigia quem trabalha com qualidade.

    Sou aluno do IST e tenho de fazer 50 cadeiras e uma tese de mestrado para ser engenheiro, se quiserem que faça mais um exame para a ordem para mim é igual, faço.

    Nunca se chega a lado nenhum sem trabalho.

  46. eng M Says:

    Se não querem fazer exames vão pa uma faculdade séria, segundo a ordem as faculdades que têm que passar por exame são aquelas que o curso chumbou. Quem vai pa uma faculdade em que o curso foi chumbado por ser facil ou diferente não espere facilidades. Não queiram ter as mesmas facildades do que aqueles que foram pa uma faculdade séria, e tiveram o cuidado de ver se eram acreditadas ou não. Não queiram ter tudo!

    Agora enquanto continuarem a chumbar nos exames só daram razão a ordem para que continue a chumbar tais faculdades. AINDA BEM QUE EXISTE EXAME PA SEPARAR OS SÉRIOS DOS QUE NÃO SABEM A TEORIA DO BÁSICO!

  47. Lopes Says:

    Fechem todas as faculdades que não são acreditadas, acabam os problemas: ninguem faz exame porque não ha necessidade e não e injusto, diminui o numero ridiculo de vagas que tem vindo a crescer exponencialmente. Volta a haver procura, qualidade e prestigio.
    Ha dezenas de faculdades a exigir uma disciplina qualquer como principal para o acesso, com menos de 50 vagas em que entra uma vintena de alunos com notas de 10. O estado actual e pior, o futuro está negro na nossa area. TENHAM JUIZO!

    Cumprimentos Eng.Lopes

  48. Pedro Says:

    Engraçada a forma como escrevem os “Engenheiros sérios” deste país. Parece que estam a brincar, mas não, é mesmo a sério. Sério… mas triste.

  49. Leandro Pereira Says:

    Ao contrário de muitos, não acho o exame nada do outro mundo, para um recém licenciado é apenas um relembrar das matérias dadas no curso. Se tiverem dificuldades é sinal que não estão preparados para assumir a responsabiidade da profissão.
    Há uns anos uma pergunta era, trace a sentimento o diagrama de momentos flectores da seguinte viga. Era um caso simples com encastramento, dois apoios e consola, uma coisa simples, mas mesmo assim a maioria nem pegou naquilo.
    Também existem questões mais complicadas, mas apenas servem para fazer distinção entre os que apenas passam e os bons.
    E esses que estudam em cursos não acreditados, tirando um ou outro caso, experimentem fazer os exames com os mesmos critérios de correcção dos cursos acreditados e acreditem que vão ter uma grande surpresa quanto aos vossos reais conhecimentos.

  50. SBL Says:

    Eu conheço uma Engª que veio do ISEL que não sabia o que é uma cofragem…portanto é só tirar as conclusões.
    Será que os “leões” do Técnico se forem fazer o exame passam em mais de 30% dos casos…só vendo!!!!

