Archive for the ‘Empresas’ Category

Prémios Construir 2010

Junho 16, 2010

Começaram as votações para os Prémios Construir 2010. Os interessados em votar, podem-no fazer até ao dia 24 de Junho. Para isso basta ser subscritor do site do Jornal Construir, visitar a página do evento para ler as informações do mesmo e clicar no separador “Votação”. Estes prémios pretendem distinguir as empresas e personalidades que mais se destacaram no último ano nas áreas da Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliária.

De seguida deixamos a referência a todos os nomeados:

Arquitectura

Melhor Projecto Público:

– Casa das Histórias Museu Paula Rego – Eduardo Souto de Moura
– Museu de Arquitectura Fundação Insel Hombroich – Álvaro Siza Vieira + Rudolf Finsterwalder
– Museu de Arte e Arqueologia de Foz Côa – Camilo Rebelo + Tiago Pimentel
– Praça Diogo Menezes – Miguel Arruda
– Ponte Pedonal na Covilhã – João Luís Carrilho da Graça
– Pavilhão em Aventura Park – Paratelier
– Capela dos Netos – Pedro Maurício Borges
– Campo de Futebol de Custóias – Guilherme Machado Vaz
– Café + Estrutura de Sombreamento em Sacavém – Ateliermob

Melhor Projecto Privado:

– Casa da Torre Winery -Castanheira & Bastai Arquitectos Associado
– 07CMM – Spaceworkers
– Casa em Carnide – Luis Santiago Baptista + Tiago Leite de Araújo
– Casa em Santarém – Nuno Piedade Alexandre
– TreeHouse – Appleton e Domingos Arquitectos
– Casa no Alto da Ajuda – Extrastudio

Melhor Atelier:

– Miguel Arruda Arquitectos
– Bak Gordon Arquitectos
– Eduardo Souto de Moura

Prémio Personalidade:

– Armando Rabaça (Prémio Távora)
– José Mateus (Trienal de Lisboa)
– João Maria Trindade (Prémio FAD)

Engenharia

Melhor Gabinete:

– DHV
– Coba
– AfaConsult
– Consulmar

Prémio Fiscalização e Coordenação

– Afaplan
– Cinclus
– DHV
– TPF Planege

Melhor Projecto:

– Molhe Norte da Barra do Douro (Consulmar)
– Casa das Histórias de Paula Rêgo (Afaconsult)
– Ponte pedonal na Covilhã (AFA Associados)

Prémio Personalidade:

– Fernando Silveira Ramos (Consulmar)
– Fernando Santo (Ordem dos Engenheiros)
– Teresa Ponce de Leão (INETI)

Construção

Construtora do Ano:

– Mota-Engil
– Soares da Costa
– Somague
– Teixeira Duarte
– Edifer
– Opway

Prémio Internacionalização:

– Soares da Costa
– Mota-Engil
– Somague

Prémio Diversificação:

– DST
– Martifer
– Lena Construções

Prémio Sustentabilidade:

– Somague
– Edifer
– OPWAY

Personalidade:

– Manuel Agria (ANEOP)
– Pedro Gonçalves (Soares da Costa)
– Vera Pires Coelho (Edifer)

Prémio Reabilitação:

– Casais
– Ramos Catarino
– Novopca

Imobiliário

Melhor edifício de escritórios:

– Torre Oriente (Sonae Sierra)
– Panoramic (Esphera Imobiliária)
– Boavista Prime (Adicais)

Melhor edifício comercial:

– Dolce Vita Tejo (Chamartin)
– Ria Shopping (Sans Frontieres)
– Espaço Guimarães (Bouygues Imobiliária)

Melhor edifício residencial:

– Portas da Rocha (Grupo Fozpalace)
– River Houses Restelo (Leirimundo)
– Santa Catarina (Inland)
– Ancoradouro (Mota-Engil Real Estate)

Melhor empreendimento turístico:

– Altis Belém (Grupo Altis)
– Tivoli Vitória (Hotéis Tivoli)
– Vila Galé Lagos (Grupo Vila Galé)
– Hotel The Vine (Hotel The Vine)

Melhor consultora:

– CB Richard Ellis
– Jones Lang LaSalle
– Aguirre Newman
– Cushman&Wakefield

Melhor Promotor:

– Mota-Engil Real Estate
– Chamartín
– Sonae Sierra
– Bouygues

Construtoras Portuguesas crescem acima da média europeia

Janeiro 12, 2010

As construtoras portuguesas apresentam um crescimento do volume de negócios muito superior à média europeia. Por cá, as empresas do sector crescem acima dos 40%, mas no restante continente europeu a média global aponta para 2% ano.

