FEPICOP: Construtoras portuguesas aptas a realizar todas as obras

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“A FEPICOP – Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas garante que as empresas nacionais estão prontas e aptas a executarem todas as obras anunciadas pelo Governo, de modo nenhum sendo necessário fomentar a entrada no mercado nacional de construtoras estrangeiras”, nomeadamente espanholas.

É assim que o órgão de cúpula do associativismo da construção responde às afirmações que têm sido veiculadas por alguns órgãos de comunicação social de que as empresas portuguesas não teriam capacidade suficiente para realizarem as grandes empreitadas lançadas ou a lançar pelo Estado, como o TGV, a Terceira Travessia sobre o Tejo, o novo aeroporto internacional de Lisboa e as novas concessões rodoviárias, entre outras.
A Federação refere mesmo que, “se há críticas que ninguém pode fazer às empresas de construção portuguesas é a de que alguma vez tenham sido incapazes de se moldarem às circunstâncias do mercado”. Antes pelo contrário, elas sempre souberam responder “com disponibilidade, prontidão e eficácia” a todos os desafios “que lhes têm sido lançados e não vai ser desta vez que a situação se vai alterar”.
Lembrando o peso que o sector da Construção tem na economia nacional, a FEPICOP sublinha ainda que o seu crescimento será, inevitavelmente, o garante de um relançamento económico, tão mais desejável e necessário quando se atravessa um período de crise. Assim, reitera, “o importante neste momento é assegurar que não se verifiquem novos atrasos na adjudicação efectiva das obras que têm vindo a ser lançadas a concurso nos últimos tempos”, ao invés de se inventar pretextos e argumentos vãos para o seu adiamento ou protelamento.

Boa capacidade técnica

Embora o ideal fosse, segundo a Federação da Construção, haver uma permanente oferta de obras e de todas as grandezas, de modo a que “todas as empresas tivessem sempre trabalho, independentemente da respectiva dimensão ou área de especialidade” e pudessem “organizarem-se, modernizarem-se e equiparem-se de forma adequada e de acordo com uma perspectiva de longo prazo”, a realidade não é esta, pois o “mercado não é perfeito”, obrigando as construtoras a adaptarem-se constantemente aos “circunstancialismos” impostos pela conjuntura económica e pelos ciclos de actividade política.
A este facto acresce, segundo a FEPICOP, a falta de um “plano de investimentos públicos robusto, com uma calendarização estável, a exemplo do que se passa nos restantes países europeus”. Ao Estado, sublinha, “não compete decidir sobre o tamanho das empresas, mas sim regular o mercado e garantir a existência de condições que permitam o desenvolvimento de uma concorrência sã e transparente. Os modelos de uma eventual concentração sectorial deverão, assim, ser definidos pelo mercado e pelas próprias empresas, em resposta aos desafios que tenham de enfrentar – tal como sucede em muitos outros sectores de actividade”.
Mas estes factores, conclui a Federação da Construção, assim como a dimensão das empresas do Sector – a esmagadora maioria, em todos os países, são PME – não são impeditivos da capacidade técnica das construtoras portuguesas para a execução de todo o tipo de obras. (Retirado site AECOPS).

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