  51. ENGº/TECº CARLOS Says:

    O PROBLEMA MAIOR É QUE OS GOVERNANTES ESTÃO PREOCUPADOS COM UM SHOWZINHO DE MERDA QUE SE CHAMA COPA DO MUNDO, OU SEJA, EQUANTO O PAÍS MORRE DE FOME POR CAUSA DE UM SALÁRIO MINIMO DE R$ 622,00 E NO CONGRESSO PARLAMENTARES GANHAM CERCA DE R$ 25 A 50MIL POR MÊS SEM FALAR DA AJUDA DE CUSTO QUE SABE LA QUANTO É; ACREDITO QUE NÃO SERÁ UM EXAME OU ALGO PARECIDO QUE SE POSSA DAR UMA CLASSIFICAÇÃO Á UM ENGENHEIRO, ADVOGADO, MEDICO OU QUE SEJE A FORMAÇÃO SUPERIOR OU TECNICA; NÃO DIFERENCIARA MUITO, POIS MESMO QUE ALGUNS SE CLASSIFIQUEM E OUTROS NÃO O NUMERO DE DESEMPREGADOS CRESCERÁ DA MESMA FORMA QUE, SÓ QUE NUMA PROPORÇÃO MUITO MAIOR. UM FATOR QUE DETERMINA ESTE IMPASSE É A MANEIRA COMO SÃO JOGADOS OS VALORES DAS PROFISSÕES DO PAÍS PARA QUE SEJAM REMUNERADOS OS PROFISSIONAIS, OU SEJA, PORQUE ALGUNS INSISTEM TANTO EM PAGAR ENGENHEIROS R$ 1.500/MÊS E OUTROS PAGAM R$ 5.000/MÊS, SE NÃO HA UM RESPEITO PELA CONSTITUCIONALIDADE DA LEI CRIADA PARA TAL; OU MELHOR, NEM SE QUER O CONSELHO QUE SE DIZ ORDEM PARA QUE MANTENHAM O REGISTRO DE TAIS PROFISSIONAIS PROCURA FISCLIZAR TAL FATO, ENTÃO DE QUE ADIANTA EXISTIR EXAMES DE QUALIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL. É DE INDIGUINAR-SE QUE EU VEJO COLEGAS DA ENGENHARIA TRABALHAREM O MÊS TODO E AO FINAL DELE SEREM REMUNERADOS COMO SE FOSSEM PEDREIROS DE OBRA; ONDE EMPRESAS QUE SE DIZEM DE ENGENHARIA OU PORQUE O NOME DA AREA DÁ UM CERTO VALOR DE MARKETING A EMPRESA PARA CHAMAR CLIENTES E OUTRAS OPORTUNIDADES MAIS, PAGAM MUITO MAL O PROFISSIONAL QUE GASTOU TEMPO E SAUDE DENTRO DE UMA FACULDADE OU UINVERDADE QUE SEJE QUAL FOR O LOCAL QUE ELE FORMOU PARA GANHAR IGUAL A UM PEDREIRO QUE EM MUITOS CASOS NÃO OBTEVE NEM A 4ª SERIE DO COLEGIO (NÃO DESFAÇO DO PEDREIRO AQUI, PELO CONTRARIO ELE É UM PROFISSIONAL MUITO BOM, DESDE QUE O MESMO TENHA INTERESSE EM TRABALHAR ADEQUADAMENTE, COM HONESTIDADE, ASSUIDADE E MANTER A QUALIDADE DO SEU TRABALHO ESTE MERECE SIM UM CREDITO PELA SUA PROFISSÃO); SO QUE NÃO ESTOU DE ACORDO COM O SALARIO DA ATUALIDADE EM ALGUNS ESTADOS QUE ACHAM QUE OS ENGENHEIROS SÃO QUALQUER COISA. POR TANTO SE UM EXAME SERA CRIADO PARA AVALIA-LOS ENTAÕ CRIEM EXAMES PARA AVALIAR A CAPACIDADE DE UMA DEPUTADO, DE UM SENADOR, OU UM GOVERNADOR, OU UM PREFEITO, DE UM PRESIDENTE, DE UM MINISTRO, DE UM SECRETARIA DE GOVERNO OU SECRETARIA MUNICIPAL, ESTADUAL OU FEDERAL, OU DE ATE MEMSO UM VEREADOR. SE PARA PRESIDENTE O CIDADÃO TEM APENAS QUE SABER LER E ESCREVER E ENTENDER QUE 2 + 2 = 4; ENTÃO SEMPRE ESTAREMOS FERRADOS, MAL PAGOS, MAL EMPREGADOS, SEREMOS MAL ADMINISTRADOS, MAL REPRESENTADOS, TEREMOS UMA SAUDE IMPLORAVEL, ALEM DE NÃO VIVERMOS E SIM TENTARMOS SOBREVIVER; POIS É O QUE O CIDADÃO BRASILEIRO