Há 10 anos que o sector da construção em Portugal está em contracção, mas mesmo assim o desempenho das empresas nacionais destaca-se das pares europeias. “A dinâmica das empresas portuguesas de construção é assinalável, quando comparada com as 100 maiores empresas do sector na Europa, com taxas de crescimento do volume de negócios muito superiores à média global”, afirmou ontem Manuel Agria, vice-presidente da ANEOP, durante a apresentação de um estudo da Deloitte sobre o sector da construção. (more…)

Construção do novo Savoy a cargo da “Casais”

Dezembro 3, 2009

A demolição do antigo hotel irá demorar dez meses e será feito sem implosão

As obras que projecto do novo hotel Savoy arrancam já em Janeiro. altura em que começa a ser demolido o antigo edifício. A demolição da antiga unidade irá demorar cerca de dez meses e será feito sem recurso a implosões, como chegou a ser equacionado. A notícia foi ontem avançada ao DIÁRIO pelo presidente do Conselho de Administração do Grupo Savoy SIET, Horácio Roque, que adiantou que o contrato com vista à construção da nova unidade foi ontem assinado com a construtora CASAIS.

De acordo com as informações avançadas por Horácio Roque, o contrato assinado inclui todos os trabalhos de demolição e construção da nova unidade. O projecto, que se “mantém inalterado e está de acordo com o que foi negociado em devida altura com a Câmara” está neste momento “todo aprovado e nós pensamos arrancar com as obras já em Janeiro de 2010”. Quanto ao valor global do projecto este está orçado em “cerca de 120 milhões de euros”. O valor que estava previsto inicialmente. (more…)

Somague publica código de ética

Novembro 13, 2009

“A Somague publicou o seu Código de Ética e Conduta, um instrumento de comunicação, usado em diversas organizações, que orienta, define, rege e reflecte a sua cultura empresarial.

Neste caso, os valores e princípios do grupo são os pilares deste código, que estabelece as normas de actuação e relacionamento das suas empresas – Somague Engenharia, Somague Imobiliária e Somague Ambiente, bem como das respectivas delegações, sucursais e participadas – e colaboradores com os seus diferentes públicos, respeitando as leis e a ética cultural de cada um dos países onde operam.

Segundo o grupo, a «importância da conduta vai para além da normalização de critérios», sendo que o código deverá ser posto em prática «desde a gestão de topo, ao mais recente elemento da organização», para que desta forma possa «consolidar a imagem da Somague» e, ao mesmo tempo, «estimular a integração com os colaboradores».

Ao criar referências dentro da organização, o código contribui ainda para criar um ambiente interno de «maior transparência e concórdia», segundo a mesma fonte.”

Visualizar código de ética

Fonte: Construção Magazine

Consórcio Tave Tejo, liderado pela espanhola FCC, apresenta o valor mais baixo para segundo troço do TGV

Setembro 1, 2009

tgvOs três consórcios com propostas para construção do troço Lisboa/Poceirão da rede de Alta Velocidade apresentaram projectos com custos de construção entre 1,87 mil milhões de euros, do consórcio liderado pela FCC, e os 2,31 mil milhões de euros, do consórcio co-liderado pela Brisa e pela Soares da Costa.

O consórcio Tave Tejo, dos espanhóis da Fomento Construcciones e Contratas (FCC) apresentou a proposta mais barata, com um custo total, a preços de Janeiro, de 1,87 mil milhões de euros e custo anual de manutenção, incluindo grandes obras, de 10.738.827 euros.

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Neocivil ganha obras de 32 ME

Julho 21, 2009

“A Neocivil, empresa participada pela MSF para a construção e obras públicas na zona do Algarve, ganhou a empreiteida para a extensão do Sheraton Algarve Hotel & Pine Cliffs Resort e para a construção do empreendimento Cavalo Preto – Luxury Beach Resort, obras que atingem os 32 milhões de euros.

