Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologias

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O laboratório, dirigido pelo investigador galego José Rivas, tem um investimento inicial de 30 milhões de euros – igual ao orçamento anual previsto a partir de 2009 – e resulta de um Memorando de Entendimento que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal e o Ministério da Educação e Ciência de Espanha assinaram em 19 de Novembro de 2005 para a criação e operação conjunta de um Instituto de Investigação e Desenvolvimento.

O Instituto Ibérico de Nanotecnologias deverá ter 14 mil metros de área laboratorial, num edifício de cerca de 20 mil metros quadrados, cuja primeira pedra será lançada na cimeira ibérica de Braga.

O edifício deve estar concluído em 2010/2011, embora o funcionamento da primeira fase deva ocorrer já em meados de 2009.

Este instituto irá situar-se junto ao Campus de Gualtar da Universidade do Minho, num terreno municipal de cinco hectares onde se encontrava o parque de diversões Bracalândia. Dedicar-se-á à investigação na área das nanotecnologias e possuirá várias oficinas, laboratórios, uma biblioteca, auditórios e um espaço para instalar visitantes de curta duração. Será também dotado, em anexo, com um centro de ciência viva para que seja mostrado à população o trabalho que lá será desenvolvido.

Instalado provisoriamente no edifício dos Congregados, o INL terá em 2009 parte significativa do seu ‘campus’ a funcionar nos terrenos até há pouco ocupados pelo parque de diversões ‘Bracalândia’.
Até ao final do ano será escolhida uma de duas propostas do programa-base do INL encomendadas a gabinetes especializados. O concurso público de concepção-construção será lançado a tempo de as obras se iniciarem no Verão de 2008.

As construções não deverão ultrapassar os 15 por cento da área disponível  junto ao parque desportivo da Rodovia.

O  Conselho Científico do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) avalia hoje, em Lisboa, o primeiro ano de actividades da comissão instaladora do organismo sediado em Braga.

Para a administração da comissão instaladora do INL, a ‘sustentabilidade ambiental’ é uma das preocupações centrais na concepção das instalações definitivas. ‘Vamos devolver à Natureza mais espaço do que aquele que esta tem actualmente’, garante.
Um edifício central científico com cerca de 10 mil m2, residências para investigadores, uma incubadora para novas empresas e um centro Ciência Viva serão as principais valências do ‘campus’ do INL.


Carlos Bernardo, director-executivo da comissão instaladora do INL, assegura que o espaço cedido pela Câmara Municipal de Braga para a instalação do INL é mais do que suficiente, tanto que se optou pela construção de edifícios com apenas três pisos, quando o limite seriam cinco.

Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologias

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