FAZ DESDE MUITOS ANOS. UM PAÍS QUE TEM INDEPENDENCIA PROCLAMADA, SE DIZ NUMA BANDEIRA QUE TEMOS ORDEM NA CASA E PROCURAMOS O PROGRESSO QUE NUNCA VEMOS TODOS OS DIAS, SÉ VEMOS O PROGRESSO DA CARGA TRIBUTARIA E DOS ALTOS SALARIOS PAGOS AOS POLITICOS E FUNCIONALISMO PUBLICO (PORQUE EM ALGUMAS CIDADES O SALARIO DO ENGENHEIRO É DE R$ 1.200/ MÊS E EM OUTRAS CIDADES O SALARIOS É DE R$ 12.000/MÊS; SERIA MUITO INJUSTO, POIS AMBOS EXERCEM A MESMA PROFISSÃO, O MESMO SE DÁ AO POLICIAL MILITAR, CIVIL, MUNICIPAL, ATE MESMO OS MEDICOS). NO ENTANTO A CARGO DESTAS MINHAS PALAVRAS QUE SE SEGUEM NESTA PAGINA, ELAS SO VÃO PREENCHER MAIS UMA PAGINA E NADA MAIS. ESCREVI POR OPINIÃO E INSATISFAÇÃO PELA MANEIRA QUE OS PROFISSIONAIS SÃO TRATADOS COMO UM TODO. ACHO QUE SERIA MELHOR SE NUNCA FOSSEMOS DESCOBERTOS, POIS COMO UM PAÍS É DESCOBERTO POR OUTRA NAÇÃO QUE CHEGA EM MEIO QUE ESCONDIDO E ENCONTRA PESSOAS (TRIBOS OU QUE SEJE), NUM LOCAL HABITADO; ETNÃO ATÉ A NOSSA HISTÓRIA TEM MAIS ERRO DO QUE AFIRMAÇÃO. E OUTRA O CERTO SERIA DIZER QUE O BRASIL POSSUI O IDIOMA DE TUPI E NÃO PORTUGÊS (MAL EMPREGADO), LOGICAMENTE QUE “O GEITINHO BRASILEIRO” TEM QUE ENTRAR NO CONTEXTO DA SOBREVIVENCIA PELA OCUPAÇÃO ENTÃO DE QUE ADIANTA PROMESSAS POR TODOS EM TODA PARTE, SE O SISTEMA REPUBLICANO NÃO MOSTRA TRABALHO, NÃO MOSTRA GARRA PARA ADMINISTRAR, ENTÃO DEVERIAMOS VOLTAR AO IMPERIO PELO MENOS SÓ EXISTIRA UM ADMINSTRADOR E SEUS CONSELHEIROS (DESDE QUE ESTES NÃO FOSSEM JOSÉ SARNEY, O FILHO DO ACM, EDUARDO AZEREDO, E MUITOS OUTROS COMO NEWTON CARDOSO, E OUTRAS ESTRELAS DO SHW BUSINESS DA POLITICA). DESEJO BOA SORTE AOS COLEGAS, SO ISSO POIS NÃO SEI ONDE A NOSSA ENGENHARIA IRÁ PARAR OU QUANDO É QUE SEREMOS CONSIDERADOS ENGENHEIROS……

  52. Ex Alunos Engenharias Says:

    MUITO IMPORTANTE:

    Parece ter existido um problema grave com algumas engenharia
    no momento em que os cursos foram adequados a bolonha.
    Agumas engenharias transitaram como cursos científicos!

    De forma simples, quem tem uma licenciatura pós bolonha de 3 anos (sem mestrado integrado) em que no certificado conste: “licenciatura em ciências de engenharia – Engenharia…” possui um curso científico (Como a, ciência política, psicologia, etc.)
    e nem se pode candidatar à ordem.

    Aparentemente tratou-se de um erro. As instituições resolveram o problema passado algum tempo através de novos despavhos. Mas existem muitas pessoas que transitaram para bolonha e estão nesta situação.

    Está a ser constituido um grupo para resolver este problema.
    Solicita-se a todos os interessados que contactem o grupo para:

    exalunosalunosengenhariasulht@sapo.pt

    Por favor divulguem

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