De acordo com o Jornal de Negócios, a obra para a extensão do Sheraton Algarve Hotel & Pine Cliffs Resort está avaliada em 25 milhões de euros e implica a construção de 76 novos apartamentos, um spa de mil metros quadrados e ainda um túnel de serviço de interligação entre o hotel existente e o novo edifício, no decorrer de 33 meses de trabalho.

No caso do empreendimento Cavalo Preto – Luxury Beach Resort, a empreitada prevista para a praia do Cavalo Preto, próxima de Quarteira, corresponde ao investimento de sete milhões de euros para o Grupo Mateus e implica a construção de 72 apartamentos, arranjos exteriores e piscinas.

Resta acrescentar que, já neste mês de Julho, a Neocivil concluiu os novos Paços do Concelho de Lagos, numa empreitada que custou os 13,4 milhões de euros.”

Autor: Pedro Luis Vieira no Construir – O site da industria da construção

Somague em obra de 2,2 mil ME para alargamento do Canal do Panamá

Julho 11, 2009

O consórcio liderado pela espanhola Sacyr, do qual faz parte a construtora portuguesa Somague, ganhou o concurso para a principal empreitada do Canal do Panamá, uma obra avaliada em mais de três mil milhões de dólares (2,2 mil milhões de euros).

A obra, que será levada a cabo também pela italiana Impregilo, a belga Jan de Nul NV e a panamiana Constructora Urbana, deverá começar em Dezembro e estar concluída antes de Agosto de 2014, data que corresponde precisamente ao primeiro centenário da sua construção pelos Estados Unidos.

De acordo com o comunicado enviado pela Sacyr à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a oferta do consórcio “Unidos por el Canal” foi a mais competitiva, sendo que a construtora lusa irá assumir um papel de liderança na vertente técnica e de engenharia, que incluirá escavações e a construção do terceiro jogo de enclusas entre os oceanos Pacífico e Atlântico.

Fonte: Pedro Luis Vieira em “Construir – o Site da industria da construção”

E agora Angola?

Julho 7, 2009

Construtoras queixam-se dos atrasos nos pagamentos de Angola

Luanda suspendeu pagamentos ao exterior. Teixeira Duarte, Soares da Costa e Mota-Engil têm tesourarias debilitadas.

As maiores construtoras nacionais estão a enfrentar crescentes dificuldades de tesouraria porque não estão a receber ou estão a receber com muito atraso, e de forma muito parcelar, a facturação das obras que já efectuaram em Angola.

Segundo os elementos recolhidos pelo Diário Económico junto de diversas fontes do sector, já estão em causa várias centenas de milhões de euros, mas até ao fecho da edição foi impossível obter uma reacção oficial junto das empresas mais afectadas, como a Teixeira Duarte, Soares da Costa e Mota-Engil.

Desde há quatro meses, principalmente devido à queda dos preços do petróleo, o Estado angolano – cuja economia é excessivamente dependente do crude – decidiu fechar a torneira dos pagamentos a empresas estrangeiras, para tentar compensar o desequilíbrio económico e orçamental interno que a situação começou a provocar nas finanças internas do país.

Fonte: Diário Económico

Panorama das Construtoras de Braga

Abril 5, 2009

BragaEmpreiteiros de Braga marcam a paisagem construtiva do Norte. Na Líbia, o consórcio Way2B desespera com o atraso no aranque de uma obra de 300 milhões de euros. O governo tarda a entregar os projectos.

Na privatização da Aquapor, a proposta vencedora (63 milhões) entre 13 concorrentes, foi do consórcio DST/ABB. A dupla sigla esconde duas construtoras de Braga. A concessão por 50 anos do mercado do Bom Sucesso, no Porto, só seduziu dois interessados – as construtoras FDO e Eusébios, ambas de Braga. As principais obras no Grande Porto têm em comum a origem do empreiteiro. Marcas como Casais, J. Gomes, ou FDO marcam a paisagem da cidade.

No conjunto, os seis maiores grupos de Braga representam mais de mil milhões de euros e figuram no top-30 nacional. Todas eles, ostentam siglas que remetem para o fundador. Uma forma, dizem os empresários, de traduzir uma liderança forte. Cada projecto empresarial tem um timoneiro.

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Sonae paga dívida à Soares da Costa com casas do Tróia Resort

Março 27, 2009

A Soares da Costa recebeu os 13,7 milhões de euros respeitantes da dívida da Sonae Capital em apartamentos e lotes de terreno do empreendimento turístico Tróia Resort.De acordo com a apresentação de resultados da Sonae Capital, cita o Jornal de Negócios, a empresa alienou um total de 22 unidades turísticas a uma filial da Soares da Costa, para pagar a última parcela do valor de trabalhos da construção da Unidade Operativa de Planeamento I.

  • Fonte: Pedro Luis Vieira in Construir – O site da Industria da Construção

Portugal no “top 5” europeu da eficiência energética

Fevereiro 3, 2009

Portugal é um dos cinco países da União Europeia (UE) com o melhor processo de certificação energética dos edifícios, afirmou à agência Lusa o responsável na Comissão Europeia (CE) pelos trabalhos de implementação da Directiva a nível europeu, Martin Elsberger.

Juntamente com a Dinamarca, Holanda, Alemanha e Irlanda, Portugal é dos países com os melhores processos de certificação energética na Europa, referiu Martin Elsberger, o qual se encontrou em Lisboa para discutir, conjuntamente com a ADENE-Agência para a Energia, o processo de implementação do Sistema de Certificação Energética em Portugal. (Noticia completa)

Fonte: Pedro Luis Vieira in “Construir – O site da industria da construção”

Mota-Engil reforça política de sustentabilidade

Janeiro 31, 2009

A Mota-Engil Engenharia está a desenvolver iniciativas, com o objectivo de reduzir os resíduos produzidos. É o caso de um projecto de ID e Inovação, que procura desenvolver um novo processo de tratamento de lamas betonímicas residuais através da inertização e controlo dos resíduos. (more…)

Resort Tinja – Marrocos

Novembro 22, 2008

O agrupamento constituído pela EUSÉBIOS e pela empresa MonteAdriano venceram o concurso promovido pela Emaar Morocco, referente à empreitada da primeira fase do resort Tinja, composto por 184 moradias em blocos de quatro, avaliado em 45 milhões de euros.

O resort Tinja é um projecto com cerca de 300 hectares, sito perto de Tânger, composto por cerca de 2.500 casas inseridas num complexo que incluí beach club, sports club, centro comercial, hotéis e lojas em harmonia com o mar e florestas naturais.

Este empreendimento integra-se num investimento que a Emaar Properties, uma empresa da área do imobiliário, sediada no Dubai, desenvolve em Marrocos.

 

Fonte: Eusébios e MonteAdriano

Agradecimentos: Frederico Rodrigues

MonteAdriano ganha empreitadas de 62,5 milhões de euros

Novembro 8, 2008
“A MonteAdriano – Engenharia e Construção venceu a empreitada para construção das infra-estruturas e equipamento que compõem o sistema de abastecimento de água, águas pluviais e residuais, no concelho de Matosinhos, pelo valor de 22,5 milhões de euros. A obra tem um prazo de execução de 60 meses.
A cargo da empresa está também a construção da rede de abastecimento de água e saneamento no concelho de Vila do Conde, pelo valor de cerca de 40 milhões de euros e com prazo de execução de 72 meses.
Recentemente, a EDIA – Empresa de Desenvolvimento e infra-estruturas do Alqueva adjudicou à MonteAdriano a empreitada de construção das infra-estruturas de rega e de drenagem dos blocos de Ferreira, Figueirinha e Valbom, no valor de cerca de 29 milhões de euros.
O concurso inclui ainda a construção da estação elevatória e reservatório de Ferreira do Alentejo, redes viária e de drenagem e, ainda, o sistema de telegestão.”
Fonte: Portal do Ambiente Online

FEPICOP: Construtoras portuguesas aptas a realizar todas as obras

Novembro 6, 2008

“A FEPICOP – Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas garante que as empresas nacionais estão prontas e aptas a executarem todas as obras anunciadas pelo Governo, de modo nenhum sendo necessário fomentar a entrada no mercado nacional de construtoras estrangeiras”, nomeadamente espanholas.

É assim que o órgão de cúpula do associativismo da construção responde às afirmações que têm sido veiculadas por alguns órgãos de comunicação social de que as empresas portuguesas não teriam capacidade suficiente para realizarem as grandes empreitadas lançadas ou a lançar pelo Estado, como o TGV, a Terceira Travessia sobre o Tejo, o novo aeroporto internacional de Lisboa e as novas concessões rodoviárias, entre outras.
A Federação refere mesmo que, “se há críticas que ninguém pode fazer às empresas de construção portuguesas é a de que alguma vez tenham sido incapazes de se moldarem às circunstâncias do mercado”. Antes pelo contrário, elas sempre souberam responder “com disponibilidade, prontidão e eficácia” a todos os desafios “que lhes têm sido lançados e não vai ser desta vez que a situação se vai alterar”.
Lembrando o peso que o sector da Construção tem na economia nacional, a FEPICOP sublinha ainda que o seu crescimento será, inevitavelmente, o garante de um relançamento económico, tão mais desejável e necessário quando se atravessa um período de crise. Assim, reitera, “o importante neste momento é assegurar que não se verifiquem novos atrasos na adjudicação efectiva das obras que têm vindo a ser lançadas a concurso nos últimos tempos”, ao invés de se inventar pretextos e argumentos vãos para o seu adiamento ou protelamento.

Boa capacidade técnica

Embora o ideal fosse, segundo a Federação da Construção, haver uma permanente oferta de obras e de todas as grandezas, de modo a que “todas as empresas tivessem sempre trabalho, independentemente da respectiva dimensão ou área de especialidade” e pudessem “organizarem-se, modernizarem-se e equiparem-se de forma adequada e de acordo com uma perspectiva de longo prazo”, a realidade não é esta, pois o “mercado não é perfeito”, obrigando as construtoras a adaptarem-se constantemente aos “circunstancialismos” impostos pela conjuntura económica e pelos ciclos de actividade política.
A este facto acresce, segundo a FEPICOP, a falta de um “plano de investimentos públicos robusto, com uma calendarização estável, a exemplo do que se passa nos restantes países europeus”. Ao Estado, sublinha, “não compete decidir sobre o tamanho das empresas, mas sim regular o mercado e garantir a existência de condições que permitam o desenvolvimento de uma concorrência sã e transparente. Os modelos de uma eventual concentração sectorial deverão, assim, ser definidos pelo mercado e pelas próprias empresas, em resposta aos desafios que tenham de enfrentar – tal como sucede em muitos outros sectores de actividade”.
Mas estes factores, conclui a Federação da Construção, assim como a dimensão das empresas do Sector – a esmagadora maioria, em todos os países, são PME – não são impeditivos da capacidade técnica das construtoras portuguesas para a execução de todo o tipo de obras. (Retirado site AECOPS).

Cimeira Luso-Brasileira – Grupo Casais parceiro da Egesa Engenharia

Outubro 30, 2008

O grupo português de construção Casais estabeleceu uma parceria com a empresa brasileira Egesa Engenharia para o desenvolvimento de negócios no Brasil e América Latina, que poderá ser posteriormente ampliada à África e Leste europeu.

Assinado terça-feira no âmbito da 9ª cúpula Luso-Brasileira, que ocorreu segunda e terça em Salvador, o acordo estratégico entre as duas empresas foi firmado na presença do primeiro-ministro português, José Sócrates, e de Lula.

Nos termos do acordo, a parceria visa “viabilizar a participação em negócios de concessões de rodovias, estações de tratamento de águas, obras públicas e privadas, parcerias público privadas e outras que se enquadrem na sua atividade”.

O presidente da Casais destaca a importância do acordo agora assinado para a estratégia de crescimento dos negócios do grupo de Braga, onde os mercados externos representaram, em 2007, 25% dos 210 milhões de euros de faturamento.

Numa primeira fase, o protocolo agora assinado estabelece como países alvo o Brasil, Peru, Venezuela e Chile, mas, “posteriormente, esta parceria poderá ser alargada aos mercados de África e Europa de Leste”, admite José da Silva Fernandes.

A escolha da brasileira Egesa como parceira é justificada pelo fato de a empresa desenvolver atividades em áreas próximas às do grupo Casais – construção e engenharia, ambiente, energia e concessões – e pelo seu know-how internacional.

Também prevista no acordo assinado terça-feira está a identificação de outros parceiros que permitam às duas empresas tornarem-se “concorrencialmente mais competitivas” nos mercados abrangidos pelo protocolo, assim como o desenvolvimento da atividade do grupo Casais nos países onde já opera desde 1994: Espanha, Gibraltar, Alemanha, Bélgica, Rússia, Angola e Marrocos.

Fonte: Agencia Lusa